quarta-feira, 8 de maio de 2013

submisso dominadora















(...) sou submisso e perdidamente apaixonado por ela. Faço tudinho o que ela me manda sem hesitação. Acho que ela me adestrou muito bem, por que só tenho vontade de fazer o que ela quer.
Não sou dominado pela minha libido, nem pelas minhas taras, mas tenho consciência que sou escravo da libido da minha mulher, que hoje chamo de minha senhora, madame, rainha e até vossa majestade. Na verdade eu pertenço a ela e não o inverso. Sou um objeto sexual, sempre disposto a saciar a imensa fome da minha dona. Eu vivo pensando em transar com ela, estou sempre pronto, mas sei que não devo, não consigo e nem posso pensar em sexo. É pior para mim! Só consigo ter prazer quando ela tem prazer. Parece-me que minha dona não tem nenhum tipo de satisfação comigo, ou quando eu gozo. Ela não curte sexo convencional. Só tem prazer em possuir, mandar.
Nós nos conhecemos em um bar, ela estava dançando, mas na verdade ela estava caçando escravos e eu fui sua presa. Naquela noite eu acabei algemado na guarda da sua cama, vítima dos seus caprichos. Adorei a experiência. Três meses depois estava usando cinto de castidade. Que tolice! Nem acredito como cedi tão facilmente, não reclamei e nem fiz imposições.
Seis meses depois de colocar o malvado dispositivo de castidade ainda não tinha gozado uma única vez. Meu saco foi ficando tão inchado, tão cheio, literalmente falando, que só de olhar dava pena, que agonia, parecia que as bolas iam explodir. Seis meses sem orgasmo me transformaram em um novo homem.
Mas eu não estava só com o saco cheio de sêmen, sentia paixão, agonia, dor, prazer e desespero. Meu saco estava roxo, mas não podia sequer me lembrar de minha última ereção. Sem gozo, estava cada vez mais manso, servil, frustrado e acima de tudo apaixonado pela guardiã das chaves da minha libido.
A castidade forçada não é para qualquer um, é preciso estar muito apaixonado para suportar tanto desejo, tanta frustração, tanta amargura. Depois de seis meses eu estava tão desesperado para gozar que poderia fazer um acordo com o próprio diabo para conseguir um segundo de satisfação. Queria tanto um orgasmo. Imaginava que poderia ter um orgasmo espirrando, dormindo ou sonhando.
Uma vez tentei tirar o cinto de castidade de qualquer maneira. Puxei, forcei e nada. Não havia jeito de passar pela minha bacia. Estava desesperado, chamei um chaveiro, tentei cortar as hastes usando ferramentas de corte, mas não consegui. Meu cinto de castidade fora feito de uma material virtualmente indestrutível e o chaveiro não pode romper o segredo do cadeado suíço, sendo assim a única forma de libertação seria através das mãos minha dona.
Confessei meu crime, implorei por perdão. Implorei por uma ereção, um gozo, pedi até para me masturbar, coisa que me deixa envergonhado, mas ao invés disso fui surrado sem piedade e sodomizado pela minha mulher. Tapa de amor não dói, mas deixa marcas e a primeira vez a gente nunca esquece...
Nove meses depois estávamos morando juntos e eu ainda não havia tido uma ereção, não havia gozado ainda (das formas convencionais). Quando completei meu programa de treinamento fui premiado com um piercing na minha glande. Quando fizemos um ano juntos foi a vez dos meus mamilos e língua.
No mês passado, eu fui algemado e sodomizado diversas vezes. Consegui gozar dentro do cinto de castidade sem ereção e sem sensação de orgasmo. Vocês não podem acreditar nos poderes de uma bolsa de gelo e um vibrador anal. Minha dona adora massagear minha próstata e minhas bolas. Sou ordenhado freqüentemente para evitar problemas de saúde. Ela adora torcer, puxar e morder minhas bolas. Vocês não sabem como eu me sinto, posso subir pelas paredes de tanto tesão e dor.
Semana passada fiquei de joelhos, beijei seus pés e implorei por uma ereção, pedi para ficar sem o cinto de castidade por um minuto, apenas um instante. Falei sério, disse que estava enlouquecendo, mas ela mais uma vez disse não! Ultimamente minha dona ficou cansada dos meus pedidos, da minha insistência. Disse que eu estava ficando muito chato, então ela não me deixou escolha. Ou eu aceitava o cinto de castidade para sempre ou estaria tudo acabado entre nós.
Foi assim que eu descobri que eu a amo, pois abdiquei da minha liberdade, do meu prazer, mas não da minha libido. Deixei tudo pela felicidade da sua companhia, para servi-la e acompanhá-la. Então entendi que não poderia mais pedir para ficar meu cinto de castidade, pois enquanto estivéssemos juntos ficaria celibatário, ficaria casto para sempre.

4 comentários:

pornografo disse...

Meudeus! Esta última foto do cu arregaçado me deixou até ruim... no bom sentido, é claro. O.o

João Carlos disse...

Sensacional o conto...
Tenho um blog que trata do tema "Castidade Masculina Forçada"... depois dá uma olhada lá... E se gostar, acrescenta na lista de links pra ajudar a divulgar, ok?
www.SegredosDeUmCasal.blogspot.com

Anônimo disse...

Quer cu

JOAO CARLOS SANTOS CARLOS SANTOS disse...

Procuro mulher que goste ser chupada e dar o cú amo vc tudo e chupar os peitos , trazar na frete do marido sou fpolis meu zap 48- 999013896 pau grande