quarta-feira, 24 de março de 2010

Canoa da buceta ao cu. É quando a língua...

Então Jereba a botou de quatro, fez - lá empinar bem a bunda; e abrindo bem sua buceta com aquelas chupadeiras que mais pareciam dois files de alcatra, começou a usar a língua, acariciando seu clitóris, quando esse estava bem molhado, ia escorregando a língua até o cu. Jereba de joelhos por traz dela enfiava a cara dentro da bunda; seus movimentos com o pescoço eram de afirmação, dizia sim aquele ato maravilhoso. E como um ventríloquo, balançando a cabeça sim, sim, sim. Ela ia soltando devagar uns gemidos, dando sinal que estava gostando e que a coisa estava esquentando. Ela rebolava é pedia para jereba enfiar a cara dentro dela. Ele enfiando língua, nariz, lábios; e com a cara toda lambuzada ficava mais excitado.

E ficaram naquele remelexo por muito tempo. É chegada a hora, Jereba se levanta pede para ela empinar mais pouco. Jereba arregaça a cabeça do pau, aquela cabeça roxa e inchada, o pau robotizado, e a perfurou sem dó, adentrando a buceta e separando as chupadeiras carnudas. Ela gemeu como se sentisse um alivio; aquela piroca enorme estocando no fundo de sua xereca. Jereba agora, se movimentava no vai e vem bem devagar, sentia o saco bater-lhe o clitóris. Agarrou-a pela cintura bem forte, e colando melhor sua virilha na poupinha dela, batia-lhe com violência a púbis. A buceta já encharcada permitia a estocada ir mais fundo bem dentro. E os gemidos loucos a fez gozar varias vezes; o corpo dela desfalecia em espasmos. Mais jereba que agarrado a sua cintura não aliviava, e acelerava mais e mais o vai e vem. Ela gritava e pedia para enterrar aquela pica até o talo. O barulho que faziam devido essa posição, mais conhecida como cachorrinho, que ao longo do tempo foi sendo aperfeiçoada, e hoje podemos dizer que comer uma fêmea de quatro é um espetáculo a parte, para os apreciadores da foda selvagem.

Foi aí, depois de muito gozar, jereba retira seu pau inundado de dentro da buceta, e sem pestanejar, arregaça a cabeça de novo, empunhando na direção do cu. Ele vai empurrando lentamente; vai entrando a cabeça roxa e o pau vagarosamente, passando pelo cabresto e logo depois o corpo, as pregas do cu anatomicamente aconchegando o pau que já dentro se mexia. Sendo que de quatro a pica vai até o talo no cu, e ela que sem pudor permitia essa penetração e implorava que a pica estivesse definitivamente indo até o saco. Jereba alternava, em grandes estocadas no cu, indo até o talo, outras só enfiando-lhe a cabeça roxa do pau, entre a glande e o cabresto. As vezes tirava a pica e enfiava-lhe de novo com violência. Ela chorava, a dor misturava-se com o prazer; há essa hora o cu já tinha se acostumado em ser açoitado, e num simples movimento ele pede para mudar de posição, curiosamente seus corpos já pareciam ter ensaiado essas trocas, e jereba deitou-se apontando o pau para o céu, ela em pé, por cima dele, abaixa devagar e espontaneamente, sentando delicadamente no pau. As pregas do cu mais uma vez aforecendo aconchego, aquela pica gigantesca com a cabeça roxa. Ela continuou sentando até desaparecer a pica dentro dela, rebolou um pouco para ajeitar mais, depois sentava e levantava, dando uma visão extraordinária da coisa; a pica ia lá dentro e saia um pouco, aí ela começou a acelerar o sentado indo e vindo incessantemente. A pica ia e vinha dentro dela com uma naturalidade, e ia arregaçando mais o cu. E em gemidos e palavras de incentivo, ela pedirá que arrebentasse aquele cu, que já tinha se rendido aquela pica que tanto o maltratava. Devido a aceleração dela, jereba sofrendo não agüentava mais, e num jato firme gozou dentro do cu, e a porra escorria-lhe pelo saco, pelo pau, jereba gemia dando graças aquele gozo violento e extasiático. Mais ela não parou, sentava e levantava encima do pau, até que ele amolecesse como acontece depois de uma gozada violenta. Ela sentiu que já tinha ido toda porra, estão lentamente, desacelerando devagar, devagar, parou, retirou o pau de dentro e começou a chupar a cabeça, agradecendo por ele ter enfiado aquela pica dentro dela. Sorrindo um para o outro, beijaram-se e abraçaram-se carinhosamente.


Lathea

Love is blind

Love is blind, they say; sex is impervious to reason and mocks the power of all philosophers. But, in fact, a person’s sexual choice is the result and sum of their fundamental convictions. Tell me what a person finds sexually attractive and I will tell you their entire philosophy of life. Show me the person they sleep with and I will tell you their valuation of themselves. No matter what corruption they’re taught about the virtue of selflessness, sex is the most profoundly selfish of all acts, an act which they cannot perform for any motive but their own enjoyment - just try to think of performing it in a spirit of selfless charity! - an act which is not possible in self-abasement, only in self-exultation, only on the confidence of being desired and being worthy of desire. It is an act that forces them to stand naked in spirit, as well as in body, and accept their real ego as their standard of value. They will always be attracted to the person who reflects their deepest vision of themselves, the person whose surrender permits them to experience - or to fake - a sense of self-esteem .. Love is our response to our highest values - and can be nothing else.” -

 Ayn Rand

terça-feira, 23 de março de 2010

{"NOOOOOOOOOOOSSA"}












Quando penso em voce
Me molho
Frio na barrriga
Sua atitude de macho
Fico molhada
Penso em me tocar
Desço a mão
Só encosto
Adoro esta sensação
tesão, difícil controlar
Passo a ponta do dedo no grelo
... prazer, jogo minha cabeça pra trás
E deixo o dedo escorregar até a menina
Entrando
Pela metade
Fecho os olhos e volto
lateja, passo as mãos nas coxas
Enfio, um pouco
... um gemido, dois
Me abro, penso e vc, sua boca falando em me comer
Tesão e lembro de vc sussurando aos ouvidos
Vejo as cenas, nos dois
Massageio o grelo
Preciso  deitar, gosto do prazer por inteiro
E ainda no grelo, ir devagar com os dedos
tentando me dar prazer aberta e nua sozinha
Achei o lugar certo
Minha imaginação viaja, como se voassem,
e me abro mais, vai tomando uma proporção incontrolável, o dedo, no grelo, no lugar certo, no ritmo
Desejo, gemo,  com o dedo indicador, afasto um pouco mais os lábios para que o grelo fique em evidência
Encosto descontrolo e toco com mais força
Tiro o dedo do grelo e chupo ...
Gosto de meu gosto
A bucetinha  pisca, diminuo a intensidade, e desejo, quero ardentemente um homem, um pau, que possa me comer, a excitação tá no auge
Imagino todo dentro de mim
A dor o prazer
O anal
ele, sua rola
A cor
A textura
O cheiro
O gosto
Entrando em todos meus sentidos
E já não posso me controlar
Gemo, me contorço, imagino o homem, as frases ditas, tudo ...
A intensidade é mil.
Sinto o prazer tomar todo meu corpo, vc, continuo o toque, te queria, me balanço, pendo de novo, me abro, imagino seus dedos em mim
Dentro de mim Me imagino gozando, mesmo já estando quase gozando.
Incontrolável ...entregue ...
Escapam palavras sem nexo  "
" gostoso " tesão"  "meu macho'
Gemo
Espremo as pernas
Te queroTe imagino
Tudo em minha cabeça
Só me invadindo
O toque se torna forte e esqueço
Vou gozar vou gozaaarrrrr.....
Neste espaço mil coisas me vem, sua voz, suas frases, sons, sensações, imagens que dançam em minha mente
Forte
Forte
Forte
E me deixo entregar no braço desse prazer
Gozooooooooooooo.....
( ... )"NOOOOOOOOOOOSSA"

Nandaevc

segunda-feira, 22 de março de 2010

Mudança de Opinião

Fui descendo por sua barriga, mordiscava sua cintura, e continuei descendo em direção ao meio de suas pernas… Sabia que ela já estava louca de tesão, e eu estava disposta a deixá-la mais louca ainda. Tirei sua calcinha bem devagarzinho, olhando em seus olhos, enquanto ela brincava com o biquinho dos seus seios. Encaixei minha coxa no meio das suas pernas, esfregando em sua bocetinha toda molhada, lhe deixando maluca de prazer, quando ela mesma já estava mexendo seus quadris e esfregando sua xoxota cada vez mais em minha perna. Beijava sua boca, enquanto ela arranhava minhas costas devagar, mas me provocando um arrepio pelo corpo todo. Logo ela me fez um convite que me surpreendeu:
-Estou louca de vontade de sentir sua língua em mim… – Sussurrou.
-Ah é? Então pede de novo…
-Me chupa vai…

Com um pedido tão delicioso tive que obedecer. Levantei-me, e a coloquei de quatro no sofá para mim, com as mãos no encosto do sofá. Dei um beijo no seu pescoço, e fui descendo por suas costas até sua bunda, esfregando meus seios nas suas costas e bumbum. Comecei a atiçá-la mordiscando seu bumbum, enquanto ela soltava gemidinhos deliciosos, de quem estava amando muito tudo aquilo. Vi aquela boceta linda, sem pêlos, pronta para ser devorada. Dei uma lambida profunda, com vontade que a fez, tremer soltando um gemidinho de quem estava esperando ansiosa por minha boca. Comecei a chupá-la deliciosamente. Ela se sentou, e me ajoelhei a sua frente. Eu lambia seu clitóris com movimentos circulares, deixando minha língua escorregar até os pequenos lábios. Abri sua boceta e lhe lambia alternando os movimentos, ora rápido, ora lento. Seu corpo se arqueava de prazer, um prazer indescritível, delicioso. Quando vi que ela estava quase gozando, abri bem sua boceta, deixando seu clitóris todo à mostra. Me foquei ali, naquele pedacinho de paraíso, lambendo até ela gozar. Que delicia vê-la gozando, ficando toda suada de tanto prazer.
-Nossa que delicia… – Falou já sem fôlego.

foder o cu com a língua

  ( ...) É depois de o meu sono ser profundo( ...), lentamente, sem dificuldade, ( ele) abre as minhas nádegas. A primeira coisa que sinto, ainda a arrancar-me ao sono profundo, (...) é a sua língua meio seca, enrolada e firme, a penetrar-me o cu. Mexo-me um pouco. Os pelos do seu peito fazem cócegas na minha carne (....). Aproveita esse movimento para agarrar melhor as minhas nádegas e, segurando-as firmemente afastadas, deixa escorrer um fio de saliva que cai frio no calor do meu cu, fodido poucas horas antes. A sua mão força-me a pélvis para cima, mais ao encontro da sua boca. Eu ajeito-me, ( ...) Sinto a sua mão abrir caminho pela minha cona, ainda ou já húmida. Sinto-a rodar, perfurar, entrar como se essa fosse a sua casa. Continua a foder-me o cu com a língua . Eu dou (...) A sua mão na minha cona guia todo o meu corpo, puxa-me para cima, obriga-me a manter um ângulo de rins digno de uma artista de circo. E eu não me queixo. Dou-lhe o que quer do meu corpo. A sua saliva molha-me o cu, escorre-me já pelas nádegas, até à cona que abriga a sua mão, metida até ao punho, com convicção. Sinto-o endireitar-se no silêncio do quarto onde adivinho já os primeiros raios de sol, mas não abro os olhos. A sua mão dentro da minha cona alivia o movimento de vai-e-vem e aperto-o para que não a retire. Uma lambidela mais no cu, apenas. Uma lambidela. E, de repente, o seu caralho, sempre bem-vindo, a entrar, a escorregar para dentro desse túnel sempre misterioso e obscuro. A sua mão, agora parada, enche-me a cona e é o seu caralho que me fode o cu com tanta força quanto é possível. E eu abro-me o mais que posso e já sou eu que o fodo, não é ele que me fode a mim. E continuamos a foder-nos, quase violentamente, não fosse o brilho que as minhas pálpebras corridas encobrem e eu sinto o orgasmo cavalgando rapidamente e chamo-o, "vem a mim, vem-te a mim, vem-te para mim", e com a minha mão, com dois dedos da minha mão direita, violento o meu clítoris como se este fosse o meu último orgasmo. E venho-me como um animal selvagem, estrangulando-lhe o pulso enquanto me contraio, dando-lhe o cu que me fode cada vez mais forte, enquanto lhe grito que se venha no meu cu como se fosse um cavalo alado quem me estivesse a foder. Ele retira, bruscamente, a mão da minha cona, segura-me pelos quadris, grita-me que se vem, como se fosse preciso dizer-mo, tal o estertor que lhe sacode as pernas e cai por cima de mim, suado, satisfeito, segurando, com as suas mãos em concha, as minhas mamas feitas para aí caberem e descansarem inteiras. E adormecemos de novo.




rosapurpurasoueu.blogspot.com/

O primeiro gozo





(...)
Abri-lhe os lábios da bucetinha, passei meus dedos debaixo para cima de sua vulva. Esta me respondia com mais líquido de uma água que saia daquela fonte (...)
(...) pedia com movimentos de seus braços e pernas que fosse usada, aproximei-me, lambi lentamente seu grelo passando minha língua com uma calmaria impressionante para que ela relaxasse e me proporcionasse o prazer de sua entrega total. Aberta e molhada ela contorcia-se. Eu sentia a deliciosa sensação de estar sendo olhada (..) Meu desejo aumentava. Bebia cada gota que jorrava e minha língua com vida própria fazia aquele corpo gemer. Enquanto a chupava gulosamente encostei um dedo em sua vagina. Deliciosa, aberta. Coloquei dois dedos. Ela pedia mais. Penetrei-a até sentir seu sexo em minhas mãos, (...)amo tanto conduzir. Três dedos vivos e sensíveis a possuíam. Com as digitais marcando seu canal de prazer ela murmurou o desejo de querer gozar. Parei imediatamente. Seu calvário ainda deveria continuar.
(...)lhe introduziu os dedos ... Percebi que ela estava tensa.(...)lhe falava com sua voz suave palavras que até eu fiquei molhada, conseguia enfim sentir a potência das mãos de uma especialista. Segura minha mão em teu sex, o relaxa. Aquela mão entrava e a escrava se contorcia de prazer e dor.


Bela {LD}

Amêndoa, trecho

(?) Ele me tirou os sapatos, acariciou-me os dedos e as plantas dos pés. Eu estava gelada. Sua boca e seu hálito me queimaram o pescoço, percorreram minhas pernas de cima a baixo. Meus seios incharam e seus bicos forçavam o pano molhado que me colava na pele, deixando me ainda mais nua sob seu olhar. Ele os apertou, mordeu de leve, e eles dobraram de volume sob seus dentes. Eu tremia, assustada como um passarinho tragado pelo tornado, o útero dolorido de desejo, a barriga contraída de terror. O que ele faria comigo? O que eu viera buscar? Ele me despiu devagar, com delicadeza, como se solta uma amêndoa verde de sua pele terma. Na bruma do banheiro, eu mal distinguia seus traços. Só seus olhos me penetravam, furando meu coração e a minha vagina, senhores do meu destino. Eu disse a mim mesma que eu era uma puta. Mas sabia que não era. Ou então era como as deusas pagãs de Imchouk, livres e fatais, loucas de pedra. Ele me ensaboou as costas até embaixo, cobriu meu púbis com espuma. Os pêlos escondiam dos seus olhos minha intimidade, mas seus dedos logo começaram a deslizar embaixo da minha calcinha e abrir minhas pétalas, descobrindo meu clitóris, duro como uma ervilha, para pressioná-lo com um gesto delicado e pensativo. Gemi, tentei desvencilhar-me da calcinha, mas ele não deixou. Virou-me de bruços, abraçou-me as coxas e me fez arquear as costas. Pronto, eu disse a mim mesma. Você é o brinquedo dele. O objeto dele. Ele agora pode arrancar sua língua, rasgar seu coração ou sentá-la no trono da rainha de Sabá. Abaixando a minha calcinha, ele encostou a cara na minha bunda, abriu a racha com os dedos, passeou ali o nariz. Eu estava liquefeita. Em seguida, ele pegou um frasco numa das prateleiras, colheu ali uma gota de óleo com o qual me perfumou o ânus, massageando-o longamente, a ponto de me fazer esquecer meus temores, meus músculos relaxando à medida que o assalto de seus dedos experimentados se tornava mais ousado. Eu não sabia o que ele queria fazer comigo, mas desejava que o fizesse. Sobretudo que não parasse o enlouquecedor movimento circular que me abria para ele, minha vagina transbordando sua alegria em longos filamentos translúcidos."

Amêndoa – Um relato erótico,  Nedjma (Objetiva)

minha boca seu corpo













eu mordo-a muito, devagar... no lento ... devagarzinho no chupar ... entretanto caio para os seios, as mamas com a mão que a acompanha no beijo do mamilo, mordisco nas mãos que descaem e apertam as ancas, beijo que corre e descai mais e mais até ao umbigo. contorno em voltas com os meus lábios enquanto apalpo o sexo, a cona no beijo da virilha que chupo e no persigo do clitóris com a minha língua. enterro um dedo enquanto o roço com os meus lábios irrequietos no agora tirar do dedo que entro com a minha língua bem fundo, no entrar e sair constante. língua que entra na saída para tocar o clitóris. sabor que sinto em tesão já ao rubro, tesão no beijo do ventre, na subida ao pescoço de encontro aos lábios que encontro. sexos que se tocam, roçam e apertam. entrada de rompante, no fugaz do tesão de tão úmida encontro. penetro até ao fundo no beijo longo e demorado das bocas que se lambuzam e beijam. muitos humm´s na entrada até ao encosto forte e preciso. apertão nas ancas no rodar completo até sentir em baixo. vertigem em que me sento nas nádegas que aperto, pernas que me envolvem nas nádegas que aperto...