domingo, 11 de abril de 2010

Penetro minha lingua




(...)
E me levam. Subindo pelo seu colo... O pescoço. O queixo. E nossos lábios, agora molhados, se encontram. Sinto sua respiração ofegante a esquentar minha pele. E minha língua desliza para se perder dentro de sua boca. A sensação das duas línguas se tocando é em si um êxtase. Passam a flertar uma com a outra, despretensiosamente. A namorar. A demorar-se no beijo. E quer mais: a mão em minha nuca pressiona-me mais para dentro. E a dança vai se tornando outra. Voluptuosa. Ardente. Faminta. Como nossos corpos a repetirem um com o outro a urgência de nossas bocas.

O roçar de nossas pernas... Minha perna entre as suas. O vestido subindo, e ela ajuda: levanta o corpo e com uma mão de cada lado o sobe mais, até perto da cintura. Posso então sentir seu monte lisinho... Ao nos esfregarmos. E ela já me molhando, lambuzando minha coxa. Também deve sentir minha excitação que, aliás, tomou o lugar dos meus pensamentos desde o início. Preferi não pensar. Apenas viver. Sentir.

Vou descendo pelo seu corpo... Descendo. E chego ao monte nu, absolutamente sem pelos. Visão que me atordoa. Abaixo: sua vulva, da cor dos mamilos, carnuda... Encharcada, dilatada, semi-aberta. O interior rosado. E aquele clitóris protuberante, pedindo, querendo... Ela, com os pés sobre a cama, dobra os joelhos e abre as pernas, implorando minha boca. Que não a tem. Começo a beijar-lhe a parte interior das coxas, brinco ao redor com minha língua e a sinto em delicioso desespero. Nem eu vou resistir muito mais tempo. Passo a lamber-lhe os lábios. Saber cada contorno. Minha saliva e seu líquido: uma combinação química perfeita. Sinto seu cheiro... Enfio minha língua e provo, delicioso licor. Para subir e estar às voltas, agora, com seu clitóris. Que a pontinha da minha língua toca muito suavemente para só depois começar meus carinhos, circulares, enquanto seu corpo se contorce e a respiração ofega. E continuo, continuo... Num ritmo de uma dança não combinada, mas perfeita. Longa dança, descobrindo-nos a cada passo. Dançam de forma apaixonada: seu clitóris e minha língua, tornam-se como um.

Mas eu paro. Para sua tortura e para deleitar-me num beijo mais longo em seus lábios fartos. Penetro minha língua. A umedeço ainda mais em seu próprio líquido e retorno. Seguro suas coxas... E ela me puxa pelos cabelos. Adentro. A subir e a descer o quadril, me apertando contra ela. Por vezes se solta, e então continua sozinha o movimento a minha língua. E aí não paro. Não paro mesmo. Enquanto ela suspira, geme, sussurra coisas sem nexo. E que neste momento entendo tão bem. Eu quero... Que seja intenso, forte, inevitável. Percebo suas costas levantarem-se. Apenas elas, o pescoço caindo para trás. O estremecer daquele corpo ardendo, e um grito, quase gemido. A força dos movimentos do seu corpo a me surpreender, o contraste com a aparente fragilidade. Ela parece desmaiar. E eu vagarosamente vou me aquietando. Deliciando-me junto, em cada momento. Breves eternidades. Sinto a satisfação como se aquele gozo fosse o meu. Sou eu que não consigo esconder o sorriso. E ela respira, passa as mãos por entre os próprios cabelos, o rosto. Entreabre os olhos e os fecha novamente. Desfalece. Aquele instante poderia durar a vida inteira.
(...)


L

sábado, 10 de abril de 2010

Paixão





"Se não se passou pela obrigação absoluta de obedecer ao desejo do
corpo
, isto é, se não se passou pela paixão, nada se pode fazer na
vida."


Marguerite Duras

quinta-feira, 8 de abril de 2010

sentia a buceta arder de tesão







Então ás vezes ela sentia a buceta arder de tesão. Era então como se ela fosse somente sexo, somente pele, somente os bicos dos seios. E tivesse sido criada, moldada e formada para o prazer, para ter prazer, para ser tocada e beijada, com cuidado, sem cuidado, com violência, força e todo carinho e tesão do universo. Ela era inteira pele, inteira sentidos, inteira sexo. Então ela sabia, sempre, que era linda, inteira e poderosa e tinha a felicidade ali nas suas mãos.

E logo suas mãos desciam, onde quer que estivesse. Dessa vez foi no trânsito, em meio aos carros da cidade, ela sentia sua buceta latejar e não havia como não responder. Lá estavam seus dedos. A primeira sensação de prazer: seu sexo quente e molhado, pulsante, carnudo,.Ela se inclina para sentir melhor, fecha os olhos, morde os lábios e se lembra das sacanagens que já fizera. Seu botão de flor inchado, sensível ao menor toque, seus bicos dos seios duros, prontos para serem chupados. Ela se toca inteira, se contorce como uma gata no cio, ronrona, leva seus dedos úmidos ao nariz, sente seu cheiro, leva aos dedos à boca, sente seu gosto, gosto de boceta molhada, gosto de sexo. Passa suas unhas pelo rosto, pela barriga, se ama inteira, sente seus seios e volta ali, para sua flor. Que se abre, floresce, orvalhada de tesão. Ela é só, e ela é o mundo inteiro, multiplicada por mil, pois cada poro, cada célula, sente e pulsa. Ela é puta, vadia, cadela. Quer beijar um peito, quer sentir um pau. Ela lembra dele, dele e dele. E todas as mãos e línguas e murmúrios dos melhores amantes que teve preenchem-lhe o corpo. Ela mal se aguenta. Chega em casa, sobe, com urgência. Se despe, e nua, entrega-se às artes de suas mãos, descobre seus cantos, fala, baixinho, para si mesma: sua puta , sua putaaa.. Lateja, molha, geme beixo e alto, contrai-se inteira. Seus dedos sabem o caminho, seu corpo sabe, cada vez mais rápidos, exploradores, violentos, sem pausa, ela grita, quase salta de si mesma, e entrega-se à tremedeira do orgasmo profundo.

Lua

sábado, 3 de abril de 2010

ESPADA

(AD)

a palma da mão
aberta
a gota
de óleo
cai
se esparrama
outra mão
uma contra a outra
as mãos cheias
do óleo
e tu então
pega a espada
afiada
e te pões
a deixá-la
preparada
para
a função
à qual
é dedicada
fazer morrer
de amor
o teu ser
tu cuida
da espada
com carinho
tu acaricia
tu tocas
com cuidado
tu levas o óleo
por toda ela
e deixa pronta
para teu deleite
então te deitas
e oferece
a bainha
para o encaixe
tu mostras
VEM POR AQUI
o caminho mais curto
para entrar em ti
e fecha os olhos
para sentir
a espada
entrando toda
o teu suspiro
me diz
VAI DEVAGAR
que tua espada
vai me alargar...
então
eu ponho
no encaixe
e tu gemes
e sentes
a espada
entrar
e sentes
o meu pulsar
o meu correr
a despedaçar
o teu ser
e tu queres
mais da espada
dentro de ti
e pedes então
não sai
CONTINUA AÍ...
eu te esfaqueio
a bainha
e tu te entregas
ao teu guerreiro
a bainha cheia
de minhas carnes
eu entrado em ti
e continuo
a te sentir
como parar
de te ferir?




retirado do blog http://tuadevassa.blogspot.com/ **cadela simplesmente**

terça-feira, 30 de março de 2010

sexo virtual sexo webcam





Sexo webcam, sex web cam

Como fazer sexo pela webcam ? Facil..

Primeiro crie um clima de excitação, não adianta nada querer forçar as coisas, deixe a conversa seguir rumos eróticos, mas tudo muito misterioso, como quem não quer nada. Faça de conta que nada foi de propósito, o clima veio de onde menos se esperava, mas deixe-a perceber sutilmente que você também está com tesão. Assim que o papo esquentar, começe a falar de partes do corpo específicas,( do seu corpo e do corpo dela) provoque-a falando dessas áreas, no começo não mostre nada, só provoque, passando a mão, ou mostrando por um fino tecido. Continue a provocação até perceber que ela não agüenta mais de vontade de ver alguma coisa mesmo, comece então a tirar a roupa. Primeiro a camisa, mostre somente o umbigo, passando o tecido bem rente à sua pele, mostrando e escondendo, até que comece a mostrar com mais liberdade. Então tire tudo, mostre os mamilos, os braços, e tente a provocar com as contrações dos teus músculos, se não os tens, faça academia por um mês seguindo tudo certinho que já vai dar pro gasto. Agora a parte mais importante, da cintura pra baixo tudo pode acontecer, vá abaixando o que quer que estiver vestindo, mostrando o começo dos pêlos, se não os tem, para de depilar os pelos pubianos, eles podem ser o diferencial nesse momento. Vá descendo cada vez mais, fazendo com que ela veja o começo do pênis, só o começinho! Mas não mais que isso, volte tudo pro lugar e comece a massagear o pênis pela calça, aperte bem, deixe-a ter uma idéia do tamanho já nessa altura. Agora tire a calça! Fique só de cueca, se seu pênis estiver ereto melhor ainda! Mas se não estiver, comece a acariciar-lo e falar coisas do tipo: “Quer ver isso crescendo?...” “Me diz o que quer fazer com isso tudo...” “Faz ele ficar inchado por ti...”. Depois de ter o pênis ereto é a melhor parte, a provocação extrema, tire a cueca! Deixa ver bem o tamanho e os detalhes do teu pênis, comece a se masturbar e mostrar todos os ângulos do teu membro, inteiro, zoom na glande, por baixo mostrando o saco, por cima mostrando a grossura de como ela viria se chupasse, quando mostrar o saco tente apertar-lo um pouco para que ela sinta vontade de pegar também. Continue a se masturbar e deixar claro que está muito excitado só de saber que ela está também, geme, respire ofegante... Isso vai deixar-la louca! E continue isso até que ela tenha o orgasmo, mas veja bem! Tente ser criativo! Surpreenda-a a cada dia com coisas novas, como novos ângulos, novas poses, novas provocações... Isso foi só uma introdução para uma vida de sexo virtual bem saudável e divertida. Bem, faça desse guia o começo de muitas noites de excitação e prazer com sua parceira distante, e podes ter certeza que quando se encontrarem, o recinto vai flamejar de excitação! Nem as mais santinhas escapam, é só fazer do jeito certo, com calma e passando confiança, segurança e maturidade.


http://pt.shvoong.com/

segunda-feira, 29 de março de 2010

como dar cuzinho sem dor



como dar o cuzinho sem dor

Resolvi escrever esse manual do sexo anal para ajudar casais e mulheres em geral que tem o desejo ou a curiosidade de praticar o sexo e não fazem por receios, medos ou falta de informação.

Embora detalhe situações que ajudam significativamente a relação anal, existem fatores imprescindíveis para o ato anal prazeroso que é o desejo, a segurança, algumas técnicas, limpeza e lubrificação, essas responsabilidades cabem mais ao homem que terá que ser o senhor da situação e principalmente se colocar em segundo plano, pois só a mulher corre o risco de sentir incômodos. Um conselho aos homens, Não sejam egoístas, nas primeiras relações, foquem a mulher, no prazer dela, fiquem em segundo plano, garanto que a recompensa virá depois.



- Parte I - Introdução (uiê!)



- Parte II – Limpeza



- Parte III – Preliminares



- Parte IV (e última): Posições



Dica: Todas as informações abaixo são importantes mais essa dica é essencial. No momento da penetração no sexo anal, o correto é fazer o contrário do que as maiorias das mulheres fazem, ou seja, na introdução, a mulher deve fazer o movimento de expulsão do pênis com o ânus, dessa forma ao tentar expulsar, o ânus abre e o pênis vai entrando gradativamente. Não esqueça de um bom lubrificante como o KY Gel vendido em todas as farmácias.

Parte I - Introdução (uiê!)

Não é preciso discorrer muito para dizer que todos temos tesão por bunda. Uma bunda gostosa é algo que atrai qualquer um; recentemente, até as mulheres começaram a elogiar publicamente bundas masculinas.



Os homens, claro, adoram a das mulheres. E há os que gostam das bundas de seus iguais (mulheres de mulheres, homens de homens). Não há uma variante sexual que não inclua a bunda como algo delicioso na foda, por mais específica que seja a orientação de alguém.



Mas uma coisa é bunda, outra coisa é sexo anal. Ou, para ser mais chique: bunda é bunda, cu é cu.



Quase todas as mulheres adoram saber que portam uma bunda atraente. Vaidade é vaidade, né? Mas quase nenhuma realmente gosta de ofertar o bumbum assim tão literalmente. Gosta que gostem, mas não que entrem.



Qual a posição favorita de quase todo mundo? De quatro, claro. Há quem goste da mulher por cima, ou a famosa de ladinho, ou até papai-mamãe. Mas a de quatro, se não é a favoritaça, quase empata com alguma outra. Vocês sabem que não estou falando mentira.



Existe toda a idéia da dominação, da submissão, do gingado, do rebolado e muitas outras explicações mirabolantes. Mas a grande verdade é que essa posição é legal porque a dita cuja está lá, rebolando maravilhosamente. Sim, ela: a bunda. Se oferecendo toda.



De novo, a mesma ressalva: bunda é bunda, cu é cu. A bunda rebola, se oferece, mas a penetração é na buceta (me recuso a dizer "penetração vaginal"; desculpem os mais frágeis, mas isto não é uma palestra científica). A bunda é para olhar, pegar, puxar, dar uns tapas, mas comer, comer mesmo, aí complica, né?



Poucas gostam. Muitas odeiam, algumas toleram, mas gostar de verdade, ah!, poucas gostam. E vocês, mulheres, sabem que não estou mentindo. Ter efetivo tesão no cu é coisa não somente para "poucas e boas", mas sim "raras e ótimas". Bem aventurado o homem que tem a seu lado - ou, melhor ainda, debaixo ou sobre si - uma mulher com libido anal. Eta, ferro!



Por mais que eu goste de bunda, e por mais que goste de sexo anal, confesso que prefiro comer a buceta. Jamais recuso um cuzinho, mas não sou de forçar a barra. Se rolar, ótimo; se não rolar, ótimo também. O segredo de comer um cu é não ter pressa. E nem ser exigente.



Sexo "à força" é legal para dar um clima, realizar uma fantasia, mas cu é coisa delicada. Comer um cu à força pode transformar o "vem cá, minha nega" numa verdadeira catástrofe. E não é preciso ter o pau do John Holmes para machucar. O negócio é tão sensível que até um dedinho inconveniente pode causar um incômodo desgraçado. De novo, as moças sabem que não estou mentindo. Ô se sabem, né?



Como diz o título, o tema é uma 'série' que pretendo publicar aqui. Falarei sobre preliminares anais (sim, lambida e dedinho), técnicas de "dilatação" (ei, não assustem, o termo é esse, mas ninguém vai usar macaco-hidráulico) e acessórios para a dupla penetração.



Encerro dando a única dica que considero válida para a mulher que não gosta de sexo anal: se não gosta, não faz. Sério. Sexo é para ser gostoso, não um castigo. Sexo é pecado, não pagamento de pecado. Quer agradar o cara? Faça um boquete bem feito, sei lá, inventa. Mas não sofra dessa forma.



É sério mesmo.



Se você nunca provou, então prove. Só será bom se você estiver bem relaxada e cheia de tesão. Se estiver encanada ou não muito elétrica, deixa para provar outro dia. E, mesmo estando com os "pressupostos objetivos" em dia, pode não ser legal. E daí? Sexo é algo infinito. Se não rola anal, rola todo o resto.



Ah! Vocês, mulheres, já sabem disso, né? Os homens é que insistem. Ok. Então, amiguinhos, releiam esses últimos parágrafos como se fossem dicas para vocês. E deixem de ser chatos!








Parte II - Limpeza

O assunto é desagradável numa roda, tanto mais numa conversa a dois, mas como isso aqui é um manualzinho frio e calculista, não há problema algum em abordar o tema.

Vocês, mulheres, odeiam homens sem higiene, não é mesmo? E odeiam com razão, é claro! Ninguém merece gente suja. Sexo é coisa limpa, e essa coisa de 'tomar banho junto' só é legal quando todos já estão banhados e o chuveiro serve mais pra cenário.

Esfregação de bucha e tiração de azedo são coisas necessárias, mas não ajudam no tesão. Portanto, fazemos isso dentro de nossa intimidade.

Quando o assunto é sexo anal, os cuidados vão além disso, mas pode-se seguir a mesmíssima regra: faça na intimidade aquilo que é constrangedor, mas serve para evitar constrangimentos ainda maiores.

Não é novidade para ninguém que essa modalidade sexual envolve um orifício tradicionalmente voltado para atividades pouco eróticas (há quem goste, é verdade, mas enfim...).

Desse modo, tenho certeza absoluta de que todos sabem muito bem quão necessária é uma boa limpeza. E a boa limpeza não se resume apenas àquela esfregadinha mais profunda, ou ao dedinho que leva a espuminha do sabonete mais pra dentro. É preciso mais. Bem mais.

Se você pretende fazer sexo anal sem riscos de surpresas desagradáveis, a única saída (sem trocadilhos agora, por favor) é fazer uma lavagem interna; o popular 'enema' ou 'ducha íntima'.



Claro que nem todo sexo anal é premeditado, mas a grande maioria é, sim, presumível. O melhor a fazer é não se arriscar. Há chance de rolar um cais-cais-cais no forévis? Faça a lavagem.

Procedimento de Limpeza Íntima

Algumas partes são meio constrangedoras, mas este manual serve também para isso: passar informações desagradáveis que dificilmente são obtidas numa conversa do dia-a-dia.

1 - Compre na farmácia uma ducha íntima (se tiver vergonha, peça pela Internet numa dessas drogarias virtuais - o entregador não chegará dando risadinhas, acredite). É importante comprar 'na farmácia' simplesmente porque é mais barato. Num sex shop, a mesma duchinha custa o triplo do preço;



2 - O aparelho consiste em uma bombinha de água. É uma espécie de 'bola' de borracha, com uma válvula a ser introduzida no cu (em geral, o produto vem com duas válvulas, a mais grossa é - em tese - para a buceta);



3 - Sei que esse item terceiro é inócuo para quem tem mais de três neurônios, mas vamos lá. O método de uso é o seguinte: enche a bolinha de água, enfia a válvula no cu e aperta. Apesar da válvula anal ser bem pequena, use um lubrificante para introduzi-la. Não adianta se limpar para depois ficar dolorida;



4 - O item quarto é sim muito importante! Depois de apertar, você tira a duchinha ainda apertada, sem soltar a mão. Depois que ela saiu inteira, aí você solta a mão (em caso contrário, ela se encheria de novo e você faria uma lambança realmente inacreditável);



5 - O objetivo é lavar, não fazer tortura, então não é para demorar com a água dentro de si. Solte o quanto antes. Observe o que saiu e repita o procedimento até estar tudo limpinho. Eu sei, é nojento e blábláblá. Mas é o jeito;



6 - Obviamente, não é para fazer grandes refeições depois da limpeza.



Importância da Coisa



Alguns homens, depois de ler esse 'manual de limpeza', vão achar que agora sim tudo está perdido. Já estava difícil comer o cu da patroa, agora é que não vai rolar mesmo, pois ela jamais vai fazer tudo isso.



Quem pensa assim, não conhece as mulheres.



Sozinhas, sem o olhar dos namorados/maridos/casos etc., elas fazem QUALQUER COISA que as torne mais bonitas e interessantes. Obviamente, a regra vale para evitar um dos maiores riscos do sexo anal.



Você, meu amigo, não está com essa bola toda não. Você acha que sua mulher evita o sexo anal por causa do tamanho do seu pau? Nem sempre é assim. Muitas garotas (muitas!) morrem de medo dos constrangimentos escatológicos - muito mais do que de sentir uma dorzinha.



Deixe de ser prepotente e 'pintocêntrico' e apenas pense. O que é pior: uma dor lancinante ou escorrer cocô no pau do homem amado? Pois é...



Mulheres fazem coisas doloridas o dia todo. Depilação, ginástica, uma porrada de coisa. Uma dorzinha sexual não as derrubaria tanto (ainda mais se vem acompanhada de um grande prazer).



Claro, há casos em que REALMENTE o medo é de doer. Por outro lado, há vários casos em que as mulheres 'tentam', 'reclamam que doeu', mas na verdade a tentativa foi meio forjada, para o cara pensar que ela até toparia e tal. Ela não topou não foi somente por dor, mas sim por receio, constrangimento etc.



Em suma, talvez você consiga fazer sexo anal se sua patroa souber dos 'procedimentos de segurança'. Mas aí entra uma outra questão: ela não pode saber por você. Isso mesmo. Algumas pessoas não gostam de partilhar esse tipo de intimidade, então não arrisque.



Se sua parceira é do tipo mais acanhado, faça a notícia chegar de alguma forma indireta. Se for o caso, indique esse blog, como quem não quer nada, dizendo que os textos são legais, ou que há fotos bacanas. E torça para ela ler tudo - menos este parágrafo.















Parte III - Preliminares



Nossa maravilhosa e profunda (uiê!) série do sexo anal continua. Depois da noção geral e do aspecto higiênico, agora falaremos das práticas que antecedem o 'sapeca' propriamente dito.



O sexo tem preliminares; o sexo anal tem preliminares especiais. Beijos, carinhos, bebidas, música... tudo isso pode ser considerado 'preliminar' num sentido amplo. Não é disso que se trata este texto. Falo aqui das preliminares exclusivas do sexo anal.



Sexo Oral



Antes de tudo, é bom observar aquela parte lá da higiene. E, mesmo assim, a coisa tem seus riscos. Mas é o tal negócio: sexo com nojo não é sexo, é bichice. Então é para cair de boca e lamber o cuzinho da moça, sim. Sem dó nem piedade. É uma forma de estimular a região, sem qualquer tipo de agressão ou atrito.



Se ela tiver alguma aversão ou se ela for do tipo que não faz de forma alguma, essa preliminar será aflitiva o suficiente para que ela não permita prosseguir, de modo que não haverá sexo anal - mas você não precisou meter metade do pau para descobrir isso. Ou seja, não há dor para qualquer um dos dois.



Se for bem o inverso (ou seja, ela curtir), então é o caminho certo. O sexo oral ajudará no estímulo e fará com que ela relaxe e tenha mais tesão. Relaxamento e tesão são as únicas receitas realmente boas para o sexo anal. Esse negócio de posição, almofadinha e quejandos é tudo conversa mole. O negócio é ela estar com tesão e relaxada (e também haver um bom gel). Só.



Dedada



Seria, digamos assim, uma segunda etapa; depois da língua, o dedo. Mas não é para enfiar de uma vez, e sim acariciar superficialmente, sem pressa. Uma forma de fazer isso é durante a penetração vaginal. Mete na buceta e acaricia o cuzinho numa boa, por fora mesmo.



Basta uma noção de semiótica para saber se ela gosta. Em caso positivo, haverá reações bastantes para você ter certeza. Em caso negativo, provavelmente ela dará um jeito de deixar claro. Algumas moças não são sutis nisso, então você pode realmente ficar em dúvida; a dica, nesse caso, é não arriscar.



Porque esse negócio de "quem arrisca não petisca" não vale para o sexo anal. Quando se trata de penetração no cu, o 'petisco' independe de esperteza ou rapidez. É preciso sintonia. Não faça nada na dúvida, pois a chance de dar chabu é muito alta.



Depois de uma brincadeirinha 'nas redondezas', é claro que é preciso enfiar o dedo. Mas sempre na manha, obedecendo o ritmo de vocês dois. Não existe uma regra geral. A única norma é essa: respeite a sintonia. Em alguns casos, tudo rola rápido e sem firulas; em outros, é tudo mais calminho. Como não existe o 'manual da sensibilidade', então aprenda na raça. E sem pressa.



Gel



Não entre nessa onda de usar métodos alternativos. Manteiga deu certo no filme? Ok, maravilha, mas na vida real use-a para a culinária. Todas essas variantes macabras são mais para o desespero do que para os casos normais.



Há quem use de azeite a creme rinse, de cuspe a 'água com sabonete'. Saia fora. Se for para usar algo que não seja gel, que seja a própria lubrificação da mulher. Se ela não molhou o suficiente, não sou eu o culpado, né?



E nada de inovar, mesmo se tratando de gel. Anestésico é uma puta roubada, pois ele não anestesia somente o cu dela, mas também seu pau. Ou seja, ninguém sente nada. Nem dor, nem muito. Uma merda.



Coisinha com sabor também é o fim da picada. Qual o objetivo de passar um gel de baunilha no rabinho da sua mulher? Sem comentários, não é mesmo? Use o bom e velho KY, que nunca deixou ninguém na mão.



No mais, aproveite. A próxima e última parte deste manualzinho falará do lero-lero propriamente dito.





Parte IV (e última): Posições



As posições do sexo anal não visam somente ao aumento de prazer. Algumas são estratégicas para não haver dor. Ok, certo, isso também é uma de aumentar o prazer. Mas vocês me entenderam.



Quando falamos de buceta, há milhares de posições, algumas bem malucas, que prometem o ponto "G" e o escambau. Não existe o 'ponto G anal'. O máximo que se consegue é aliviar a dor para se concentrar no prazer (aliás, um breve comentário: o ponto G vaginal também é lenda, mas blz).



Comentarei a seguir algumas posições. Começo das mais adequadas para iniciantes e sensíveis, e vou até as recomendadas para moçoilas que não sentem tanta dor assim.



Agachadinha



Ou 'de cócoras'. Creio que 'agachadinha' é uma expressão menos broxante. É importante diferenciar 'agachada' de 'sentada'. Na hora de agachar, os pés ficam no chão (ou na cama). Diz a lenda (e a essas lendas é bom dar ouvidos) que dói menos. Não custa tentar, né?



Sentada



A famosíssima 'cavalgada'. No agachamento, a moça se apóia sobre os pés. Quando 'senta', ela se apóia nos joelhos. O 'ideal' é começar agachando e prosseguir cavalgando sentada. É bom porque a própria garota controla o lance da dor (ao final do texto, falarei sobre os 'dois tempos).



Ladinho



Os institutos de pesquisa apontam essa como a segunda menos dolorida. Em suma, a mulher vira de lado, o moço vem por cima. Ela de lado, ele 'de frente', entre suas pernas. Assim falando parece complicado, mas tenho certeza absoluta de que na hora vocês saberão fazer direitinho.



Bruços



Super clássica. Ela deita, ele chega por cima. Em alguns casos, usa-se uma almofada sob a mulher, para dar 'aquele apoio'. Sem dúvida, é a posição mais carinhosa, porque permite beijinhos no pescoço. E também pode ser bem safada, porque os beijinhos podem ser substituídos por palavras no ouvido.



De Quatro



Desnecessário explicar. Todos sabem como é etc etc etc. É isso aí.



Frango Assado



Com o perdão do pleonasmo (e alguns não sabem que isso é pleonasmo...) essa é a posição de quem gosta de 'encarar de frente'. É para poucas e boas, porque essa 'encarada' dificulta no relaxamento das mais acanhadas.



Revirada



Para contorcionistas, atores pornôs ou integrantes da trupe do Cirque du Soleil. A mulher deita e se vira toda para cima. O cara vem por cima e mete meio invertido. Olha, não sei mesmo explicar. Já vi em filmes e sei que deve ser não somente impraticável, mas até mesmo broxante.



Bônus: Penetração em Dois Tempos



A expressão "dois tempos" ganhou valor semântico de coisa rápida, quase imediata. Mas o verdadeiro signficado é sua literalidade: dois momentos. A penetração anal depende dessa técnica. Só em casos bem avançados é que ela é dispensável. Nos demais, é necessária.



Deve-se enfiar um pouco e parar. Isso mesmo, parar. Aguardar o relaxamento. Se a dor for insuportável, desencana. Se for só um pouquinho, e depois amenizar, o camarada continua.



Mesmo mulheres que adoram sexo anal precisam desses dois momentos. Às vezes tudo vai pro saco só porque o camarada não teve essa noção. A dica está dada.



- - - -



Claro que não dá para falar tudo sobre sexo anal. Toda hora surge uma nova idéia, lembro de algo que deveria ter dito etc etc etc. Mas valeu mesmo assim, né? Agradeço a paciência.



Sim, a última frase teve duplo sentido.


Amante Discreto( Sr Lascivo)

domingo, 28 de março de 2010

Delta de Vênus, Anais Nin

“(…) Como será que ele me vê?, ela se perguntou. Levantou-se e trouxe um espelho comprido para perto da janela. Colocou-o no chão, encostado em uma cadeira. A seguir, sentou-se defronte do espelho no tapete e, olhando para ele, abriu as pernas lentamente. A visão era encantadora. A pele era perfeita , a vulva, rosada e plena. Pensou na vulva como uma folha de grindélia, com seu leite secreto, que a pressão de um dedo podia trazer à superfície, a umidade-odorosa que surge como a umidade das conchas do mar. Foi assim que Vênus nasceu do mar, com essa pequena amêndoa de mel salgado dentro dela, que apenas as carícias podiam retirar dos recantos ocultos de seu corpo.

Mathilde ficou imaginando se poderia retirar aquela umidade de seu cerne misterioso. Abriu os dois pequenos lábios da vulva e começou a alisá-la com suavidade felina. alisou-a para frente e para trás, como Martinez fazia com os dedos morenos e mais nervosos. Lembrou dos dedos morenos em sua pele, do forte contraste entre eles, da espessura dos dedos, cujo aspecto prometia machucar a pele em vez de provocar prazera o toque. Como ele a tocava delicadamente, pensou Mathilde, como segurava a vulva entre os dedos, como se estivesse tocando um veludo. Ela segurou a vulva como ele, com o indicador e o polegar. Com a outra mão livre, continuou as carícias. Sentiu a mesma sensação de dissolvência que sentia sob os dedos de Martinez. De algum lugar estava surgindo um líquido salgado, cobrindo os lábios do sexo; ele brilhava entre os lábios.”

 Delta de Vênus, Anais Nin,  trecho de

sábado, 27 de março de 2010

O cara que me comeu de verdade.


... é uma pressa de fugir...
uma vontade de ficar...
um desejo de sentir ..
e como um doce ...
um espinho ...
que rasga ...
e refrigera...
dilacera e acalente...

trecho de " O cara que me comeu de verdade "

uma ejaculação contem ...