Para erhospalavras@gmal.com
e se autoriza a divulgação
publicaremos aqui
sábado, 25 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
Tropico de Cancer fragmento 35






"Ela fala comigo febrilmente --como se não houvesse amanhã. (Fique quieta, Mona! Olhe apenas para mim... não fale!) Finalmente adormece e eu puxo meu braço debaixo dela. Meus olhos fecham-se. Seu corpo está ali ao meu lado... estará ali até amanhã, sem dúvida... Foi em fevereiro que saí da baía sob uma nevada cegante. A última visão que tive dela foi acenando-me adeus, na janela..(...) Mona acenando-me adeus, na janela. Rosto branco e pesado, cabelos caindo selvagemente. Agora, um quarto abafado, respirando regularmente através das guelras, o líquido ainda escorrendo entre as pernas dela, um odor quente e felino, e seus cabelos na minha boca. Meus olhos estão fechados. Respiramos calidamente um na boca do outro. Bem juntos, a América a três mil milhas de distância. Nunca mais quero ver a América. Tê-la aqui na cama comigo, respirando sobre mim, com seus cabelos em minha boca - considero isso um milagre. Nada pode acontecer agora até amanhã cedo..."
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Passarinhos Anais Nin
"Ele enfiou um joelho entre as coxas dela e afastou-as. Fiquei excitada ao ver Lina tão indefesa e aberta. Comecei a acariciá-la, a despi-la. Ela sabia o que eu estava a fazer, mas estava a gostar. Colou a boca à minha e os seus olhos fecharam-se e deixou que Michel e eu a despíssemos toda.Os seus seios fartos cobriram o rosto de Michel.
Ele mordeu-lhe os mamilos. Ela deixou-o beijá-la entre as pernas e introduzir o pénis, e deixou-me a mim beijar-lhe os seios e acariciá-los. Tinha umas nádegas maravilhosas, firmes e redondas. Michel teimava em afastar-lhe as pernas e em morder-lhe a pele macia, até que ela começou a gemer. A única coisa que Lina permitia era o pénis, portanto Michel possuiu-a e, depois de ela desfrutar, ele quis possuir-me.
Ela sentou-se direita, abriu os olhos e observou-nos pensativamente por um instante, depois tirou o pénis de Michel de dentro de mim e não o deixou tornar a penetrar-me. Lançou-se sobre mim com uma fúria sexual, acariciando-me com a boca e com as mãos. Michel voltou a possuí-la, por trás.Quando saímos para a rua, Lina e eu, enlaçadas pela cintura, ela fingiu não se lembrar de nada do que acontecera. Deixei-a. No dia seguinte, ela foi-se embora de Paris.
" in Passarinhos - Anaïs Nin
Ele mordeu-lhe os mamilos. Ela deixou-o beijá-la entre as pernas e introduzir o pénis, e deixou-me a mim beijar-lhe os seios e acariciá-los. Tinha umas nádegas maravilhosas, firmes e redondas. Michel teimava em afastar-lhe as pernas e em morder-lhe a pele macia, até que ela começou a gemer. A única coisa que Lina permitia era o pénis, portanto Michel possuiu-a e, depois de ela desfrutar, ele quis possuir-me.
Ela sentou-se direita, abriu os olhos e observou-nos pensativamente por um instante, depois tirou o pénis de Michel de dentro de mim e não o deixou tornar a penetrar-me. Lançou-se sobre mim com uma fúria sexual, acariciando-me com a boca e com as mãos. Michel voltou a possuí-la, por trás.Quando saímos para a rua, Lina e eu, enlaçadas pela cintura, ela fingiu não se lembrar de nada do que acontecera. Deixei-a. No dia seguinte, ela foi-se embora de Paris.
" in Passarinhos - Anaïs Nin
sexta-feira, 10 de abril de 2009
fist me, please!
FIST FUCKING, ou FODA COM O PUNHO “…consiste na introdução da mão (punho) na vagina ou ânus. Inicialmente, introduz-se vagarosamente os dedos, até conseguir um relaxamento muscular do parceiro(a). Deve existir uma grande cumplicidade entre as partes para esta actividade. Fisting requer tempo, atenção, cuidado e carinho. Com a lubrificação adequada, fisting não é necessariamente uma experiência dolorosa. De qualquer maneira, é consenso que a prática do fisting não é utilizada para causar dor e sim prazer no(a) parceiro(a) como uma forma intensa de penetração. Praticantes de Fist Fucking dizem que esta é uma actividade sensorialmente profunda, tanto para quem está recebendo como para quem está conduzindo. O fisting tem inúmeros componentes psicológicos: Pode remeter à uma sensação de violação, humilhação ou abandono. O punho é um símbolo de poder, literalmente. A introdução do punho dentro do corpo de um ser humano tem um enorme impacto tanto emocional quanto sexual, pois diferente de objectos artificiais (vibradores, butt plugs, etc.) a destreza e o movimento da mão provoca uma sensação única.”
Do blog: http://olharsublime.blogspot.com/
Do blog: http://olharsublime.blogspot.com/
Sexus Henry Miller
« A doença que vemos em toda a parte, a amargura e a repugnância
que a vida inspira a tantos de nós, mais não são do que o reflexo da
doença que trazemos no nosso interior. A profilaxia jamais nos
protegerá da doença do mundo, porque trazemos o mundo dentro
de nós. Por muito maravilhosos que os seres humanos se tornem,
a soma total será um mundo doloroso e imperfeito. Enquanto
vivermos com a consciência de nós próprios seremos incapazes
de nos avir com o mundo. Não é necessário morrer para se ficar,
enfim, cara a cara com a realidade. A realidade está aqui e agora,
em toda a parte, cintilando através de todos os reflexos que nos
ferem os olhos. As prisões e, até, os manicómios ficam vazios dos
seus habitantes se um perigo mais vital ameaça a comunidade.»
livro SEXUS de Henry Miller
que a vida inspira a tantos de nós, mais não são do que o reflexo da
doença que trazemos no nosso interior. A profilaxia jamais nos
protegerá da doença do mundo, porque trazemos o mundo dentro
de nós. Por muito maravilhosos que os seres humanos se tornem,
a soma total será um mundo doloroso e imperfeito. Enquanto
vivermos com a consciência de nós próprios seremos incapazes
de nos avir com o mundo. Não é necessário morrer para se ficar,
enfim, cara a cara com a realidade. A realidade está aqui e agora,
em toda a parte, cintilando através de todos os reflexos que nos
ferem os olhos. As prisões e, até, os manicómios ficam vazios dos
seus habitantes se um perigo mais vital ameaça a comunidade.»
livro SEXUS de Henry Miller
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Grelo

(... ele acaricia o corpo dela todo, lambe o sexo dela, enfiando a lingua ali, brincando antes com o grelo antes de enfiar a pica, todas as noites, da a ela prazer do anoitecer ao amanhecer, isto é que é homem, não é feito essas lesmas que voces enchem de cuscuz de cordeiros...)
“A Amêndoa – Memórias eróticas de uma mulher árabe”
quarta-feira, 25 de março de 2009
Tutti-frutti









“uma menina de peitos desafiadores, com vários centímetros de pele pedindo mãos e língua. falo com ela, hipnotizada, sonhando com os mamilos que eu queria morder, encher as mãos com aqueles peitos de menina, olhar a surpresa no rosto dela de ver seu corpo tocado por outra mulher, vê-la derreter-se nas sutilezas e delicadezas de lábios tão doces quanto os dela, os olhos fechados de medo e - quem sabe? - modéstia. ela certamente resistiria aos meus avanços para a barriga dourada, mas eu abriria o botão devagar, pedindo calma e paciência. nada, nada vai acontecer sem que ela queira, absolutamente nada. eu experimentaria primeiro o toque por cima do tecido da calça, com meus dedos, pra que a curiosidade aparecesse. sei que ela se mexeria, tentaria se afastar, se esfregaria sem querer. minha língua poderia se insinuar nas dobras do tecido enquanto de leve eu me livraria das roupas dela, mas não sem deixar a calcinha de algodão, de menina. o cheiro dela eu posso adivinhar: aquele cheiro de mar e de verão, quente. mas não posso ir tão rápido, eu preciso deixá-la tranqüila, é preciso que eu massageie suas pernas, seus pezinhos, com leves beijos e toques firmes, ela precisa se sentir segura. as pernas, a bunda, seus quadris, minha pele esfregando na dela sempre, pra que ela sinta como é ser tocada por uma igual. mas sim, eu sentiria o cheiro dela através da calcinha, esfregando meu rosto, meu nariz, morderia de leve por cima do tecido e só então a beijaria, meus peitos contra os dela, um beijo de entrega e doçura, uma promessa. sei que ela esfregaria a buceta coberta pela calcinha nas minhas pernas, implorando carícias, e eu saberia que ela está pronta. poderia finalmente saber, provar, sempre com a ponta da língua e brincando com a calcinha dela, vendo seus olhos se fechando cada vez que eu fechasse meus lábios num beijo melado no seu clitóris, como quem chupa uvas, até a última gota. ela gozaria quase em choro, sem entender nada, pedindo por favor que pare, que não pare. ela sorriria.”
lorelei
TOQUE-ME








Pegue-a pelas mãos, sente-a numa cadeira, sirva uma taça de licor de cacau misturado com licor de cassis e calda de chocolate.
Olhe bem no fundo dos olhos dela, beije seu pescoço, desça a língua, tire a roupinha dela, mas a deixe de lingerie. Aperte, friccione, passe o narizinho pelo seu colo e barriga, sopre seu umbigo. Volte a boca úmida para o colo, aperte seu corpo no dela.
Densamente.
Arranhe suas pernas, chegue com as mãos até perto da vulva. Não toque a VULVA.
Aperte os quadris e, sempre que possível, olhe no fundo dos olhos dela.
Não beije sua boca. Deixe-a sedenta, estremecendo.
Mãos no quadril, olhos nos olhos.
Apalpe a vulva dela ainda com a calcinha.
Simule. Sempre faça quase tudo.
Deixe-a sentindo, imaginando e pedindo.
Morda delicadamente a vulva dela ainda com a calcinha e depois, imediatamente, a beije.
Beije-a em línguas e umidades, sinta o gemido, a tremida do corpo cedendo…
O restante a gente fecha a porta e faz.
Mulheres mais táteis enlouqueceriam com toques parecidos e MELHORES que estes…
Srtª D.V.
http://www.uvanavulva.com.br/
quinta-feira, 19 de março de 2009
" lingua de fogo"




“Com cuidado, depois cada vez mais freneticamente, torno a explorá-lo, coroado de uma virgindade desprezível e magnífica. Ele quer isso. Não tenho Driss nem a cenoura de Bornia na mão. Pego-o e colho-o, severa. Ele pede mais. A extremidade do clitóris desponta, solta, como uma língua de fogo. Sucumbo. Quero isso. Quero a mim. Com o polegar, provoco a ereção sublime. Meu clitóris se escora no indicador caridoso e compreensivo que sustenta sua rigidez. Sua embriaguez. Comprimo essa massa de água e fogo para puni-la. Meu sexo me venceu. Está feliz e vibro até os dedos dos pés com sua felicidade. Mais que tudo, é a superfície macia e branca que me emociona. Gozo com e por esse sexo nu que caçoa de mim. Ele é tão lindo que compreendo que queiram enfiar a língua nele. Não me masturbo: faço amor com o bicho abençoado que goza sem vergonha nos meus dedos. Ele não pára de escorrer e eu de lhe dizer: “Mais... Mais.” É de morrer de rir: apaixonei-me por minha própria boceta. Em uma noite, dei um passo de sete léguas, atravessei o espelho para finalmente me encontrar”.
“A Amêndoa – Memórias eróticas de uma mulher árabe”
Escrito
“Cada boceta traz, desde que nasce, os nomes de quem vai comê-la”.
“A Amêndoa – Memórias eróticas de uma mulher árabe”
“A Amêndoa – Memórias eróticas de uma mulher árabe”
Assinar:
Postagens (Atom)