Abriu as pernas no preciso instante, em que eu me aproximei dela. Foi assim que Maria perdeu as suas dúvidas e pudores, pôs os pés ao alto e gemeu baixinho, chupa me, mas com doçura e vontade. Não hesitei, fechei os olhos e pela primeira vez, senti o gosto salgado das profundezas femininas...
Humanrace
sábado, 17 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
O prazer de tirar uma calcinha






....esse é um momento único na vida, quando pela primeira vez voce tem a honra de tirar a calcinha de uma mulher há muito desejada, ha de concordar comigo que tirar a calcinha da mulher amada, é um momento de rara emoção, porque tirar a calcinha equivale a vencer as últimas resistências, a derrubar com um aríete as portas da cidade sitiada. Lá está aquela mulher cobiçada linda, indefesa, entregue a voce, voce q sempre a desejou, ai voce prende as alças da minúscula calcinha dela entre os indicadores e os polegares, vai baixando a calcinha, baixando, baixando, descobrindo aos poucos, a fêmea , a mulher... e sorri, e olha para o teto.
Essa emoção de baixar uma calcinha e pela mulher sentir alguém tirando, se sentir nua, é TUDOOOO, a calcinha sendo retirada, representa o tesouro sendo desvelado, representa a visão da Terra Prometida!
O cara que me comeu de verdade, trecho
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Tributo a buceta








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Não é necessário ser um ginecologista para conhecer uma verdadeira buceta por dentro e por fora. A mulher parece ter sido feita para nos tentar, nos provocar e pressionar nossa sã consciência com aquilo que todas levam entre as pernas, escondidas numa calcinha de algodão com cheirinho de alfazema: a buceta! Ela é perfeita, indescritível, digna de ser admirada.
Criada por Deus (num grande dia de inspiração!), a buceta possui a chave para o paraíso ao mesmo tempo que conduz, nós homens, ao inferno.Somos tentados, provocados, instigados e muitas vezes caímos em desgraça ao perder a cabeça por uma buceta. Pois não existe, indiscutivelmente, outra coisa melhor no mundo! Alguns ainda preferem carros esportes, mas eu vou sempre idolatrar a buceta. Composta por dois lábios carnudinhos, uma linguinha rosada que parece nos chamar bem para o centro da perdição e aqueles pêlinhos que acabam por completar essa estonteante obra prima física, a buceta tem o poder de nos cutucar o ego, mexer com a nossa ética, balançar a nossa fidelidade e erguer o nosso ânimo (entende-se como levantar o nosso pau!). Brigamos, lutamos e até nos inferiorizamos para conseguirmos uma linda bucetinha que abocanhe o nosso membro. Afinal, qual homem na face dessa Terra não desejaria gozar lá dentro, umedecendo o útero e fazendo uma lavagem completa nas trompas de falópio? Qual ser masculino não quer um dia encher aquela concha dos deuses com o nosso esperma e depois arfar, gemer e até uivar de tanta felicidade?
A buceta com suas infindáveis nomenclaturas (xereca, xana, xota, buça, ximbica...) nos carrega para um lugar onde jamais imaginamos ir: ao centro do prazer carnal, espiritual, mental e orgásmico. Ela é completa e nos completa! Nos agasalha no frio e nos faz derreter no verão, nos faz implorar para vê-la aberta e nos humilha quando diz não (caramba, até rimou!). A buceta, enfim, é a essência da vida e o elixir da juventude, eu diria da imortalidade. Buceta é tão boa que, faz com que nós homens, que já saímos de dentro dela uma vez, desejamos voltar de novo... e não sair nunca mais!
Seu Ladir,
colaboração de nossa leitora Marcia (marcia_tigreza@hotmail.com)
segunda-feira, 12 de abril de 2010
arrancar calcinha com os dentes
"Alguém que me explique porque razão nós, mulheres,
damos uma fortuna e mais dez tostões por uma peça de roupa que consiste num trapinho mínimo (eu prefiro preto) de triângulo de renda com umas tirinhas dos lados e atrás, para depois:
" -Porra! Vira-te! Dobra-te! Foda-se! Despe já ou arranco-te isso com os dentes!"
Luisa c.in Sociedade Anónima
domingo, 11 de abril de 2010
Sexus Henry Miller
– Sh, sh! – disse ela, e botando a língua para fora me lambeu o rosto.
– Criaturinha querida, adorável!
– Au, au! Au, au! – lati. – Au! Au, au, au!
Henry Miller, Sexus
Penetro minha lingua

(...)
E me levam. Subindo pelo seu colo... O pescoço. O queixo. E nossos lábios, agora molhados, se encontram. Sinto sua respiração ofegante a esquentar minha pele. E minha língua desliza para se perder dentro de sua boca. A sensação das duas línguas se tocando é em si um êxtase. Passam a flertar uma com a outra, despretensiosamente. A namorar. A demorar-se no beijo. E quer mais: a mão em minha nuca pressiona-me mais para dentro. E a dança vai se tornando outra. Voluptuosa. Ardente. Faminta. Como nossos corpos a repetirem um com o outro a urgência de nossas bocas.
O roçar de nossas pernas... Minha perna entre as suas. O vestido subindo, e ela ajuda: levanta o corpo e com uma mão de cada lado o sobe mais, até perto da cintura. Posso então sentir seu monte lisinho... Ao nos esfregarmos. E ela já me molhando, lambuzando minha coxa. Também deve sentir minha excitação que, aliás, tomou o lugar dos meus pensamentos desde o início. Preferi não pensar. Apenas viver. Sentir.
Vou descendo pelo seu corpo... Descendo. E chego ao monte nu, absolutamente sem pelos. Visão que me atordoa. Abaixo: sua vulva, da cor dos mamilos, carnuda... Encharcada, dilatada, semi-aberta. O interior rosado. E aquele clitóris protuberante, pedindo, querendo... Ela, com os pés sobre a cama, dobra os joelhos e abre as pernas, implorando minha boca. Que não a tem. Começo a beijar-lhe a parte interior das coxas, brinco ao redor com minha língua e a sinto em delicioso desespero. Nem eu vou resistir muito mais tempo. Passo a lamber-lhe os lábios. Saber cada contorno. Minha saliva e seu líquido: uma combinação química perfeita. Sinto seu cheiro... Enfio minha língua e provo, delicioso licor. Para subir e estar às voltas, agora, com seu clitóris. Que a pontinha da minha língua toca muito suavemente para só depois começar meus carinhos, circulares, enquanto seu corpo se contorce e a respiração ofega. E continuo, continuo... Num ritmo de uma dança não combinada, mas perfeita. Longa dança, descobrindo-nos a cada passo. Dançam de forma apaixonada: seu clitóris e minha língua, tornam-se como um.
Mas eu paro. Para sua tortura e para deleitar-me num beijo mais longo em seus lábios fartos. Penetro minha língua. A umedeço ainda mais em seu próprio líquido e retorno. Seguro suas coxas... E ela me puxa pelos cabelos. Adentro. A subir e a descer o quadril, me apertando contra ela. Por vezes se solta, e então continua sozinha o movimento a minha língua. E aí não paro. Não paro mesmo. Enquanto ela suspira, geme, sussurra coisas sem nexo. E que neste momento entendo tão bem. Eu quero... Que seja intenso, forte, inevitável. Percebo suas costas levantarem-se. Apenas elas, o pescoço caindo para trás. O estremecer daquele corpo ardendo, e um grito, quase gemido. A força dos movimentos do seu corpo a me surpreender, o contraste com a aparente fragilidade. Ela parece desmaiar. E eu vagarosamente vou me aquietando. Deliciando-me junto, em cada momento. Breves eternidades. Sinto a satisfação como se aquele gozo fosse o meu. Sou eu que não consigo esconder o sorriso. E ela respira, passa as mãos por entre os próprios cabelos, o rosto. Entreabre os olhos e os fecha novamente. Desfalece. Aquele instante poderia durar a vida inteira.
(...)
L
sábado, 10 de abril de 2010
Paixão
"Se não se passou pela obrigação absoluta de obedecer ao desejo do
corpo, isto é, se não se passou pela paixão, nada se pode fazer na
vida."
Marguerite Duras
quinta-feira, 8 de abril de 2010
sentia a buceta arder de tesão




Então ás vezes ela sentia a buceta arder de tesão. Era então como se ela fosse somente sexo, somente pele, somente os bicos dos seios. E tivesse sido criada, moldada e formada para o prazer, para ter prazer, para ser tocada e beijada, com cuidado, sem cuidado, com violência, força e todo carinho e tesão do universo. Ela era inteira pele, inteira sentidos, inteira sexo. Então ela sabia, sempre, que era linda, inteira e poderosa e tinha a felicidade ali nas suas mãos.
E logo suas mãos desciam, onde quer que estivesse. Dessa vez foi no trânsito, em meio aos carros da cidade, ela sentia sua buceta latejar e não havia como não responder. Lá estavam seus dedos. A primeira sensação de prazer: seu sexo quente e molhado, pulsante, carnudo,.Ela se inclina para sentir melhor, fecha os olhos, morde os lábios e se lembra das sacanagens que já fizera. Seu botão de flor inchado, sensível ao menor toque, seus bicos dos seios duros, prontos para serem chupados. Ela se toca inteira, se contorce como uma gata no cio, ronrona, leva seus dedos úmidos ao nariz, sente seu cheiro, leva aos dedos à boca, sente seu gosto, gosto de boceta molhada, gosto de sexo. Passa suas unhas pelo rosto, pela barriga, se ama inteira, sente seus seios e volta ali, para sua flor. Que se abre, floresce, orvalhada de tesão. Ela é só, e ela é o mundo inteiro, multiplicada por mil, pois cada poro, cada célula, sente e pulsa. Ela é puta, vadia, cadela. Quer beijar um peito, quer sentir um pau. Ela lembra dele, dele e dele. E todas as mãos e línguas e murmúrios dos melhores amantes que teve preenchem-lhe o corpo. Ela mal se aguenta. Chega em casa, sobe, com urgência. Se despe, e nua, entrega-se às artes de suas mãos, descobre seus cantos, fala, baixinho, para si mesma: sua puta , sua putaaa.. Lateja, molha, geme beixo e alto, contrai-se inteira. Seus dedos sabem o caminho, seu corpo sabe, cada vez mais rápidos, exploradores, violentos, sem pausa, ela grita, quase salta de si mesma, e entrega-se à tremedeira do orgasmo profundo.
Lua
sábado, 3 de abril de 2010
ESPADA
(AD)
a palma da mão
aberta
a gota
de óleo
cai
se esparrama
outra mão
uma contra a outra
as mãos cheias
do óleo
e tu então
pega a espada
afiada
e te pões
a deixá-la
preparada
para
a função
à qual
é dedicada
fazer morrer
de amor
o teu ser
tu cuida
da espada
com carinho
tu acaricia
tu tocas
com cuidado
tu levas o óleo
por toda ela
e deixa pronta
para teu deleite
então te deitas
e oferece
a bainha
para o encaixe
tu mostras
VEM POR AQUI
o caminho mais curto
para entrar em ti
e fecha os olhos
para sentir
a espada
entrando toda
o teu suspiro
me diz
VAI DEVAGAR
que tua espada
vai me alargar...
então
eu ponho
no encaixe
e tu gemes
e sentes
a espada
entrar
e sentes
o meu pulsar
o meu correr
a despedaçar
o teu ser
e tu queres
mais da espada
dentro de ti
e pedes então
não sai
CONTINUA AÍ...
eu te esfaqueio
a bainha
e tu te entregas
ao teu guerreiro
a bainha cheia
de minhas carnes
eu entrado em ti
e continuo
a te sentir
como parar
de te ferir?
retirado do blog http://tuadevassa.blogspot.com/ **cadela simplesmente**
a palma da mão
aberta
a gota
de óleo
cai
se esparrama
outra mão
uma contra a outra
as mãos cheias
do óleo
e tu então
pega a espada
afiada
e te pões
a deixá-la
preparada
para
a função
à qual
é dedicada
fazer morrer
de amor
o teu ser
tu cuida
da espada
com carinho
tu acaricia
tu tocas
com cuidado
tu levas o óleo
por toda ela
e deixa pronta
para teu deleite
então te deitas
e oferece
a bainha
para o encaixe
tu mostras
VEM POR AQUI
o caminho mais curto
para entrar em ti
e fecha os olhos
para sentir
a espada
entrando toda
o teu suspiro
me diz
VAI DEVAGAR
que tua espada
vai me alargar...
então
eu ponho
no encaixe
e tu gemes
e sentes
a espada
entrar
e sentes
o meu pulsar
o meu correr
a despedaçar
o teu ser
e tu queres
mais da espada
dentro de ti
e pedes então
não sai
CONTINUA AÍ...
eu te esfaqueio
a bainha
e tu te entregas
ao teu guerreiro
a bainha cheia
de minhas carnes
eu entrado em ti
e continuo
a te sentir
como parar
de te ferir?
retirado do blog http://tuadevassa.blogspot.com/ **cadela simplesmente**
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