sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
...o bem dotado
Angela
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Com força e até ao fundo
O sexo é uma arte que todos gostaríamos de dominar. Mas como em todas as formas de arte, há quem a entenda e quem lhe passe ao lado. Na foda passa-se a mesmíssima coisa. Há quem aceite o conceito inscrito na sua génese e quem levante moinhos de vento. Ou seja, há os que percebem a dinâmica sexual propriamente dita, um entra e sai tão simples como inspirar e expirar, e outros que insistem em reinventar a roda.
Se há coisa que me arrepia os pêlos do cu, se os tivesse, é aquele tipo de gajo que acha que foder tem apenas um caminho: o que entra. E uma intensidade: a força. E um destino: bater no fundo. Não há nada mais exasperante para uma mulher que perceber que se não tiver cuidado, em vez de uma foda bem dada lhe vão fazer uma extracção das amígdalas, tal é a força (e o total desconhecimento) com que o macho a penetra. Pior: penetra e lá fica, a hibernar, mexendo o quadril como se a piça fosse uma broca gigante que perfura, perfura, perfura o interior da mulher, qual garimpeiro em busca do ouro. O que interessa é que seja com força e até ao fundo. São homens em missão, obviamente solitária, que, julgo, nascer daquele mito masculino do «todo lá dentro da querida».
Esqueçam os lábios vaginais, as zonas sensíveis que aí existem facilmente estimuladas pela passagem do falo, obliterem o clitóris, obnubilem tudo isso. Para certo tipo de homens, enfiar é a palavra de ordem. Eu até percebo que o sexo possa sufocar com tantas exigências, especialmente no plano do desempenho e da esperada eficácia, mas bolas, por Toutatis!, que raio de fixação! É uma espécie de foda à coelho, um lapin despropositado, um bailado desconexado numa caixa velocidades com apenas uma mudança: a quinta.
Caríssimos machames, não sejam apressados. Perfilem-se na pole position e dêem as voltas de aquecimento necessárias. Usem a dita caixa de velocidades de todas formas possíveis e sejam indulgentes com as várias combinações que ela vos permite.
E já agora, quando sentirem a vossa piça embater na parede, se calhar é porque a pista acaba ali…
Fiz-me entender queridos?
Claro que fiz…
sissi
Se há coisa que me arrepia os pêlos do cu, se os tivesse, é aquele tipo de gajo que acha que foder tem apenas um caminho: o que entra. E uma intensidade: a força. E um destino: bater no fundo. Não há nada mais exasperante para uma mulher que perceber que se não tiver cuidado, em vez de uma foda bem dada lhe vão fazer uma extracção das amígdalas, tal é a força (e o total desconhecimento) com que o macho a penetra. Pior: penetra e lá fica, a hibernar, mexendo o quadril como se a piça fosse uma broca gigante que perfura, perfura, perfura o interior da mulher, qual garimpeiro em busca do ouro. O que interessa é que seja com força e até ao fundo. São homens em missão, obviamente solitária, que, julgo, nascer daquele mito masculino do «todo lá dentro da querida».
Esqueçam os lábios vaginais, as zonas sensíveis que aí existem facilmente estimuladas pela passagem do falo, obliterem o clitóris, obnubilem tudo isso. Para certo tipo de homens, enfiar é a palavra de ordem. Eu até percebo que o sexo possa sufocar com tantas exigências, especialmente no plano do desempenho e da esperada eficácia, mas bolas, por Toutatis!, que raio de fixação! É uma espécie de foda à coelho, um lapin despropositado, um bailado desconexado numa caixa velocidades com apenas uma mudança: a quinta.
Caríssimos machames, não sejam apressados. Perfilem-se na pole position e dêem as voltas de aquecimento necessárias. Usem a dita caixa de velocidades de todas formas possíveis e sejam indulgentes com as várias combinações que ela vos permite.
E já agora, quando sentirem a vossa piça embater na parede, se calhar é porque a pista acaba ali…
Fiz-me entender queridos?
Claro que fiz…
sissi
sábado, 16 de janeiro de 2010
Viciante Totalmente viciante.
Gosto de prolongar o prazer. Imaginar isto e aquilo, sentir-me ficar húmida. Roçar as pernas, passar as mãos pelas calças. Fantasiar... Só depois me dou a luxo de saciar o corpo.
Deitar-me, com tempo, tirar as cuecas e ficar a observar-me. Tentar perceber, dia após dia, o que me agrada mais. Apertar-me, massajar as coxas. Com a mão esquerda (sempre com a esquerda) afastar os lábios e deslizar os dedos pelo sexo até ficarem completamente húmidos.
Voltar ao clitóris, brincar em movimentos circulares, como se seguisse o percurso dos ponteiros de um relógio. Começo com movimentos lentos, sinto-me ficar quente, o clitóris incha ligeiramente... fico mais sensível. A respiração torna-se mais ofegante... Os movimentos aumentam de velocidade...
Arqueio as costas... penso em qualquer coisa (ou qualquer pessoa?) que me excita muito... Mordo a almofada, não quero fazer barulho. As pernas tremem-me ligeiramente, o calor, os espasmos... orgasmo.
Viciante. Totalmente viciante.
Vontade
Deitar-me, com tempo, tirar as cuecas e ficar a observar-me. Tentar perceber, dia após dia, o que me agrada mais. Apertar-me, massajar as coxas. Com a mão esquerda (sempre com a esquerda) afastar os lábios e deslizar os dedos pelo sexo até ficarem completamente húmidos.
Voltar ao clitóris, brincar em movimentos circulares, como se seguisse o percurso dos ponteiros de um relógio. Começo com movimentos lentos, sinto-me ficar quente, o clitóris incha ligeiramente... fico mais sensível. A respiração torna-se mais ofegante... Os movimentos aumentam de velocidade...
Arqueio as costas... penso em qualquer coisa (ou qualquer pessoa?) que me excita muito... Mordo a almofada, não quero fazer barulho. As pernas tremem-me ligeiramente, o calor, os espasmos... orgasmo.
Viciante. Totalmente viciante.
Vontade
Despe-me.
Undress me.
Despe-me.
Tira-me a tanga. Deita-me na cama, abre-me as pernas, faz pressão sobre as coxas, para que fiquei quieta. Lambe-me. Só páras quando me vier. Quando as pernas me estremecerem e me contorcer. Quando arquear as costas e apertar a almofada com as mãos.
Não é um pedido. É uma ordem.
Vontade
http://vontadedeteter.blogspot.com/
Despe-me.
Tira-me a tanga. Deita-me na cama, abre-me as pernas, faz pressão sobre as coxas, para que fiquei quieta. Lambe-me. Só páras quando me vier. Quando as pernas me estremecerem e me contorcer. Quando arquear as costas e apertar a almofada com as mãos.
Não é um pedido. É uma ordem.
Vontade
http://vontadedeteter.blogspot.com/
Acordo
Sinto-me agitada. Tento recordar com o que sonhei, mas não consigo. Estendo o braço direito... Toco-te. Estás aqui, ao meu lado. O coração começa a abrandar o seu ritmo.
Fico a olhar-te. Estás a dormir, tranquilo. O sobe e desce do teu peito é calmo. Viro-me para ti, observo as linhas do teu rosto, o cabelo, os ombros... Atrais-me.
Num impulso deslizo os braços para o interior dos lençóis. Tiro as calças do pijama. Excita-me pensar em masturbar-me enquanto dormes. Levo dois dedos à boca, lambo-os e deixo-os deslizar entre as minhas pernas. Em movimentos circulares estimulo o clitóris. Demoro pouco a chegar ao orgasmo. Tento adivinhar a tua reacção se acordasses e me visses a tocar-me, a teu lado. Aposto que ias gostar.
Agora apetece-me acordar-te. Quero mais.
Ergo o meu corpo e deito-me sobre ti. Despertas. Beijo-te, mordo-te os lábios. "Bom dia"... Ergo a perna e encaixo-me em cima de ti. Levo os dedos com que me masturbara à tua boca. Sorris.
Quero-te. Enfio-me entre as mantas e coloco-te na minha boca. Sinto-te ficar duro na minha boca. Sabe tão bem... As mãos passeiam-se pelas tuas pernas, enquanto te chupo. Agarras-me o cabelo, impões o teu ritmo...
Levantas-te de repente e sentas-me ao teu colo. Cobres-me com os lençóis quando me sentes arrepiar de frio. Tocas-me, sentes-me molhada, desejosa de ti.
Encaixo-me em ti. Gosto da primeira penetração, do momento inicial. Gosto de te ter dentro de mim. Pouso os meus braços nos teus ombros, agarro-te o cabelo. Quero que me beijes enquanto me movimento.
Coloco as mãos na parede quando me sinto mais entusiasmada. O ritmo intensifica-se, sinto pequenos espasmos a percorrerem-me o corpo. Venho-me. Sinto-me tremer. Agarras-me nas ancas e obrigas-me a continuar mais uns segundos. Gosto da tua reacção quando chegas ao orgasmo.
Deitas-te e enrosco-me no teu peito. Voltamos a adormecer.
Um conto é apenas isso, um conto.
Vontade
Fico a olhar-te. Estás a dormir, tranquilo. O sobe e desce do teu peito é calmo. Viro-me para ti, observo as linhas do teu rosto, o cabelo, os ombros... Atrais-me.
Num impulso deslizo os braços para o interior dos lençóis. Tiro as calças do pijama. Excita-me pensar em masturbar-me enquanto dormes. Levo dois dedos à boca, lambo-os e deixo-os deslizar entre as minhas pernas. Em movimentos circulares estimulo o clitóris. Demoro pouco a chegar ao orgasmo. Tento adivinhar a tua reacção se acordasses e me visses a tocar-me, a teu lado. Aposto que ias gostar.
Agora apetece-me acordar-te. Quero mais.
Ergo o meu corpo e deito-me sobre ti. Despertas. Beijo-te, mordo-te os lábios. "Bom dia"... Ergo a perna e encaixo-me em cima de ti. Levo os dedos com que me masturbara à tua boca. Sorris.
Quero-te. Enfio-me entre as mantas e coloco-te na minha boca. Sinto-te ficar duro na minha boca. Sabe tão bem... As mãos passeiam-se pelas tuas pernas, enquanto te chupo. Agarras-me o cabelo, impões o teu ritmo...
Levantas-te de repente e sentas-me ao teu colo. Cobres-me com os lençóis quando me sentes arrepiar de frio. Tocas-me, sentes-me molhada, desejosa de ti.
Encaixo-me em ti. Gosto da primeira penetração, do momento inicial. Gosto de te ter dentro de mim. Pouso os meus braços nos teus ombros, agarro-te o cabelo. Quero que me beijes enquanto me movimento.
Coloco as mãos na parede quando me sinto mais entusiasmada. O ritmo intensifica-se, sinto pequenos espasmos a percorrerem-me o corpo. Venho-me. Sinto-me tremer. Agarras-me nas ancas e obrigas-me a continuar mais uns segundos. Gosto da tua reacção quando chegas ao orgasmo.
Deitas-te e enrosco-me no teu peito. Voltamos a adormecer.
Um conto é apenas isso, um conto.
Vontade
Cala a boca e me beija?
Afinidades, complementos de desejos. Te provocar me provoca arrepios e vontades. Vontade de te maltratar docemente com meu olhar e com meus dedos, de te torturar cruelmente com minha língua e com meu sexo. Te amarrar talvez, apenas para te ter ainda mais indefeso e entregue. Te levar ao limite de implorar me ter de uma vez por todas com você dentro de mim, rasgando, invadindo e curando sua aflição com o bálsamo da minha boca.
Branca de Neve
Branca de Neve
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Punhetou, lambeu, chupou...

Olá...mais uma quarta-feira...mais uma formação...está quase acabar...
Ontem foi a apresentação e defesa dos trabalhos realizados...correu-nos muito bem. No final fomos todos, até a formadora, para um snack-bar comer qualquer coisa e ver o futebol. Sentamos-nos em várias mesas, o grupo era grande, pedidos feitos e cerveja para todos...olhos na TV.
Ladeado por duas "feras" tranquilamente assistia ao jogo...golo de Portugal...empate para o Brasil...
Desliguei-me do jogo e comecei a conversar com as minhas parceiras....discretamente falávamos do encontro passado. A Pink disse que no dia seguinte não se conseguia sentar muito bem...mas que o marido deu continuidade ao assunto...a Maria disse apenas que já estava habituada...imaginem a nossa conversa cheia de códigos no meio dos outros colegas....parecíamos malucos.
Confesso que estava a ficar com tesão e de vez em quando passava a mão na Pink ou na Maria...
O meu menino já pulava dentro das calças....e fui à casa de banho...prontamente fui seguido por Maria que me empurrou para dentro da casa de banho das senhoras...fechou a porta e arrancou-me as calças...libertando o meu "menino" que de imediato abocanhou...
Punhetou, lambeu, chupou...fez de tudo ao meu "menino"...já não aguentava mais....Maria bebeu o meu leitinho sem desperdiçar uma gota...gulosa....doida...maluca chamava-lhe eu...e continuou a chupar...
Levantei-a...encostei-a à parede...enfiei-lhe a minha mão entre as pernas de encontra à sua gruta e sem piedade enfiei-lhe dois...três dedos...gemeu...rebolou...
O seu mel escorria pelos meus dedos...pela minha mão...pelas suas coxas...Maria tinha uma cascata no meio das pernas...
Enfiei-lhe o meu "menino" ainda meio "adormecido" e um grito de prazer encheu o espaço...Maria estava a ter um orgasmo...não parei de a penetrar...a cada estocada Maria ficava mais molhada...vim-me dentro de Maria...aumentando o caudal da sua cascata...
Estávamos corados, suados...e a cheirar a sexo...tentamos minimizar as aparências...mas era quase impossível ...
Saímos da casa de banho ainda arfar...dirigimos-nos ao balcão para pedir mais uma cerveja...e olhamos para Pink que sorria, como que sabendo o que tinha acontecido...o resto do grupo nem deu pela nossa falta, estavam concentrados no futebol e na comida.
Sentamos-nos e Pink procurou logo saber pormenores...Maria disse-lhe que mais tarde lhe contava tudo...
Após uma "refeição" quente comi uma refeição fria, a francesinha-especial estava gelada...mas não tive coragem para pedir que a voltassem aquecer...
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
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