sábado, 17 de julho de 2010

O doce de ser mulher







Me seduza,
excite,
transpasse ...
com esse olhar
vara me,
desvende...
os meus desejos (os verdadeiros)
aconteça os
realize,
por que sou uma dama...
mas sou mulher...
sou alma desejo tesão
sou sentimento, gostar...tesão
sou colo, fera, cadela ...
Amiga, fiel, paixão ...
arde dentro de mim a eterna...
contradição..
ache em mim essa passagem
me provoque
machuque me com teu corpo
Meu cavaleiro,
e tremule em sua lança
meus desejos
mostre a todos ...
montei...
domei...
abra me
vara me
molha me
penetra me
rasge me
decifra me
as minhas fantasias (as escondidas)
as mais estranhas
as mais meladas
as mais cheirosas
as mais doidas
( as mais doídas)
é assim...não estranhe
somente...
realize as
por sou dama ...
mas quero ser ...
puta na cama

Szzaboo

Estephanny


A luz era intensa.
O dia claro e brilhante
A pele brilhava de suor
A claridade nas gotas q corriam e as gotas eram luz
Ela brilhava embrulhada em gotas e prazer
Os olhos reflectiam a luz que entrava
Iluminavam mais o dia e diziam da felicidade
A alegria rodeava-os e era fogueira acesa
Ateavam o prazer e ardiam em gotas de prazer, suor, alegria
Rodavam juntos e brilhavam e o dia era brilhante e escorria amor
As gotas colavam-nos. Eram um
Um brilho só
Uma só luz
E no momento do (gozo), da explosão
a luz foi tão intensa q atravessou as gotas d suor e decompôs
E acenderam estrelas num dia claro e brilhante
Ela levantou a mão e as estrelas brilharam na mão
Ele tocou-lhe a mão
Tocou as estrelas
Ela fechou a mão e guardou-o.
E guardou as estrelas entre as linhas da mão
E em dias de solidão acende as estrelas para q ele siga o trilho, o brilho e
encontre o caminho:(seu corpo seu coração)

Encandescente


pra vc Esthephany, uma doce virgem, beijos molhados ...

quarta-feira, 14 de julho de 2010

69

"Festa de cheiros e sabores, beijo na boca, salivas minha e dela. Nossas peles, limpas no início, agora porejam, destilam suor.
Dou uma longa lambida em seu pescoço. Provo e gosto. Ela aceita o jogo e também me lambe, pescoço, peito, mamilos, barriga. Fecho os olhos e deixo rolar. Sei o que ela vai fazer, conheço aquela sensação, mas não consigo deixar de sentir uma certa ansiedade.
Ela não tem pressa. Envolve a cabeça do meu pau com os lábios e vai me engolindo aos poucos, avançando sempre. Dá pequenas paradas, mas não recua. Simplesmente, vai engolindo, engolindo, até não sobrar nada do lado de fora. Só então, começa a movimentar os lábios, a língua e as bochechas de uma maneira impossível de ser descrita.
Lânguida, felina, sem deixar um segundo sequer de chupar, ela se vira e me oferece a buceta. Na penumbra, sua umidade brilha e o cheiro suave me atrai como um ímã. Eu poderia, como das outras vezes, adiar ao máximo, provocá-la lambendo em volta, mas algo me impele a tomá-la inteira, de uma só vez. ɉ quase doce o mel denso que escorre dela e enche minha boca. Chupo guloso e por alguns minutos eu sou apenas língua, para logo em seguida ser também dedos, a barba molhada daquilo que já não é apenas dela, é mel e saliva, é meu e dela, que se comprime contra minha boca, apertando as coxas e fazendo uma revolução no meu pau com seu chupar macio e constante.
Eu gozo, ela goza, conjugamos gemidos. Festa de cheiros e sabores, beijo na boca, suor, saliva, porra e mel."

quarta-feira, 7 de julho de 2010

prefacio de Trópico de câncer

EIS UM LIVRO QUE, se tal fosse possível, talvez restaurasse nosso apetite pelas realidades fundamentais. A nota predominante parecerá de amargura, e amargura existe, ao máximo. Contudo, há também uma selvagem extravagância, uma louca jovialidade, uma verve, um prazer, às vezes quase um delírio. Uma oscilação continua entre extremos, com passagens cruas que têm o gosto da impudência e deixam o pleno sabor do vazio. Fica além do otimismo e do pessimismo. O autor deu-nos o último "frisson". A dor não tem mais recessos secretos.


Em um mundo que ficou paralisado pela introspecção e constipado por delicadas refeições mentais, esta brutal exposição do corpo substancial surge como vitalizante corrente de sangue. Deixam-se inalteradas a violência e a obscenidade, como manifestações do mistério e da dor que sempre acompanham o ato de criação.

O valor restaurativo da experiência, fonte primária de sabedoria e criação, é reafirmado. Restam áreas desertas de inacabado pensamento e ação, um feixe de fragmentos e fibras com o qual os excessivamente críticos talvez se estrangulem. Referindo-se a seu "Wilhelm Meister", Goethe disse certa vez: "As pessoas procuram um ponto central: isso é difícil e não é sequer certo. Eu penso que bastaria uma vida rica e múltipla, trazida até perto de nossos olhos, sem qualquer tendência expressa; o que, afinal, é apenas para o intelecto."

O livro é sustentado sobre seu próprio eixo pelo puro fluxo e rotação dos acontecimentos. Assim como não há ponto central, não há também questão de heroísmo ou de luta, pois não há questão de vontade, mas apenas de obediência ao fluxo.

As caricaturas gritantes são talvez mais vitais, "mais fiéis à vida", que os retratos inteiros do romance convencional, porque o indivíduo hoje não tem centralidade e não produz a mais ligeira ilusão de integridade. Os personagens são integrados no falso vazio cultural em que nos estamos afogando; assim se produz a ilusão de caos, para enfrentar a qual se torna necessária a coragem decisiva.

As humilhações e as derrotas, expostas com honestidade primitiva, não terminam em frustração, desespero ou futilidade, mas em fome, uma extasiante e devoradora fome - de mais vida. O poético é descoberto despindo-se a vestidura de arte; descendo ao que se poderia chamar de "nível pré-artistico", o esqueleto duradouro da forma, que está oculto nos fenômenos de desintegração, reaparece para ser transfigurado de novo na sempre cambiante carne de emoção. Queimam-se as cicatrizes – as cicatrizes deixadas pelos obstetras da cultura. Aqui está um artista que restabelece a potência da ilusão embasbacando-se diante das feridas abertas, namorando a dura realidade psicológica que o homem procura evitar pelo recurso ao simbolismo oblíquo da arte. Aqui os símbolos são postos a nu, apresentados quase tão ingenuamente e descaradamente por este indivíduo supercivilizado como pelo selvagem bem arraigado.

Não é nenhum falso primitivismo que faz nascer este selvagem lirismo. Não é uma tendência retrogressiva, mas um balanço para a frente até áreas inexploradas. Errôneo é encarar um livro franco como este com olho crítico igual ao que se volta para tipos mesmo tão diversos quanto Lawrence, Breton, Joyce e Céline. Tentemos, em lugar disso, fitá-lo com os olhos de um patagônio para quem não tem sentido tudo quanto é sagrado e tabu em nosso mundo. Isso porque a aventura que levou o autor aos confins espirituais da terra é a história de todo artista que, para expressar-se, precisa atravessar as intangíveis grades de seu mundo imaginário. As bolsas de ar, os detritos de álcali, os monumentos em ruínas, os cadáveres putrescentes, a dança maluca, tudo isso forma um grande afrêsco de nossa época, feito com frases demolidoras e altas e estridentes batidas de martelo.



Se aqui se revela uma capacidade de escandalizar, de assustar os sem-vida, fazendo-os sair de sua profunda sonolência, congratulemo-nos conosco mesmos; pois a tragédia de nosso mundo é precisamente a de nada mais ser capaz de despertá-lo da letargia. Não mais sonhos violentos, nenhum revigoramento, nenhum despertar. Na anestesia produzida pelo autoconhecimento, a vida está passando, a arte está passando, fugindo de nós: estamos vogando com o tempo e nossa luta é contra sombras. Precisamos de uma transfusão de sangue.

E sangue e carne é o que aqui nos é dado. Bebida, comida, riso, desejo, paixão, curiosidade, as realidades simples que alimentam as raízes de nossas mais altas e vagas criações. A superestrutura está pendendo. Este livro traz consigo um vento que derruba com seu sopro as árvores mortas e ocas cujas raízes estão secas e perdidas no solo estéril de nosso tempo. Este livro vai até as raízes e escava por baixo, escava à procura de fontes subterrâneas.



Anaïs Nin



leia o livro na integra

terça-feira, 6 de julho de 2010

mel na buceta


 ( ...)
Então para ser bonzinho com vc, dei descanso as suas pernas e te pus de joelho
vc ficou a beijar a minha barriga, bem la em baixo, perto daquilo que vc estava atras... enquanto abria o botão da minha calça e abria o ziper. Baixou a minha calça e logo em seguida a minha cueca então meu pau saiu daquela prisão tão apertada, ele estava louco para sair então sem ver ainda, só pode sentir ele tocando a sua face... logo pegou ele em suas mãos com propriedade, firme e começou a me masturbar, vc já queria cair de boca, mas eu não deixei então vc me masturbou bem gostoso, ora devagar... ora rápido... então tirei a sua venda, então vc pode ver o que tanto desejava... seus olhos se arregalaram , sua boa se abriu, podia ver que sua boa se encheu d´agua, pedi que vc lambesse as bolas, e vc prontamente atendeu. sua língua estava enlouquecida, uma língua macia e quente, mas não parava um segundo, lambia toda a minha bola e eu com o pau sobre o seu rosto, e sem que eu pedisse vc começou a lamber o meu pau, vc estava sentindo o gosto dele, vc lambia cada centímetro... se acabava como um criança e seu sorvete de chocolate então chegou a cabecinha, vc concentrou a sua língua na minha cabecinha, lambia ela todinha, com vontade
e me olhava com aquela cara de safada como se quisesse dizer "estou fazendo tudo direitinho, professor ?" e então começou a dar um beijos na cabeça , beijos de língua e então caiu de boca. Nossa sua boca era uma loucura... macia... me levou a loucura... fui chupando e chupando e chupando, mamando bem gostoso, sugava forte e passava a língua, vc parecia adora o gosto de rola, sentir ele todo na sua boca, te preenchendo, vc as vezes quase engasgava mas não parava de chupar... então tive que te levantar olhar em seus olhos por um instante e te beijar, então deitei vc na cama... uma cama grande, cama de casal , então tirei sua calça e sua calcinha.
Deitei sobre vc e meu pau ficou bem na entrada da sua buceta, eu me movimentava, para ficar naquela coisa de "errar o buraco", vc ja estava louquinha para que eu te comece ali mesmo, mas eu ainda tinha mais surpresas para vc, peguei um travesseiro e pus embaixo de vc.. deixando o seu quadril mais alto então com a sua bundinha empinada para mim eu subi minhas mão pelo interior das suas coxas, vc veio se arrepiando e se empinando conforme minha mãe subia até que cheguei ao destino quente e úmido, ensopada na verdade, os lábios estavam apertos, se contraindo, involuntariamente pelos espasmos, aquela cena de vc rendida aos meus desejos me levava a loucura, então peguei as fronhas e amarrei seus mãos na cabeceira da cama, e te vendei de novo. Vc era toda minha de novo, de 4 como uma menina safada, mas vc ia ter o seu castigo... eu então peguei um morango mergulhei na calda de chocolate e e deixei melar a sua bundinha, o chocolate estava quentinho, e vc perguntou se eu havia gozado, e eu disse que não estava nem perto, e continuei a espalhar o chocolate na sua bundinha , redondinha, branca, só minha, vc ia se abrindo cada vez mais, revelando seu cuzinho... eu então derramei o chocolate bem no cuzinho, ao sentir o chocolate quentinho bem nas preguinhas vc gemeu baixo, e eu fiquei observando o chocolate escorrendo do seu cuzinho para sua buceta, conforme ele ia escorrendo vc ia se arrepiando, chegando la eu peguei o morango peguei o chocolate misturado ao melzinho da sua buceta ensopada e comi, foi definitivamente o melhor morango que eu já comi. Mas tinha que limpar a sujeira que havia feito então tratei de lamber tudinho, lamber cada cantinho, lambi sua buceta e seu cuzinho todinho até ele ficar limpinho, e pude sentar a minha rola nele! Eu comi sem dó ! Bombava forte no seu cuzinho, até o talo, até vc sentir ele la no fundo, até sentir minhas bolas batendo... então vc estava desfalecida de tanto gozar com minha rola no seu cuzinho, sem poder fazer nada, eu lhe desamarrei, lhe virei , tirei a sua venda e gozei muito, gozei na sua cara e vc pedia por mais, ficou com a cara toda melada de porra quente”
( ...)

Gala, semem ....

sábado, 3 de julho de 2010

me rasgue me esmague


Seus braços foram abertos, e a camisola foi levantada e ela estava deliciosamente nua, ali deitada, com mãos que lhe afagavam o sexo, só que não eram (somente as )mãos, ele a chupava e que a acariciava, com os lábios nos seus ouvidos, nas suas pálpebras, com toda a sua imensa presença a envolvê-la, até mesmo debaixo dela, acariciando-lhe a cintura e abrindo seu traseiro para afagar os lábios (da sua bucetinha...)
Línguas lhe lambiam os bicos dos seios, puxando-os, arranhando-os com os dentes.
- Com mais força, mais violência. Violente-me, vamos! Ele a ergueu de modo que sua cabeça caísse para trás, os olhos fechados, as mãos abrindo o sexo, abrindo as coxas.
- Entre em mim, com força. Faça-se homem para mim, um homem duro! As bocas atacaram os bicos com mais força, com as línguas lambendo os seios, o ventre, os dedos puxando seu traseiro e arranhando suas coxas.
Foi quando o sentiu, duro e enorme a penetrá-la.
- Vamos, me rasgue, vamos! Me esmague!
Seus sentidos foram inundados pelo cheiro de um corpo limpo e rígido e de cabelos limpos,
quando o peso caiu sobre ela e o pau a penetrou com violência, é, com mais força, como um estupro. Relance de um rosto, olhos de um verde-escuro, lábios.
E depois um borrão quando os lábios abriram os seus.
Seu corpo estava pregado ao tapete, e o pau a queimava ao entrar, arranhando seu clitóris, mergulhando mais fundo na vagina.
-Eu não agüento mais. Não consigo suportar. E, parta-me ao meio.
Devastada. O orgasmo a inundou; sua cabeça, vazia a não ser pela louca enxurrada de cores como ondas, enquanto a sensação turbulenta se espalhava para cima pelo seu ventre, seus seios, seu rosto, e para baixo pelas coxas, enrijecendo suas pernas e os músculos dos pés. Ela ouvia seus próprios gritos, mas eles eram distantes, sem importância, saindo da sua boca num prazer divino; e seu corpo sacudia indefeso, desprovido de vontade e de raciocínio.

Repetidas vezes, a explosão a escaldou. Inúmeras vezes, até que todo o tempo, toda a culpa, todo o pensamento fosse eliminado.


(Anne Rice)

a entrega, trecho de




“A verdade sempre se mostra com o cu. Um pau no cu opera como a seta no detector de mentiras. O cu não sabe mentir, não pode mentir: você se machuca, fisicamente, se mentir. A boceta, por outro lado, pode mentir com a simples entrada de um pau no aposento - ela faz isso o tempo todo. Bocetas são feitas para enganar os homens com seus jatos de sumo, sua prontidão para se abrir e suas donas irritadas.”
“Ao me foder, ele me fez entrar em contato com a minha feminilidade. Como uma mulher liberada, esse é o único caminho pelo qual posso chegar lá e manter minha dignidade. Virada para cima, de bunda para o ar, tenho pouca escolha a não ser sucumbir e perder a cabeça.”


Tony Bentley

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Trópico de Câncer, trecho 05 de










(...)

Mas o principal era um homem. Um homem !!!!!! Isso é o que ela queria. Um homem tendo entre as pernas alguma coisa que pudesse deleita-la, que pudesse fazê-la contorcer-se em êxtase, que a fizesse agarrar aquela vulva cabeluda com ambas as mãos e esfregá-la alegremente, jactanciosamente, orgulhosamente, com um senso de conexão, um senso de vida. Esse era o único lugar onde ela experimentava alguma vida - ali embaixo, onde segurava com ambas as mãos

(...)



Henry Miller

Lua de fel






Lua de fel, cinco momentos do filme

A "puresa" e o encantamento a se conhecerem.



O desgaste, trazendo a humilhação.


A humilhação levando a vingança.



A vingança e a maldade juntas



A sexualidade como arma


A pervesão no seu limite, no extremo, rota certa pra tragédia.


"- Voce quer comer ela? tudo bem mas antes tera de ouvir ..." fala do filme


Lua De Fel é geralmente, encarado como mera uma comédia negra; contudo, mais do que uma farsa, é o filme mais intenso de Polanski desde a triologia dos apartamentos, uma manipulação perversa da condição humana como só ele sabe fazer.

Nigel (Hugh Grant) e Fiona (Kristin Scott Thomas) são um casal em segunda lua-de-mel, a bordo dum cruzeiro com rumo à Índia. Por entre os monótonos jogos de cartas e os serões fastidiosos, ambos vão travar conhecimento com Oscar (Peter Coyote) e a sua esposa Mimi (Emmanuelle Seigner); o primeiro é um inválido de meia-idade, com aura de quem foi em tempos um bon vivant, condição que os cabelos grisalhos e a cadeira de rodas arruinaram. A segunda, bastante mais nova que o marido, é uma voluptosa jovem, daquelas que rouba o fôlego aos homens.

Este misterioso casal vai envolver Nigel e Fiona num perverso e misterioso jogo com resultados impresíveis. No entanto, antes que isso aconteça, Nigel terá de ouvir a história que Oscar tem para contar: a história da sua vida:
"- Voce quer comer ela? tudo bem mas antes tera de ouvir ..."

São dois filmes num só: o relato da vida de Oscar e Mimi, em versão flashback com direito a narrador e tudo, uma arrepiante história sobre obsessão sexual e pessoal, que passa rapidamente do libidinoso e promíscuo para o cruél e trágico; e a condição ingrata a que Nigel e Fiona vão ser colocados, em que a história funciona como uma revelação para a sua vida sexual insonsa a pedir desesperadamente por uma aventura.

Lua De Mel, Lua De Fel é um filme intenso e, sobretudo cruél, que se desenvolve por vários registos: pelo erotismo libidinoso, que despertam fetiches intermináveis (e tem uma inesquecível cena sexual que envolve leite e uma agradável capacidade de sugação feminina); humor negro apurado; suspense com forte pendor feminino; e uma manipulação trágica da condição humana até à catarse final - o típico filme de Polanski.

( Filme obrigatorio, quase um "tratado sobre os desvios e as pervesões humanas"
Ha uma frase que define o fime:
" Ha dentro de nós a bondade e a maldade nas mesmas proporções, o q nos falta é a oportunidade delas aflorarem" do personagem Oscar, vivido por Peter Coyote)

McRoyal Deluxe.