"Talvez a miséria tenha chegado. Não se pode viver da própria alma. Não se pode pagar o aluguel com a alma. Experimente fazer isso um dia. É o início do Declínio e a Queda do Ocidente, como Splenger dizia. Todo mundo é tão ganancioso e decadente, a decomposição realmente começou. Eles matam gente aos milhões nas guerras e dão medalhas por isso. Metade das pessoas deste mundo vai morrer de fome enquanto a gente fica por aí sentado vendo TV."
Bukowski
segunda-feira, 6 de julho de 2009
vulneravel
«Só agora Elena percebia porque é que certos maridos espanhóis se recusavam a iniciar suas mulheres em todas as subtilezas do acto de amor - para escaparem ao risco de lhes despertar paixões insaciáveis. Em vez de se sentir apaziguada, saciada pelo amor de Pierre, Elena sentia-se ainda mais vulnerável. Quanto mais desejava Pierre, mais desejo tinha de outros amores.»
Trecho do livro Delta de Vénus, Anaïs Nin, (página 147, Bico de Pena
Trecho do livro Delta de Vénus, Anaïs Nin, (página 147, Bico de Pena
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Elise
é quando as minhas mãos tremem, as minhas pernas ficam moles e eu tenho certeza de que esse gosto amargo que eu sinto dentro da boca é o néctar da doçura que eu trago no peito. é quando eu sei que já disse todas as coisas de todas as formas, e ainda sinto presas dentro de mim, todas as palavras. é quando meu infinito particular vira licença poética e alça vôo na realidade timbrada com as iniciais dele, exorcizando o que tanto me tesa. é quando a pele morna dele se encosta na minha e só me faz querer um abraço. é quando eu me ajoelho e olho pra cima durante a desesperança e a euforia que ganham força dentro de mim, e eu transito entre o que eu quero e o que eu nunca deixei de querer... é quando minha boca se entreabre, suculenta, e a acidez do vinho branco se mistura com o gosto das sementes todas que ele planta na minha língua em espiral, enquanto me diz - minha! gostosa... só minha! -, e eu gosto. é quando o gemido abafado dele ecoa através dos meus cabelos enrolados nas mãos dele, enquanto me põe em pé e me beija a boca, sussurrando que me ama. é quando as mãos dele, em concha, se encaixam nos meus seios e os acariciam como se fossem germinar ali, sob aquele tato, enquanto os olhos dele me desnudam antes mesmo da nudez escancarada do meu amor atacá-lo. é quando ele se encaixa entre as minhas coxas com a mesma violência com que me prende à parede e me lambe o pescoço com a delicadeza de quem quer traçar um caminho que prolongue o momento... é quando tão atada, tão eriçada, tão encantada, tão controversa no verso em contramão que me atravessa a vulva estou eu, nele, que meu corpo todo é vibração saindo pelos poros. é arrepio. é amor líquido na corrente sanguínea e o corpo dele é fonte explodindo vida no meu ventre sedento. dilata, jorra, pulsa junto com as minhas contrações... é quando bate o meu peito junto ao peito dele de quando em sempre em sonho em suor e rápido em ritmo em arritmia e taquicardia em grude em gozo em festa fast fast fast fast...
http://ascartasdeelise.zip.net/
http://ascartasdeelise.zip.net/
segunda-feira, 29 de junho de 2009
teu gosto
(.....) encaixo-me perfeitamente entre as tuas pernas. Ouve-se o ranger das linhas que unem os pedaços da tua saia bem apertada, que te atrapalha enquanto caminhas... vermelha... cor de paixão.
Exuberância…
Os teus suspiros alimentam o meu desejo.
Subo por ti, sentindo na minha pele os poucos trajes que te compõem... sinto as meias coladas nas pernas que tremem descontroladas.... nervoso.... inquietação... vontade às portas do perigo.
Olho-te, puxo-te para mim, desejando ardentemente a tua boca na minha, beijo-te. Intensamente, sou retribuída. Enrolas-me em ti, sugas-me pela ponta da língua, chupando-a avidamente, abafas-me num consumo mutuo de tesão impróprio àquele local.
Adoro-te assim..... deliciosa quando respiras cada palpitação do meu ser.
Roço as minhas unhas, contornando as tuas coxas.... no momento sorrimos pelo êxtase momentâneo ... provocas-me.
Não há lingerie que te cubra. Agradas-me em cada gemido…
Acaricio-te delicadamente… a tua língua corre o meu pescoço e não resistes mordiscar-me a orelha, sabes o que me derrete…
Naquele momento qualquer pergunta deixara de ter sentido ou significado. O desejo era mais que muito e os corpos começavam a ceder ao instinto carnal…
Percorro-te com uma mão e todo o espaço livre por dentro daquela saia começaria a ser bastante reduzido.
Ousas em subir a saia que tanto nos atrapalha.... expões-te claramente para mim e entrega- se à luxúria. Aquele instante sabia estar em pecado, onde a gula subtraía a tentação e onde tu eras somente minha.
Tomei-te como posse.... mergulhei em ti, provando-te o sabor que tão bem conhecia.
As tuas mãos exploravam o meu cabelo e movimentavam-me de encontro ao teu belo prazer.
Gemes.... instintivamente, elevo a minha mão à tua boca na tentativa de calar o som emitido pela tua boca... lambes dedo por dedo.
Molhas toda a extensão de pele minuciosamente... excita-me cada vez que os engoles sorrindo com sacanice.
O teu ritmo aumenta.... a respiração ofegante quebra os silêncios daquele local…
Contorces o teu corpo para trás. Foges-me da boca e sigo-te com o olhar…
No espelho sente-se a umidade escorrer lentamente....ouve-se o queimar das velas…
A minha língua prende-se, novamente, a ti. O meu prazer reflete-se nos teus movimentos.... na tua perturbação.
As nossas mentes flutuam…
Eu suspiro, aspirando todos os fluidos que por ti se espalham.
Alguém caminha naquela direção… Ouve-se o ecoar de cada passo pausado…
lua de Hägar
Exuberância…
Os teus suspiros alimentam o meu desejo.
Subo por ti, sentindo na minha pele os poucos trajes que te compõem... sinto as meias coladas nas pernas que tremem descontroladas.... nervoso.... inquietação... vontade às portas do perigo.
Olho-te, puxo-te para mim, desejando ardentemente a tua boca na minha, beijo-te. Intensamente, sou retribuída. Enrolas-me em ti, sugas-me pela ponta da língua, chupando-a avidamente, abafas-me num consumo mutuo de tesão impróprio àquele local.
Adoro-te assim..... deliciosa quando respiras cada palpitação do meu ser.
Roço as minhas unhas, contornando as tuas coxas.... no momento sorrimos pelo êxtase momentâneo ... provocas-me.
Não há lingerie que te cubra. Agradas-me em cada gemido…
Acaricio-te delicadamente… a tua língua corre o meu pescoço e não resistes mordiscar-me a orelha, sabes o que me derrete…
Naquele momento qualquer pergunta deixara de ter sentido ou significado. O desejo era mais que muito e os corpos começavam a ceder ao instinto carnal…
Percorro-te com uma mão e todo o espaço livre por dentro daquela saia começaria a ser bastante reduzido.
Ousas em subir a saia que tanto nos atrapalha.... expões-te claramente para mim e entrega- se à luxúria. Aquele instante sabia estar em pecado, onde a gula subtraía a tentação e onde tu eras somente minha.
Tomei-te como posse.... mergulhei em ti, provando-te o sabor que tão bem conhecia.
As tuas mãos exploravam o meu cabelo e movimentavam-me de encontro ao teu belo prazer.
Gemes.... instintivamente, elevo a minha mão à tua boca na tentativa de calar o som emitido pela tua boca... lambes dedo por dedo.
Molhas toda a extensão de pele minuciosamente... excita-me cada vez que os engoles sorrindo com sacanice.
O teu ritmo aumenta.... a respiração ofegante quebra os silêncios daquele local…
Contorces o teu corpo para trás. Foges-me da boca e sigo-te com o olhar…
No espelho sente-se a umidade escorrer lentamente....ouve-se o queimar das velas…
A minha língua prende-se, novamente, a ti. O meu prazer reflete-se nos teus movimentos.... na tua perturbação.
As nossas mentes flutuam…
Eu suspiro, aspirando todos os fluidos que por ti se espalham.
Alguém caminha naquela direção… Ouve-se o ecoar de cada passo pausado…
lua de Hägar
sábado, 27 de junho de 2009
"vyk de Hägar "
Corpo estava desejoso...querendo sentir o orgasmo tomar conta...mas tinha coisas pra resolver... limpar e guardar os hashis e seringa...mantendo apenas as bolinhas ainda no cuzinho
Sim daria tempo de ter gozado....mas percebi que Dono não queria que a cadelinha o fizesse correndo...respirei fundo e me contive...segurei....
E foi o melhor que fiz pq logo em seguida vieram mais ordens...
*delicia*
DONO diz:
*se não estiver chovendo mais tarde a cadelinha coloca a corda apertando a bucetinha e vai dar um passeio comprar alguma coisa... creio que o mercado será o ideaL
terminando as tarefas da casa poderia então me entregar aos prazeres de ser cadela
entrei no banho devido ao frio para não ficar muito tarde e...claro....pelo tanto
que estava molhada de tesão...cheirando cio de longe...*ai ai*
Massageei todo o corpo dando atenção aos seios torturados pelos hashis....
o grelinho ainda dolorido pela sucção da seringa toquei com os dedos de leve acariciando
....humm como amo tudo isso...
dedos entrando na bucetinha...1 ...2...indo e vindo...entrando e saindo.....
não posso gozar agora....Dono mandou gozar em publico ....
....aquela agua quente caindo no corpo ensaboado....
tinha que tirar as bolinhas....sim....tirar....puxar devagarinho...fazendo cuzinho se
abrir enquantro puxo a cordinha para tira-las e cuzinho as sugando para dentro
de novo....hummm....tentação ...retiro as bolinhas...
e massageio o cuzinho com os dedos... deito na cama e enfio o plug boludo no cuzinho ....bem devagar...
sentindo entrar todinho...cada pedacinho dele...
bucetinha ja pisca e lateja...mal sai do banho e ja
sinto as entranhas molhadas novamente....
pego a corda preta..mais grossa de todas....
Dono ordenou que apertasse bem a corda....
o primeiro contato da corda no grelinho ja sensivel foi de
tipo um choque misturado a um espasmo por dentro...
nossa....será que aguento sair assim?
passei a corda em cima do plug fazendo com que enterrasse mais
ainda na carne....prendi na cintura e puxei...
ai ai aiiiii*
fiquei ali parada uns minutos pra recompor....
passando novamente no plug e entre os labios
prendi na cintura e um ultimo puxão que me fez ate perder o rebolado
acho que ajustei demais...
só que....ai...teria que desfazer e prender tudo de novo...
*sorriso de cadelinha safada.....vou assim mesmo!*
hora de ir ao mercado....
comprar o que eu não sei....lá eu resolvo!
realmente a corda ficou apertada demais....
primeiro o tesão sumiu...estava incomodando...
desejei ter ido de carro ...
o mercado nao chegava mais e eu quase voltando pra casa...
começou arder entre os labios ...esquentar...
parei um pouco e resmunguei ....vai cadela atentada!
agora aguenta....fui!
entrei direto no banheiro do mercado
passando pela banca de frutas...
ahhh quanta uva!!!
*ri comigo mesma*
ao menos iria soltar um pouco aquela corda
quer dizer tentei né...pq sei lá que nó foi aquele que dei que a
corda não soltava....e cada vez que eu tentava desatar
mais apertava o grelinho e enfiava o plug....aiiii socorrooo
pensei em ir a padaria ou açougue la dentro pedir faca tesoura
sei lá qualquer coisa...quando escutei passos entrando
fiquei quietinha naquele pequeno espaço....
eu ia pedir faca e tesoura pra que? como iria explicar?
coração essa hora ja estava na boca...
respiração disparada e eu suando....
tirei as mãos da corda....estiquei os braços pra cima e
fechei os olhos...comecei então a contrair
os musculos...cuzinho e bucetinha....no inicio quase impossivel
mas então conseguindo devagar ....
quando percebi estar sozinha ali novamente
relaxei mais....enfiei uma mão por baixo da blusa
pegando o bico do seio e apertei...sem dó....
alguma outra dor teria que ser maior que
aquela lá de baixo...
foi então que um arrepio sem fim me percorreu...
não parava de arrepiar....primeiro gelou...depois esquentou
os cabelos pareciam estar em pé...ficou dificil respirar
senti medo, senti dor, senti tesão, senti coisas que não sei descrever...
gozei....ali em pé.... algo escorreu pelas cordas
fiquei um pouco assustada com a violência do
orgasmo...doeu muito...mas foi delicioso
inexplicavel , indescritivel e unico...
ainda fiquei ali um tempo recobrando os sentidos,
a respiração e a visão que ficou turva...
tentei novamente soltar a corda....e para minha surpresa
tirei com facilidade *rs* sem comentários!
me sequei como pude...ainda bem que a roupa é preta *rs*
coloquei a corda na bolsa e voltei pra casa...
não...não comprei nada....
nem sei se alguem me viu entrar ou sair
*rsrs* se viu deve ter me chamado de louca ou
coisa parecida....
Olha Dono....ta vendo o que faz com essa menina?
desperta coisas que ela nem sabe existir...
deixa cadelinha cada vez mais encantada e entregue
com Teu jeito carinhoso de cuidar, usar, proteger, ensinar...
Já em casa quase 21 horas...
oleo hidratante escorrendo nos dedos
e buracos da cadelinha...
grelinho e cuzinho bem usados e judiados hj...
agora é hora de cuidar....
vyk de Hägar
http://escravasubmissa.blogspot.com/
Sim daria tempo de ter gozado....mas percebi que Dono não queria que a cadelinha o fizesse correndo...respirei fundo e me contive...segurei....
E foi o melhor que fiz pq logo em seguida vieram mais ordens...
*delicia*
DONO diz:
*se não estiver chovendo mais tarde a cadelinha coloca a corda apertando a bucetinha e vai dar um passeio comprar alguma coisa... creio que o mercado será o ideaL
terminando as tarefas da casa poderia então me entregar aos prazeres de ser cadela
entrei no banho devido ao frio para não ficar muito tarde e...claro....pelo tanto
que estava molhada de tesão...cheirando cio de longe...*ai ai*
Massageei todo o corpo dando atenção aos seios torturados pelos hashis....
o grelinho ainda dolorido pela sucção da seringa toquei com os dedos de leve acariciando
....humm como amo tudo isso...
dedos entrando na bucetinha...1 ...2...indo e vindo...entrando e saindo.....
não posso gozar agora....Dono mandou gozar em publico ....
....aquela agua quente caindo no corpo ensaboado....
tinha que tirar as bolinhas....sim....tirar....puxar devagarinho...fazendo cuzinho se
abrir enquantro puxo a cordinha para tira-las e cuzinho as sugando para dentro
de novo....hummm....tentação ...retiro as bolinhas...
e massageio o cuzinho com os dedos... deito na cama e enfio o plug boludo no cuzinho ....bem devagar...
sentindo entrar todinho...cada pedacinho dele...
bucetinha ja pisca e lateja...mal sai do banho e ja
sinto as entranhas molhadas novamente....
pego a corda preta..mais grossa de todas....
Dono ordenou que apertasse bem a corda....
o primeiro contato da corda no grelinho ja sensivel foi de
tipo um choque misturado a um espasmo por dentro...
nossa....será que aguento sair assim?
passei a corda em cima do plug fazendo com que enterrasse mais
ainda na carne....prendi na cintura e puxei...
ai ai aiiiii*
fiquei ali parada uns minutos pra recompor....
passando novamente no plug e entre os labios
prendi na cintura e um ultimo puxão que me fez ate perder o rebolado
acho que ajustei demais...
só que....ai...teria que desfazer e prender tudo de novo...
*sorriso de cadelinha safada.....vou assim mesmo!*
hora de ir ao mercado....
comprar o que eu não sei....lá eu resolvo!
realmente a corda ficou apertada demais....
primeiro o tesão sumiu...estava incomodando...
desejei ter ido de carro ...
o mercado nao chegava mais e eu quase voltando pra casa...
começou arder entre os labios ...esquentar...
parei um pouco e resmunguei ....vai cadela atentada!
agora aguenta....fui!
entrei direto no banheiro do mercado
passando pela banca de frutas...
ahhh quanta uva!!!
*ri comigo mesma*
ao menos iria soltar um pouco aquela corda
quer dizer tentei né...pq sei lá que nó foi aquele que dei que a
corda não soltava....e cada vez que eu tentava desatar
mais apertava o grelinho e enfiava o plug....aiiii socorrooo
pensei em ir a padaria ou açougue la dentro pedir faca tesoura
sei lá qualquer coisa...quando escutei passos entrando
fiquei quietinha naquele pequeno espaço....
eu ia pedir faca e tesoura pra que? como iria explicar?
coração essa hora ja estava na boca...
respiração disparada e eu suando....
tirei as mãos da corda....estiquei os braços pra cima e
fechei os olhos...comecei então a contrair
os musculos...cuzinho e bucetinha....no inicio quase impossivel
mas então conseguindo devagar ....
quando percebi estar sozinha ali novamente
relaxei mais....enfiei uma mão por baixo da blusa
pegando o bico do seio e apertei...sem dó....
alguma outra dor teria que ser maior que
aquela lá de baixo...
foi então que um arrepio sem fim me percorreu...
não parava de arrepiar....primeiro gelou...depois esquentou
os cabelos pareciam estar em pé...ficou dificil respirar
senti medo, senti dor, senti tesão, senti coisas que não sei descrever...
gozei....ali em pé.... algo escorreu pelas cordas
fiquei um pouco assustada com a violência do
orgasmo...doeu muito...mas foi delicioso
inexplicavel , indescritivel e unico...
ainda fiquei ali um tempo recobrando os sentidos,
a respiração e a visão que ficou turva...
tentei novamente soltar a corda....e para minha surpresa
tirei com facilidade *rs* sem comentários!
me sequei como pude...ainda bem que a roupa é preta *rs*
coloquei a corda na bolsa e voltei pra casa...
não...não comprei nada....
nem sei se alguem me viu entrar ou sair
*rsrs* se viu deve ter me chamado de louca ou
coisa parecida....
Olha Dono....ta vendo o que faz com essa menina?
desperta coisas que ela nem sabe existir...
deixa cadelinha cada vez mais encantada e entregue
com Teu jeito carinhoso de cuidar, usar, proteger, ensinar...
Já em casa quase 21 horas...
oleo hidratante escorrendo nos dedos
e buracos da cadelinha...
grelinho e cuzinho bem usados e judiados hj...
agora é hora de cuidar....
vyk de Hägar
http://escravasubmissa.blogspot.com/
quinta-feira, 25 de junho de 2009
luxuria
Dobro os joelhos
Quando você, me pega
Me amassa, me quebra
Me usa demais...
Perco as rédeas
Quando você
Demora, devora, implora
E sempre por mais...
Eu sou navalha
Cortando na carne
Eu sou a boca
Que a língua invade
Sou o desejo
Maldito e bendito
Profano e covarde...
Desfaça assim de mim
Que eu gosto e desgosto
Me dobro, nem lhe cobro
Rapaz!
Ordene, não peça
Muito me interessa
A sua potência
Seu calibre, seu gás...
Sou o encaixe
O lacre violado
E tantas pernas
Por todos os lados
Eu sou o preço
Cobrado e bem pago
Eu sou
Um pecado capital...
Eu quero é derrapar
Nas curvas do seu corpo
Surpreender seus movimentos
Virar o jogo
Quero beber, o que dele
Escorre pela pele
E nunca mais esfriar
Minha febre...
Eu quero é derrapar
Nas curvas do seu corpo
Surpreender seus movimentos
Virar o jogo
Eu quero é beber, o que dele
Escorre pela pele
E nunca mais esfriar
Minha febre...
Desfaça assim de mim
Que eu gosto e desgosto
Me dobro, nem lhe cobro
Rapaz!
Ordene, não peça
Muito me interessa
A sua potência
Seu calibre, seu gás...
Sou um encaixe
O lacre violado
E tantas pernas
Por todos os lados
Eu sou o preço
Cobrado e bem pago
Eu sou
Um pecado capital...
Eu quero é derrapar
Nas curvas do seu corpo
Surpreender seus movimentos
Virar o jogo
Quero beber, o que dele
Escorre pela pele
E nunca mais esfriar
Minha febre...
Eu quero é derrapar
Nas curvas do seu corpo
Surpreender seus movimentos
Virar o jogo
Eu quero é beber, o que dele
Escorre pela pele
E nunca mais esfriar
Nunca mais esfriar
Nunca mais esfriar
Minha febre...
Isabella Taviani
Quando você, me pega
Me amassa, me quebra
Me usa demais...
Perco as rédeas
Quando você
Demora, devora, implora
E sempre por mais...
Eu sou navalha
Cortando na carne
Eu sou a boca
Que a língua invade
Sou o desejo
Maldito e bendito
Profano e covarde...
Desfaça assim de mim
Que eu gosto e desgosto
Me dobro, nem lhe cobro
Rapaz!
Ordene, não peça
Muito me interessa
A sua potência
Seu calibre, seu gás...
Sou o encaixe
O lacre violado
E tantas pernas
Por todos os lados
Eu sou o preço
Cobrado e bem pago
Eu sou
Um pecado capital...
Eu quero é derrapar
Nas curvas do seu corpo
Surpreender seus movimentos
Virar o jogo
Quero beber, o que dele
Escorre pela pele
E nunca mais esfriar
Minha febre...
Eu quero é derrapar
Nas curvas do seu corpo
Surpreender seus movimentos
Virar o jogo
Eu quero é beber, o que dele
Escorre pela pele
E nunca mais esfriar
Minha febre...
Desfaça assim de mim
Que eu gosto e desgosto
Me dobro, nem lhe cobro
Rapaz!
Ordene, não peça
Muito me interessa
A sua potência
Seu calibre, seu gás...
Sou um encaixe
O lacre violado
E tantas pernas
Por todos os lados
Eu sou o preço
Cobrado e bem pago
Eu sou
Um pecado capital...
Eu quero é derrapar
Nas curvas do seu corpo
Surpreender seus movimentos
Virar o jogo
Quero beber, o que dele
Escorre pela pele
E nunca mais esfriar
Minha febre...
Eu quero é derrapar
Nas curvas do seu corpo
Surpreender seus movimentos
Virar o jogo
Eu quero é beber, o que dele
Escorre pela pele
E nunca mais esfriar
Nunca mais esfriar
Nunca mais esfriar
Minha febre...
Isabella Taviani
segunda-feira, 22 de junho de 2009
OPUS PISTORUM
Ann rola-se para trás e para a frente no divã enquanto eu a acaricio. Oh, o que não pensaria Sam, o que não faria ele, se a visse neste momento! (...) O que não pensaria Sam! Isto é realmente vergonhoso, da sua parte... vir aqui para ser fodida por mim, abandonando o pobre Sam. Devia estar em casa a foder com o marido, em vez de estar aqui a dar-mo... Eu não a desiludo... mas pelos meus cálculos, a estas horas Sam e Alexandra já se deve ter tornado bons amigos.
Ann puxa-me as calças para baixo e entretem-se com os meus pintelhos. Oh, aquele cabelo! Passa os dedos pelo meio deles e titila-me os tomates. (...) Ponho os meus braços em volta daquele cu enorme e encosto a cabeça às suas coxas. Rebola-se... está tão em brasa que não consegue falar acertadamente... mas ainda tem receio de meter aquela coisa na boca...
Diabo, suponho que a podia obrigar a engoli-lo... Qualquer gaja, desde que esteja aquecida, abre a boca ao sentir a cabeça dum caralho encostada aos lábios... mas eu quero que a iniciativa parta dela... ou pelo menos que ela assim o pense. Começo a lamber-lhe o ventre e as coxas... ela afasta as pernas e beija-me timidamente a barriga. Faço movimentos com os quadris, como se estivesse a foder compassadamente... e Ann acompanha-me.
Estas gajas! O que elas gostam de apanhar alguma coisa em troca de nada! Do que Ann mais gostaria, agora, era que eu lhe enfiasse a língua naquela fenda e a lambesse até ficar seca, mas não se quer familiarizar com a minha piça mais do que o faz até ao momento... Mas eu posso ser tão teimoso como ela... Lambo-lhe as bordas da cona, mordo-lhe as coxas, com o nariz titilo-lhe a pintelheira. Quando me aproximo muito da nêspera ela sussura excitada... aí... beija-me aí... porque é que não meto a língua agora...
Henry Miller in OPUS PISTORUM.
Ann puxa-me as calças para baixo e entretem-se com os meus pintelhos. Oh, aquele cabelo! Passa os dedos pelo meio deles e titila-me os tomates. (...) Ponho os meus braços em volta daquele cu enorme e encosto a cabeça às suas coxas. Rebola-se... está tão em brasa que não consegue falar acertadamente... mas ainda tem receio de meter aquela coisa na boca...
Diabo, suponho que a podia obrigar a engoli-lo... Qualquer gaja, desde que esteja aquecida, abre a boca ao sentir a cabeça dum caralho encostada aos lábios... mas eu quero que a iniciativa parta dela... ou pelo menos que ela assim o pense. Começo a lamber-lhe o ventre e as coxas... ela afasta as pernas e beija-me timidamente a barriga. Faço movimentos com os quadris, como se estivesse a foder compassadamente... e Ann acompanha-me.
Estas gajas! O que elas gostam de apanhar alguma coisa em troca de nada! Do que Ann mais gostaria, agora, era que eu lhe enfiasse a língua naquela fenda e a lambesse até ficar seca, mas não se quer familiarizar com a minha piça mais do que o faz até ao momento... Mas eu posso ser tão teimoso como ela... Lambo-lhe as bordas da cona, mordo-lhe as coxas, com o nariz titilo-lhe a pintelheira. Quando me aproximo muito da nêspera ela sussura excitada... aí... beija-me aí... porque é que não meto a língua agora...
Henry Miller in OPUS PISTORUM.
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