sábado, 26 de julho de 2008

Hoje eu, Totalmente Insana demais!!






Hoje é noite de lua cheia.
E todos já dormem...
No nosso quarto,
Estamos entre lençóis.
Só gemidos e corpos nus.
Estou nua,
Pernas abertas...
Pressiono seu rosto entre coxas.
Rebolo sensualmente...
Estou carente,
Sedenta de carinho,
De sexo,
De você...!
Desço em sua direção,
E sinto sua boca.
Ah...
Afasto os lábios carnudos,
Exponho mais desse grelo ousado,
E o faço sorver,
Chupar,
Sugar,
Mordiscar.
Mais...!
Mais...!
Mordo travesseiros,
E lábios.
Grito,
Solto gemidos.
Deixo-me ser ordinária,
Safada,
Sem pudores.
Rebolo descaradamente...
Exponho-me cheia de tesão,
Paixão,
Deleite.
Quero-o descontrolada!...
Vem...
Vem, meu macho,
Minha Mulher,
Minha Dona...!
Veja meu sexo carnudo,
Sinta meu cheiro,
Toque com sua lingua minha umidade,
E prove do meu gozo.
Ah... isso!
Continue... não pare!
Estou arqueando corpo,
Gritando em espasmos,
E gozando...
Ah... delícia!
Gozo,
E adormeço...

autor desconhecido

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Meu homem

eu sou a sereia que dança, a destemida iara
meu homem
sua língua na minha buceta, no meu cu, de quatro, dão calafrios até agora. a mera visão do seu pau duro, pronto pra me comer, me tira do sério. sentir seu cheiro, provar sua saliva, agarrar seus cabelos, lamber seu peito... é tudo que eu desejo a cada dia. seu pau entrando pela primeira vez na noite na minha buceta é uma tortura e uma delícia, tento sair do meu corpo e não sei onde me agarrar. me esfrego na parede, no chão, no lençol, e nenhum deles me devolve a esse mundo. me perco em raios de luz atravessando meu corpo, começando pela minha buceta cheia do seu pau, passando pela minha bunda, agarrada pelas suas mãos deliciosas, as minhas costas úmidas acariciadas por você. meus peitos, meus mamilos duros sendo agarrados, roçando o lençol, meus peitos balançando quando você mete mais fundo. fecho os olhos, pra não deixar que eles me distraiam do espetáculo sensorial que você me proporciona. me concentro no prazer, nas suas mãos, no seu corpo, sua boca, sua língua, seu pau em contato com meu corpo. cada toque é uma descarga elétrica, uma luz, um botão apertado. gozo em cumes, em picos, em ondas, senóides. vêm e voltam, e eu navego, bóio, me deixo levar pelo fluxo. seu ritmo me leva, me trás, controla. me entrego completamente pra você, entrego meu mundo de luz das ondas do meu corpo e escuridão dos meus olhos fechados. minha boca pede mais, minhas mãos procuram onde se agarrar. ou procuram aumentar seu efeito: enfio meus dedos, lambuzo meu cu de saliva pra você me comer de novo, nova onda de dor, prazer, seu pau entrando melado, gostoso, doloroso. não sei se grito, se gemo, se peço mais, MAIS. gozo mais e de novo, até cansar, até não aguentar mais. e nem sempre consigo ver você gozar, meus sentidos já estimulados demais, cansada. mas quando vejo, deliro de novo com a força do seu pau se derramando, quente, viscoso, cheiro de homem, gosto de fim.


Lorelei

Dentro do armario

( ...)
Ele concordou e ela, ainda um pouco com medo, se colocou de quatro, com o rabo para cima. A buceta dela pingava e ele aproveitou para umedecer o buraquinho do cu com o gozo abundante. Depois enfiou um, dois três dedinhos e começou a mexer.
Sentiu o grande o pau encostar no seu rabo e invadir suas nádegas. A dor que sentiu foi suportada pelo tesão de imaginar seu marido tocando uma grande punheta dentro do armário.
Ele gemia de prazer e estava descontrolado com a visão daquele rabo enorme sendo penetrado. eLA nunca foi tão castigada, mas a dor foi substituída pelo prazer e logo começou a gozar uma vez atrás da outra.
Ele arremetia com força, tentando por entre as nádegas dela que já não agüentava mais quando ele tirou aquela e apontou para sua boca.

- Engole agora. Quero gozar na sua garganta, sua puta!

Rapidamente ela engoliu seu pau todo, até quase seus lábios encostarem nas bolas do saco, enquanto ELE mexia sua cintura para frente e para trás, fudendo sua boca com violência.

- Agora...Agora!

O jato de porra veio forte, inundando a garganta dela que engolia rápido para não ficar engasgada, enquanto ele continuava ejaculando. Quando terminou aquele gozo abundante ela limpou cada centímetro do pau do soldado com sua língua quente, agradecida por ter sido tão bem fudida. Podia jurar que tinha ouvido meu maridinho gemer gozando dentro do armário...
tomou um banho e se foi satisfeito. eLAentão abriu a porta do armário e ficou assustada. Ele estava todo esporrado...

- Que delícia querida...Acho que gozei umas cinco vezes! Eu te amo, falou com o pinto mole e todo melado ainda na mão.

Ela ficou orgulhosa. Seu marido feliz, o amante saciado e ela fodida como nunca fora.



Carlos Cunha

quarta-feira, 23 de julho de 2008

noite de lua





era fim de noite, meu desejo era quase dor. ele sabia, mas nunca teve pressa, bebia mais uma cerveja e se esfregava em mim, furtivo, enquanto falava com os amigos. de pernas bambas, mal podia acompanhar eventos, eu já delirava nos meus pensamentos, sorrindo como boba, sem nada ouvir. ele me olhava com aquele jeito de saber tudo o que eu penso e quis ir embora – fomos. entrei no seu carro e ele me disse "tira a roupa. toda." e eu sequer pensei: tirei peça a peça enquanto ele dirigia, sem pressa, pelas ruas largas da cidade. ele observava quase sem interesse, como quem confere uma ordem dada, as peças sendo abandonadas. a cada peça que eu tirava, maior era o tesão: a calça, a blusa, a calcinha. deixei as sandálias, vermelhas, de salto alto. ele aprovou o resultado e se divertia passando por ruas mais iluminadas, meu corpo nu roçando o tecido do carro, o vento da madrugada e os olhos dele em mim. ele me tocou, muito levemente, e eu abri as pernas quase com alívio – mal suportava o tesão, a vontade de ser tocada, de gozar em movimento enquanto ele me olhava. ele me lançou um olhar de ordem silenciosa e eu comecei a me tocar, lentamente, com as pernas muito abertas. me esticava no banco, trêmula, gozei em poucos minutos gemendo como louca, eu queria que ele ouvisse cada gota do meu gozo. ele tocou minha buceta molhada, conferindo o resultado: sorriu. em pouco tempo chegamos a uma estrada sinuosa, era noite de lua, muito clara. a estrada era completamente vazia, sem iluminação, mas a luz da noite era tão clara quanto holofotes, não era preciso mais nada. ele me mandou descer do carro, nua, e saiu. apoiou-se de pé atrás do carro e novamente não disse nada – e nem era preciso; agachei no meio da pista vazia e o chupei gostosamente, exposta, vulnerável e nua, sentindo a brisa da noite secando minha buceta molhada e aberta. com o pau muito duro, ele me agarrou pelos cabelos, me fez virar e abaixar até que minhas mãos quase tocassem o chão e me fodeu com vontade, como se eu fosse uma égua ou uma cadela, metendo até o fundo e me fazendo gozar até quase desfalecer. pedi que parasse e voltei a chupá-lo, eu desejava aquele pau gozando na minha boca, agachada, no meio da estrada. quanto mais eu tinha medo de ser vista, maior era o meu tesão. ele gozou na minha boca, no meu rosto, caíam gotas nos meus peitos, eu podia ver a umidade no meu corpo com a luz da noite. e ele então me levou para casa, ainda nua, e ao chegar no quarto me colocou na cama, desejou boa noite e me chupou docemente até que eu gozasse a ponto de desmaio. eu dormi como uma criança, em meio a sonhos de caricias úmidas.



Lorelei

cheirando a almíscar







" Quando tu chegas, eu me esparramo para esperar que me cubras, como fazem leoas e tigresas e espero que sobre mim recaia o peso de galáxias inteiras e que à minha volta orbitem sóis, planetas em chamas, satélites instáveis. Quando tu chegas, eu deito o corpo, estendo os braços e apascento o peito para acomodar teu rosto entre meus seios e espero ser docemente pisoteada por búfalos selvagens com patas cheirando a almíscar. Quando tu chegas, abro as pernas e te ofereço meu sexo para aplacar tua fome e tua fúria e espero ser imersa em óleo fervente ao som de oboés. Quando tu chegas, eu me ajoelho e te mostro o dorso para tuas unhas rasgarem minhas costas, tuas palmas serem decalcadas em minhas coxas e espero me transformar em um animal de asas e arreios, com lírios cravados nos olhos. Quando tu chegas, estou a tua espera. "


Ticcia

rasgando

Não te amo mais cada vez que sinto tua boca em minha carne, tua força invadindo meus avesos, teu olhar de fome rasgando minhas pernas. Não te amo mais cada vez que o som do meu nome escapa por entre teus dentes, misturado com um gemido abafado, entre a dor e o gozo premente. Não te amo mais cada vez que as tuas mãos me perseguem, cães sedentos de presa, me abatem e me devoram. Não te amo mais cada vez que te serves do meu corpo, pedra mutante da tua eterna obra. Não. Não é aí que te amo mais. Te amo mais quando teus olhos cintilam crianças perdidas ao encontrarem os meus e tua voz se embarga quando passeiam entre nós os terríveis segredos do dia. Te amo mais quando feliz de estar comigo, guardas um sorriso improvável nos cantos da boca que só eu entendo, e sei da tua censura de felicidade própria. Te amo mais quando percebo que nossas joias não foram roubadas, estão lá, entre as preciosidades daquilo que somos. Ah, meu menino, te amo mais, muito mais.


Ticcia

domingo, 20 de julho de 2008

efervescência






me deixa ouvir de novo os teus gemidos - eram tantos, e tão altos, que meu sussurro se perdia no teu eco, e só se achava dias depois, quando a saudade me apertava a garganta. aí virava grito, dor, desespero, desamparo e desalento. inquietude. - deixa, permita que eu te caminhe o corpo mais uma vez; cede ao meu desejo de te molhar a pele a conta-gotas. me umedece e me toca de novo. deixa minha língua esculpir teu desejo rijo, rubi. deixa eu enlaçar minha saudade às tuas pernas e mover meu quadril em tua direção. e então, deixa eu me fartar de você, deixa que eu te coma inteiro, todo, te abrace, te enlace, te festeje, te grite! me deixa dançar sob teu peso, me perder sob teu corpo e me achar liquida, solvente, diluída na tua lembrança, fluida na tua saudade. deixa que eu entre dissolvida por teus poros e me aloje onde você é mais firme, mais forte, mais compacto. dá teu ato todo de novo pra mim. dá o teu perfume, que emana em minha pele e me tonteia e asfixia. deixa que eu te tenha uma vez mais, deixa. deixa que eu me realize em cima, embaixo, entre... a última vez, a derradeira. mortal. me aquece, me aquenta, incendeia. deixa-me em ebulição e me deixa morrer ali, em efervescência nos teus braços...



Elise

sábado, 19 de julho de 2008

Gosto









Um beijo, um abraço, um arrepio…

- O que foi?! - ele perguntou sorrindo.

- Nada… Tesão! - e sorri também.

- Tesão? Ah, foi só um beijo… - disse safado.

- Um beijo que me fez melar - disse mais safada ainda.

- Melou? Duvido…

E me olhando nos olhos ele abre o zíper da minha calça. Aquela ousadia me excita, umedeço um pouco mais. Sinto a mão entrar na calcinha, roçar meus pelos e os dedos enfim mergulharem em mim, completamente molhada, cada vez mais excitada. Sinto os mamilos eriçarem, fecho os olhos, apenas sinto o dedo em mim, contraio a musculatura e me excito cada vez mais. E enquanto retira o dedo, abro os olhos, suspiro…

- É… Melou!

E com o dedo molhado aproximou dos meus lábios, desenhou-os com o meu suco como se fosse batom, lentamente, me olhando nos olhos, meio sorrindo, olhar safado. Com a língua contornou-os. Com os próprios lábios envolveu-os, beijou, sugou, sorveu, me endoideceu…

Acordei!



avidasecreta

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Me chupa

“Quando ele me chupa, não respondo por mais nada. Ele vem aninhar-se em meus pentelhos para cheirar meu perfume; em seguida, muito suavemente, afasta minhas coxas para me sentir melhor. Passa a língua em meus lábios vaginais para descolá-los e separa-os com os dedos afim de perceber amplamente minha fenda. Sinto o clitóris descoberto, inchado, entregue. Não me mexo e concentro-me nas múltiplas vibrações que me percorrem, me lambe, me beija e me molha com sua saliva; sinto sua língua em meus lábios vaginais, em minha venda, e logo sobre o períneo, às vezes no limiar do ânus. Seus dedos me acariciam enquanto ele sopra o meu sexo úmido de desejo e de excitação, suga, chupa, e tenho a impressão de que poderia ficar horas assim, deixando-o fartar-se de meu sexo e enchendo-me de tesão. Quanto mais minha xoxota fica úmida, mais minha garganta se resseca. O fôlego diminui, eu gemo, tremo, sinto calafrios. Ele apalpa minha bunda, me pega pela cintura, mordisca-me os seios e os mamilos. Tenho a impressão de que ele está em toda parte ao mesmo tempo. Sinto meu sexo incandescer, o clitóris cada vez mais rígido, não se agüentando mais entre aqueles lábios que o devoram. Gostaria isso levasse horas, a vida inteira, porque assim me sinto viva e vibrante. Às vezes, para retardar o gozo, pego a cabeça dele entre as mãos, como para suplicar-lhes que me dê ainda um pouco de tempo. e então gozo, e acontece uma explosão dentro de mim, que parte do baixo-ventre, irradiando-se em todo o meu corpo, em todas as minhas células, até o cérebro. Sinto-me sacudida por espasmos, como se meu gozo não fosse mais parar, e fico inundada por todo esse desejo acumulado em mim. Ele me bebe. Eu lhe pertenço.”

Amor e alma


Quer morder?
então morde
Quer amarrar?
então amarra
Vem, então!!!
mas faz doer
fere
machuca
dilacera
arranha
Depois..beija
Ahhh, Beijo bom !
Deixa um gosto atrevido entre meus lábios e
tua saliva marque meus vãos
Esfarele
Parte
Corta
Fraciona estes desejos tantos
Então vem...vem
q era berro sussurra
q era grito alenta
q era medo aquenta
e me parto em pedaços tão seus
m deixo ficar na tua pele
te deixo sentir meu perfume
"Doces prazeres produzem isso"
sintonia perfeita Amor alma
Para sempre vc dentro de mim
E já não há mais dor nem cicatriz
porque não há nada mais calmante
q o teus sons em mim e não há
nada mais tesante q meus sons em ti
Não há sangue q se destile
mais q os nossos suores e salivas
porque não há dor maior q
supere a distância não há estigma
algum q se sobreponha a tua falta aqui
Então vem...
Por que não há mágoa qualquer q não sorria com vc aqui
seus desejos m aquietam e seu amor m cala
E aí... aí eu esvaeço
umedeço e emudeço
moramos assim, um no outro
Gozamos rios
amor e alma
Tacyana