sábado, 20 de março de 2010

Manual do sexo anal

Então, vamos ao passo a passo:




Antes de transar, você tem que preparar o caminho. Coloque a sua querida de quatro, com um travesseiro no rosto, o quadril empinado e as pernas abertas; assim, como quem não quer nada relacionado ao sexo anal. Comece a massagear o bumbum dela. Mas é o bumbum, ok? Não o ânus! Massageie por uns 10 minutos. Você pode usar um óleo de massagem para tornar a experiência mais prazerosa pra ela.



Quando a musculatura estiver relaxada, comece a usar a língua. De mordidinhas no bumbum dela, e comece a lamber a vagina dela, os lábios e o clítores. Então, de uma boa lambida do clitores até o anus. Ela vai estremecer.

Repita o movimento várias vezes, e quando sentir que ela está receptiva, penetre um dedo no ânus dela. Seu dedinho deve estar bem lubrificado!



Para a transa de fato, comece com a penetração vaginal, com você sentado ou deitado e ela por cima, de frente para você. Quando ela já estiver bem excitada, traga-a para pertinho do seu peito, como se quisesse deitá-la, mas sem tirar o pênis de dentro.



Sem parar os movimentos de entra e sai, segure com as duas mãos o bumbum dela, e abra bem ela. Por que? O ânus começa no final da vagina. Quando você abrir o bumbum dela, vai expor aquela região. Ela vai sentir um friozinho ali, e quem sabe uma vontadezinha de ser penetrada no ânus.



Depois, largue o bumbum dela, e sem parar as penetrações, comece novamente a massagear com o dedo, o ânus da sua querida. Não se esqueça da lubrificação hein!



Penetre-a um pouco com o dedo, alterne para a massagem, e depois para o dedo novamente. Essa massagem pode ser feita movimentando o dedo em círculos sobre o ânus dela, ou apenas vibrando o dedo para cima e para baixo.Vá aumentando a intensidade da penetração com o dedo, e também da massagem. Esse movimento pode até levar a sua querida ao orgasmo, sabia?



Então, quando ela estiver implorando, louca por mais estímulos naquela região, e o sexo vaginal já não é mais o centro das atenções na transa, é hora de passar para a penetração anal.



A melhor posição para o sexo anal, é de quatro. Então, sem deixar a temperatura cair, posicione a sua querida, e COM MUITA DELICADEZA, e muito lubrificante, penetre-a pela primeira vez. Vai doer um pouco, então o truque é uma primeira entrada superficial, ou seja, não muito profunda, e rápida. Ponha um pouquinho e tire. Massageie o ânus dela um pouquinho com os dedos, e penetre-a novamente.



Se ela reclamar novamente, tire de novo, massageie mais um pouquinho e tente de novo. Vá aumentando a profundidade da penetração e o ritmo aos poucos. Deixe que ela peça por mais. Exagera no lubrificante, ele é essencial para a prática de sexo anal. KY é uma ótima pedida.

se  fizer tudo certinho, só resta a você curtir a transa. Uma ótima dica (eu uso sempre) pra aliviar o desconforto inicial, é masturbar o seu clítores (você mesma faça) enquanto ele te penetra.

quarta-feira, 17 de março de 2010

- Amo você.




Ele tem esse jeito safado de falar coisas indecentes e a faz tremer.


A voz gostosa com esse sotaque que a deixa toda ensopada e quente

-Goza puta, goza para o teu macho ouvir. Faz com o teu brinquedo igual eu faço com você.

Ela não consegue responder...Geme e respira forte...Sem parar de se tocar, segurando o telefone com o ombro.

-Safada...Não está mais aguentando, né? Veeemm....

Ela goza muito forte. Sente a boceta contraindo forte e molhando mais.

Ela leva os dedos a boca...Ama sentir seu gosto...

Adora ver como ele a deixa. Como o seu corpo responde a ele mesmo quando ele está distante.

Ainda sem falar muito, ela diz com a voz bem preguiçosa e relaxada

-Amo você.

Casadinha

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boquinha cheia....

Ela se colocou ajoelhada bem na frente dele. Apesar da posição de submissão ela demonstrava um controle sobre o que queria fazer que deixava aquele homem dominador completamente entregue.


Ela segurava seu pau com uma mistura perfeita de delicadeza e força. Era firme e feminina ao mesmo. Olhava, admirava, esfregava o pau duro pelo rosto e pelos lábios molhados.

Ele gemia e admirava encantado como aquela mulher sabia enlouquecê-lo.

Ela começa a lamber bem devagar, quase uma tortura. Lambe desde a cabecinha até chegar no seu saco...Sobe de novo, lambendo, molhando e olhando bem dentro dos olhos dele.

Coloca ele inteiro na boca, chupa, engole, sorve. Ela é gulosa. Ela é safada. Capaz de ficar muito tempo ali, só saboreando aquele pau completamente duro, pronto para explodir.

Ele segura ela pelos cabelos, solta um grito forte e tenta se afastar. Ela passou as mãos na sua bunda e puxou ainda mais na direção da sua boca, reprimindo sua tentativa de priva-la da doce sensação de tê-lo por inteiro. Sentiu ele se desmanchando em sua boca e sorvia cada gota que ele a presenteava.

Ela exibida ainda faz questão que ele visse sua boquinha cheia....

Ela só sossega quando tem certeza que não tenha sobrado nenhum indício desse deliciso momento.


Casadinha



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Email de um amante

Sua vagabunda ordinária! Jamais zangue um homem do meu calibre! Hoje tu estavas com aquele vestidinho preto bem acima do joelho, sim, percebi quando, ao sair da aula de Macroeconomia, tu passaste bem ao meu lado, rebolando esse teu traseiro imponente bem na minha cara. E, como sempre, eu, ao avistar que aquele corno que vive a te beijar pairava pelas proximidades, vigiando teus passos de algum possível “gavião” faminto, tu fingiste não me conhecer, sequer me comungou algum olhar. Confesso que, no instante, fiquei enfurecido, mas devia me conter, afinal eu sou o outro, não é assim que falas tu?

Ah, sua putinha safada! Mesmo quando penso em te abandonar, tu, ao lado do teu corninho lá, não me deixa sossegado, sua dissimulada. Duas horas após tua passagem nossos caminhos promíscuos se encontram novamente. Tu desces, eu subo aquela maldita escada que dá acesso a outra faculdade. Quando ao fitar tua mão direita entrelaçada à do corno, (risos) e depois, tu fizeste carinho na face, só lembrei, sim, lembrei dela massageando meu Saco e socando meu Pau, (risos) e claro que não pude deixar fugir do pensamento a imagem da tu boca beijando a Cabecinha e dando aquelas irresistíveis lambidelas no Garoto. Posso ser o outro, o secundário em tua existência, e tu sabes disso, fazes de propósito porque sabes que me vingo, e é na cama. Vadia, vou te meter a porrada da próxima vez que te pegar. Inventa de me ligar essa semana, vai, experimenta que tu vais ver!!!
Sei que te lembras do que fiz contigo na última vez. Não!? Peraí que vou te dar um refresco.
Que te dei uma surra, de modo que meu cinturão ficou bem danificado. Vendei-te. Amarrei teus pulsos e tornozelos e todo teu corpo na cama. Entretanto, deixei-te num estilo arreganhado. Chupei-te tanto a ponto de te deixar em exaustão absoluta, tu gozou umas oito vezes, só com sexo oral. Tu foste meu completo objeto naquele instante, (risos) e ainda não o é? Posterior a toda esta bolinação, que te relembro sinteticamente, dei início a penetrações arrastadas e profundas na tua bucetinha insaciável. Tu gritavas como uma louca, ora tentando algum movimento pélvico, ou contraindo meu Pau na tua buceta, contrações repetidas e frenéticas (gargalhadas). Depois te liberei da prisão, tu pulaste repentinamente em cima de mim e só paraste ao gozar pela última vez! Só que dessa vez eu vou te matar literalmente de prazer. O discurso histórico da sexualidade e gênero ganhará em sua abordagem um caso em que, certa vez, houve uma fêmea cuja buceta foi tão saciada que morreu de prazer. Seu coração, cérebro, corpo e sistema nervoso pararam de tanto foder, gozar, gritar…
Da próxima vez que tu botares aquele vestido que te dei, não importa onde ou aonde, porventura, estiver, seja na Universidade, pelas ruas da cidade, vou te dar um puxão nesse teu cabelo loiro e anelado tão forte e te dar uma dedada tão profunda, mas tão intensa, que tua buceta vai ficar marcada por um dedo amante eternamente.
A propósito, disseram-me que o corno manso já sabe da gente!




Estocador

terça-feira, 16 de março de 2010

carta de Anais Nin a Henry Miller, trecho

“Perdemos nosso juízo– para June. Ambos, você e eu, seguiríamos-na até a morte… nestes momentos. Ela destruiu realidade. Ela destruiu a consciência. (Você diz que vc não tem nenhuma – digo que eu não tenho nenhuma , mas isso não é tão verdade sobre nós como é sobre June. Por exemplo: Então considere, por que você é sempre tão pensativo sobre Hugh?

June não é tão perturbada pela verdade. Ela Inventa sua vida e segue em frente – ela não vê nenhuma diferença entre ficção e realidade. Como amamos isso em June – leva sua imaginação seriamente.

Às vezes, você quer seguir June até morte, mas em outros você reage violentamente com uma afirmação vigorosa de sua própria vivência magnífica. Inconscientemente, você tem empurrando-me para dentro da escuridão.

Eu não necessitei muito assim de um empurrão. Uma pequena palavra sua contra a mente… Você entende? Meu ser está sendo dividido ao meio, está desmoronando.

Pensei que minha razão de ser fosse minha mente. Pensei que fosse fácil(ao menos para mim) ser exaltado, viver na linha da vida e da morte como June faz, entregar-se até a morte… a coisa mais dura é parar repentinamente, parar porque alguém apela lamentavelmente a sua razão como a um presente maior.

Eu quis, quando alguém vem pleiteante a mim, entender, lucidamente. O Pouvoir, meio de au de la folie, humaine de redevenir et pitoyable[francês]. Mas a cada dia tenho menos força para fazer tanto. Ele é que tem a coragem de machucar… para grandes razões… ele sempre faz o bem. Isso é June.

Algum dia talvez eu possa compartilhar inteiramente, inteiramente a loucura de June. Questiono minha mente antes que se vá”.

Como fazer uma mulher gozar só em seus dedos?...

Deixe-a vestida, tire apenas a calcinha - se ela estiver de saia ou vestido, será perfeito. Fique bem junto dela, de modo q ela sinta sua respiração - pode ser em pé ou sentado. Se for em pé, fique por trás dela; se for sentado, fiquem lado a lado, bem juntos.

Pouse uma das mãos na coxa da moça e, com carinho, chegue até sua boceta. Nada de ficar esfregando seus dedos nela de qualquer jeito, ou vai machucá-la antes de ela sonhar que poderia gozar um dia.

Olhe-a nos olhos e toque a entrada da vagina - sem desprender os olhos dos olhos dela. Quando seu dedo se molhar nela, espalhe esse suco por toda a vagina, por fora, de baixo prá cima, e de cima prá baixo, com carinho e devagar. Repita a operação, olhando sempre nos olhos e atento à respiração dela. Quando ela gemer ou soltar algum ruído, beije-a na boca, enquanto introduz dois dedos dentro de sua boceta molhada, que deve estar muito quente, agora. Começe com jeito e vá aumentando o ritmo, à medida em que ela se molhar mais.

Procure agora o ponto G: ele fica na parte superior do canal da vagina, perto da entrada. E deve estar intumescido e levemente protuberante. Achou...? Então diga qualquer coisa muito gostosa ao ouvido dela enquanto pressiona o ponto, com delizadeza e, ao mesmo tempo, com firmeza. Faça movimentos de vai-vem cada vez mais fortes. Ela deverá gozar em segundos.

Outro modo muito bom é seguir o mesmo caminho q a deixou molhada no exemplo acima, só q, dessa vez, quando o clitóris - ou grelinho, como queira - estiver duro e um pouco maior, segure-o entre o polegar e o indicador, com alguma - eu disse alguma - força. Vai doer um pouquinho nela, mas você, com calor e habilidade, vai enlouquecê-la beijando-lhe o pescoço e dizendo-lhe ao ouvido, com calor, que ela fique quieta. Pare a pressão e coma-a com dois dedos, até ela estar muito molhada. Volte ao grelinho e faza de novo a pressão. Ela vai gozar de um modo que você não vai se arrepender pelo empenho.

Agora que ela gozou, deixe que te retribua o prazer - acredite: ELA VAI QUERER AGRADECER...

Aliás... trate de voltar aqui prá me contar como foi.

Eu, aqui, já estou molhada, só de imaginar...



Lilianne.

segunda-feira, 15 de março de 2010

De joelhos...

De joelhos na banheira, a tua língua brincou com o meu umbigo, enquanto me seguravas nas nádegas. Abri ligeiramente as pernas e a tua língua começou a descer pela minha pele. Sem pêlos para atrapalhar, pois gosto de me ver sem eles, a tua língua deslizava de uma forma suave por mim. Apesar da água quentinha, senti-me arrepiar-me toda. Pus as mãos nos teus ombros e esperei pelo que irias oferecer-me. A tua língua deslizou mais até a sentir nos meus lábios vaginais. Com suavidade, beijaste-me o clítoris. Começaste a lamber-me. A beijar-me e a lamber-me. A tua língua entrou na minha vagina. Primeiro devagar. Depois aceleraste. Eu continuava arrepiada. Que língua maravilhosa tu tens! Concentrado, sabias bem o que estavas a fazer. Como me excitar. Comecei a sentir-me a derreter. Estava húmida. Tanto pela água que escorria por mim e que se detinha nos meus mamilos erectos como pela tua saliva misturada com a minha excitação. Tinha a tua língua bem dentro de mim. De repente, senti um choque eléctrico a percorrer-me todo o corpo. Começou bem dentro da vagina e espalhou-se. E eu gritei.

Laid

quinta-feira, 11 de março de 2010

A ARTE DE CHUPAR UMA BUCETA

(... )


Antes, mais uma vez, devo dizer que a minha técnica é boa prá mim e necessariamente não seja boa para todos. Embora eu saiba também que não é só a técnica, pois tem que ter a tal química, a emoção, e aí que entra igualmente o conhecimento da mulher com quem você fará o sexo, sobretudo, no caso: o oral.



Começo dizendo que o ANTES é fundamental.



Prepare bem o ambiente, com flores, músicas (clássica ou bossa nova), vinho, incensos ou algo que possa relaxar e criar êxtase.



O ANTES também pode ser enumerado com poesia (nelsonrodriguiana ou não) que você deve mandar antes do encontro ou com palavras sex e carinhosas pelo telefone ou algo do tipo. Fale sempre da beleza da sua amada e da alegria de tê-la na sua companhia.



Ah!, antes também mande flores. Vermelhas, é claro!



No ato em si, comece sempre com parcimônia.



Ou seja, já no começo do ato sexual, ou melhor, da trepada, pegue a fêmea e dê muitos beijos sexuais para dar início ao ato libidinoso. Beije com parcimônia, delicadeza e sexualidade. Tem que fazer um misto disso.



A partir daí, então, vá deslizando em direção ao baixo ventre da fêmea sempre dando delicados beijinhos durante o percurso. Não fique afobado. Jamais fiquei agoniado porque o ANTES pra mulher, ao contrário do homem, é qualquer coisa tão essencial quanto o DURANTE no ato sexual.



Lembre-se que a caminhada do beijo ao baixo ventre cria um maravilhoso suspense.



Esse suspense deixa-a mais seduzida. Dedique especial atenção ao pescoço e a parte situada entre o umbigo e o início da flora pentelhística. Em todos os momentos fale da maravilha de beijá-la e da beleza da própria fêmea.



Lembre-se, sempre, que milenarmente a mulher gosta de elogios.



Novamente com toda parcimônia e destreza do mundo, abra as pernas do nosso objeto amado e beije/lamba a doce perseguida delicadamente por cima da calcinha.



Faça mais: cheire! Cheire novamente! Mais uma vez!



E diga: “...que coisa extasiante!”. Ou um elogio análogo para a única e melhor inhaca que o macho deve adorar.



Aí adiante vá levando a boca suavemente para o lado e beije as virilhas na parte interna. Sempre com toda calma do mundo.



Arrede a calcinha beeeeeeeeeeem pouquinho de modo a enxergar somente um pedaço daquela abertura fascinante.



Nesse momento olhe para o rosto da sua amada e faça um agradecimento: “Obrigado, minha deusa, por ficar lado a lado com essa buceta que é mais bonita do mundo”.



Seja nesse momento nelsonrodriguiano, ou seja, diga a palavra buceta porque nesse momento a fêmea quer uma mistura de elegância e cafajestagem.



Com andamento dessa mistura, vá e lamba e beije esse pequeno pedaço do céu que ficou exposto na sua cara. Novamente, pare por um instante para olhar para cima e ver a fêmea revirando os olhos.



Algumas chegam até ao cume de quase matar com asfixia porque colocam as mãos na cabeça do macho forçando demasiadamente. É claro que não é uma intenção dolosa, é apenas o vigor do êxtase que a fêmea sente ao ser chupada, mas diga e peça calma prá ela porque você não vai sair dali.



Retome a atividade agora afastando um pouco mais a calcinha de modo a ficar com uma visão panorâmica do belo alvo e captar o adorável cheiro exalado pela abertura do paraíso feminino, agora já incalculável.



Não caía logo na tentação de enfiar a cara toda ali dentro, vá com calma.



Lembre-se que ela já se encontra quase todinha arretada. Prefira primeiramente concentrar-se na metade superior da buceta, não colocando ainda a língua na parte interna.



Continue beijando.



Sempre devagar.



A eletricidade dos movimentos vai depender do requerimento da fêmea. Depois da percepção da volúpia da fêmea, vá colocando a língua na parte interna.



O famoso e adorável pinguelo.



Faça movimentos leves e verticais, preferencialmente.



Aí com a língua já trabalhando cautelosamente dê especial atenção à parte da divisão que tem o próprio pinguelo. Aí nesse movimento tente dividir as maravilhosas partes do pinguelo com sua língua. Em seguida, coloque os seus lábios e mordisque-a intercalando este movimento com breves lambidas.



Sempre, repito, com muita cautela.



Paralelamente, ponha nessa hora em ação seus dedos.



Coloque bem devagarzinho um dedo de sua mão na buceta dela e faça começar uma calmosa siririca.



Ainda paralelamente, com outro dedo de sua outra mão, coloque num dos seios dela. Precisamente: pegue com delicadeza aureola num dos seios para excitá-la ainda mais.



É conveniente que você faça uma boa sincronia entre o seu trabalho lingüístico no pinguelo e seu dedo dentro da buceta e num dos seios.



Isso cria uma cadência que pode avantajar o fascino do gozo da fêmea



Nesse grande movimento com a língua no pinguelo e os dedos dentro da buceta e o outro num dos seios, pare por alguns instantes e diga prá ela que aquela buceta é a melhor e mais bonita buceta do mundo.



Já está provado que a mulher adora (mil vezes adora!) palavras elogiosas nomeadamente na hora de fazer sexo. Portanto, as palavras carinhosas e sexy vão deixá-la ainda mais seduzida.



Depois dos elogios volte com o trabalho lingüístico no cativante pinguelo. Nesse momento, tente avançar com mais, digamos assim, eletricidade nos movimentos dos dedos dentro da buceta.



Porque na medida em que a proprietária do órgão mais gostoso do mundo for aumentando o número de corcoveamentos, aumente mais até o ponto em que ela vai estar tentando assassiná-lo com a buceta.



Repito: vai chegar num ponto que ela vai querer, sem querer, é claro, matá-lo de asfixia de tanto amar o seu trabalho lingüístico no extasiante pinguelo dela e de seus dedos na buceta e num dos seus seios.



Lembre de esquecer que você tem pica nessa hora.



Por quê?



Ela que tem que lembrar que você tem pica, ou seja, continue chupando, sempre chupando, ou melhor, fazendo a minha técnica na fêmea.



Segundo as sexólogas, uma mulher agüenta ao máximo 35 minutos de trabalhos lingüísticos e depois ela padece de tanto orgasmo e seguida ela mesma sugere a palavra mágica: PICA!



- Põe, amor, a tua pica que eu não agüento mais.



Não desobedeça às ordens dela.



Aí entre com toda amabilidade do mundo, porque ela vai estar tão excitada que bastarão meia-dúzia de estocadas para que ela chegue ao orgasmo através da penetração e assim ela vai achar que você é o melhor amante do mundo.



É isso aí.



Viva a buceta!!!






Eduardo Lauande

sexta-feira, 5 de março de 2010

Meu homem








Sua língua na minha buceta, no meu cu, de quatro, dão calafrios até agora. A mera visão do seu pau duro, pronto pra me comer, me tira do sério. Sentir seu cheiro, provar sua saliva, agarrar seus cabelos, lamber seu peito... é tudo que eu desejo a cada dia. Seu pau entrando pela primeira vez na noite na minha buceta é uma tortura e uma delícia, tento sair do meu corpo e não sei onde me agarrar. Me esfrego na parede, no chão, no lençol, e nenhum deles me devolve a esse mundo. Me perco em raios de luz atravessando meu corpo, começando pela minha buceta cheia do seu pau, passando pela minha bunda, agarrada pelas suas mãos deliciosas, as minhas costas úmidas acariciadas por você. Meus peitos, meus mamilos duros sendo agarrados, roçando o lençol, meus peitos balançando quando você mete mais fundo. Fecho os olhos, pra não deixar que meus olhos me distraiam do espetáculo sensorial que você me proporciona. Me concentro no prazer, nas suas mãos, no seu corpo, sua boca, sua língua, seu pau em contato com meu corpo. Cada toque é uma descarga elétrica, uma luz, um botão apertado. Gozo em cumes, em picos, em ondas, senóides. Vêm e voltam, e eu navego, bóio, me deixo levar pelo fluxo. Seu ritmo me leva, me trás, controla. Me entrego completamente pra você, entrego meu mundo de luz das ondas do meu corpo e escuridão dos meus olhos fechados. Minha boca pede mais, minhas mãos procuram onde se agarrar. Ou procuram aumentar seu efeito: enfio meus dedos, lambuzo meu cu de saliva pra você me comer de novo, nova onda de dor, prazer, seu pau entrando melado, gostoso, doloroso. Não sei se grito, se gemo, se peço mais, MAIS. Gozo mais e de novo, até cansar, até não aguentar mais. E nem sempre consigo ver você gozar, meus sentidos já estimulados demais, cansada. Mas quando vejo, deliro de novo com a força do seu pau se derramando, quente, viscoso, cheiro de homem, gosto de fim.

Quero mais.

Zel

quarta-feira, 3 de março de 2010

...fome das carnes...















"Urge a fome das carnes, da embriaguez total dos sentidos, do fundir de suores e licores e o ventre se faz espera e porto pra teu suposto barco de ardores. Na umidade dos lábios, a palavra ensaia teu nome e um desejo indisfarçável brinca dissimulado nos olhos que escorrem pelo teu corpo. As mãos sussurram indecências à pele, meus pêlos eriçados anunciam a chegada da tua voz ao meu ouvido, do teu cheiro aos meus sentidos e eu vazo, inundo, umedeço fendas e frestas, escorro líquida fêmea, me ofereço em profundos e sumos, intumescente pétala."


Ticcia