quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Elevador

Entramos juntos no elevador, fomos para o fundo,
Ele parou logo atrás de mim, coladinho,
sentia seu hálito no ombro,
encostou na minha bunda,
aproximou mais e mais de minha nuca,
assim era covardia,
pedi que apertassem o subsolo,
e ai não sei o que me deu, levei a mão e o toquei
abaixei o zíper de sua calça e o acariciei,
ali mesmo no meio de todo mundo,
ele não esperava esta reação,
deu um apertão em minha bunda,
era um clima de tesão louco, uma mistura de medo, exibicionismo e excitação
desceram todos, estávamos no subsolo, me virou num puxão,
deu beijo estranho,
enfio sua mão pela blusa, agarrando meus seios,
a porta se abre escapo, corro, vou em direção do carro,
me alcança, segura, encosta,
arranca minha saia,
puxa minha calcinha de lado,
sei que vai ir contudo dentro de mim,
forço os braços, subo no capo,
fico em pé, a lâmpada esta ao meu alcance, quebro-a com meu sapato,
tudo escuro,
vem em minha direção sua boca na altura de minha xana,
não resisto e me abro,
e ele encosta sente meu cheiro, abaixa minha calcinha e
toca de leve a língua em minha boceta,
minha racha parece um rio,
tanto q escorre,
e ele chupa, sorve, lambe o meu prazer
que homem,
que língua,
que tesão,
ele vira e deita sobre o carro
com sua boca encaixada em mim,
fico de joelho sob ele
com sua língua socada em meu canal,
mexo meus quadris, minha bunda,
movimento,
enlouqueço,
esfrego,
machuco,
loucura gemo grito doidera tesão louco;
gozo de uma maneira que jamais imaginara, em sua boca,
pela primeira vez havia ejaculado feito homem,
tinha sujado todo o rosto,
sua camisa e parte do capo do carro,
Ai não me deixou escapar,
puxou me de cima carro,
me dobrou sobre o capo com a bunda voltada pra ele,
e me comeu em pé,
socando em meu rabo, puxando me pelos cabelos
um sexo batido, forte, dolorido, intenso, verdadeiro
Jamais esquecerei o presente que ele me deu.
Szzaboo
"O terceiro elemento"
eram ele e ela
dois,
os dois apenas
ela por ele
em cima
ele dentro
embaixo
atrás
ao lado
dentro dela
ela gemia
ele sorria
ela gritava
ele batia
puxava os cabelos
dela e ela inclinava
ainda mais as ancas
giros fortes
ela
ele
dentro dela,
apenas os dois.
então ela por cima
o comia
feito um homem
dizia quieto
dizia mexe
dizia goza
ela por cima
dele,
ele dentro dela
ela pedia
dizia mete
dizia fode
mandava nele
e ele só fazia
o que ela queria.
e então um dia
ele dentro dela
o dedo dela
escorregou pra
dentro dele
ele gemeu
brigou
não quero
machuca
e ela ouviu
sorriu
enquanto o dedo
dela brincava gentil
dentro dele
e ele não mais
resistia.
e não bastou
para ela, não.
ela sabia
o que ele queria
embora ele não
soubesse que podia
então no ouvido
dele
sussurrava
coisas esquisitas
aflita, louca
ele dentro dela
sempre
ela se contorcia
em gozo, tonta
mas queria outro
com eles
queria outro
na sua boca
enquanto ele
a fodia.
então dizia rouca
a ele
a sua fantasia
no ouvido dele
o outro descrito
como ela queria
contava a ele
o que o outro
fazia
enquanto ele,
cada vez mais louco
a fodia
forte
um garanhão
ela
tesão que o consumia
pedia mais
mais forte
enquanto dizia
a ele o que seus
olhos viam: o outro
sobre ele
enquanto ele a
comia
as pernas dele
abertas
enquanto ela
puxava as nádegas
dele e o abria
para o outro
que o fodia
o outro que a
beijava sobre
os ombros dele
e ele via
e punha a própria
língua entre as
línguas deles: do outro
que o comia e dela, que
ele fodia bem e forte
como só ele sabia
ela falava
e ele via
e ele sentia
e queria
desvairado
louco
tonto
embarcar naquela
fantasia
que era dela - e por
ser dela,
ele se desculpava
isso o redimia
e então ele
podia
ser o macho
ser a fêmea
e ele podia
ser qualquer
coisa
qualquer forma
de prazer valia
e ele punha
os dedos dele, juntos
na boca que ela
oferecia
e junto com ela
lambia
chupava os dedos
grossos,
os dois
ao mesmo tempo
e os dedos eram
o pênis do
outro que ela
queria.
juntos
podiam tudo
até tornar o outro
mais que fantasia
e isso era
o que ele mais queria
e isso era
o que ele mais temia.
Nalú Gomes)
dois,
os dois apenas
ela por ele
em cima
ele dentro
embaixo
atrás
ao lado
dentro dela
ela gemia
ele sorria
ela gritava
ele batia
puxava os cabelos
dela e ela inclinava
ainda mais as ancas
giros fortes
ela
ele
dentro dela,
apenas os dois.
então ela por cima
o comia
feito um homem
dizia quieto
dizia mexe
dizia goza
ela por cima
dele,
ele dentro dela
ela pedia
dizia mete
dizia fode
mandava nele
e ele só fazia
o que ela queria.
e então um dia
ele dentro dela
o dedo dela
escorregou pra
dentro dele
ele gemeu
brigou
não quero
machuca
e ela ouviu
sorriu
enquanto o dedo
dela brincava gentil
dentro dele
e ele não mais
resistia.
e não bastou
para ela, não.
ela sabia
o que ele queria
embora ele não
soubesse que podia
então no ouvido
dele
sussurrava
coisas esquisitas
aflita, louca
ele dentro dela
sempre
ela se contorcia
em gozo, tonta
mas queria outro
com eles
queria outro
na sua boca
enquanto ele
a fodia.
então dizia rouca
a ele
a sua fantasia
no ouvido dele
o outro descrito
como ela queria
contava a ele
o que o outro
fazia
enquanto ele,
cada vez mais louco
a fodia
forte
um garanhão
ela
tesão que o consumia
pedia mais
mais forte
enquanto dizia
a ele o que seus
olhos viam: o outro
sobre ele
enquanto ele a
comia
as pernas dele
abertas
enquanto ela
puxava as nádegas
dele e o abria
para o outro
que o fodia
o outro que a
beijava sobre
os ombros dele
e ele via
e punha a própria
língua entre as
línguas deles: do outro
que o comia e dela, que
ele fodia bem e forte
como só ele sabia
ela falava
e ele via
e ele sentia
e queria
desvairado
louco
tonto
embarcar naquela
fantasia
que era dela - e por
ser dela,
ele se desculpava
isso o redimia
e então ele
podia
ser o macho
ser a fêmea
e ele podia
ser qualquer
coisa
qualquer forma
de prazer valia
e ele punha
os dedos dele, juntos
na boca que ela
oferecia
e junto com ela
lambia
chupava os dedos
grossos,
os dois
ao mesmo tempo
e os dedos eram
o pênis do
outro que ela
queria.
juntos
podiam tudo
até tornar o outro
mais que fantasia
e isso era
o que ele mais queria
e isso era
o que ele mais temia.
Nalú Gomes)
sábado, 9 de janeiro de 2010
Um voyeur, meu sonho erótico realizado...
Praticamente nove anos depois deste episódio, hoje já com vinte e quatro anos eu finalmente vivi uma experiência inesquecível; um dia notei que o apartamento que ficava em frente ao meu possuía em uma de suas janelas uma luneta enorme, quase fálica, eu já havia percebido que neste apartamento morava um homem de aproximadamente 40 anos, aparentemente bonito, e aquela imagem distante sempre me causava curiosidade, pois sabia que ele sempre me observava quando eu saía do banho.
Em um dia qualquer da semana, o Renan chegou em casa se aproximou de mim de uma maneira bem safada, de maneira como quem queria uma boa trepada; não deu outra; fomos direto para a cama. A janela do meu quarto era totalmente favorável, de ponta a ponta uma vidraça enorme, tenho certeza que a visão que meu vizinho tinha era um verdadeiro cinema. Em uma fração de segundos pensei; que tesão, um vizinho voyeur, uma janela enorme, é minha chance de me realizar.
Olhei discretamente para a janela do meu observador e vi que ele estava com sua luneta apontada para meu quarto, era tudo que eu queria. Comecei meu show...
Despi-me lentamente, me exibindo para o Renan e para meu observador, deixava meus seios à mostra para que ele pudesse ver os bicos duros, tocava-os e beliscava-os. Retirei minha calcinha devagar expondo minha xaninha peladinha e bem lisinha; hora para meu namorado, hora para o meu voyeur. Eu passava a mão nela já molhada exibindo-a. Já despida, fui abraçada por trás pelo meu namorado, e de frente para a janela eu podia perceber o desespero do meu voyeur, a situação ficou ainda mais excitante. O Renan explorava meu corpo enquanto eu esfregava meu traseiro naquele mastro já completamente duro, uma das suas mãos acariciava com firmeza meus seios, beliscava os bicos com uma força suave enquanto a outra bolinava minha xaninha; passava a mão em movimentos circulares deixando o meu clitóris de fora e colocando seu dedo dentro dela; deixando-me totalmente molhada de tanto desejo, não só pelas carícias, mas também por estar sendo observada.
Eu podia perceber o desespero do meu voyeur. O provocava a cada vez que eu rebolava diante do rosto do Renan, virava de costas deixando meu cabelo cobrir minhas costas chegando quase aos quadris só para que ele pudesse ver meu corpo com detalhes.
Já deitada sobre a cama iniciei um maravilhoso oral no meu namorado, chupava a cabecinha daquele membro e com movimentos circulares eu o engolia, sentia a cabeça dele tocando o céu da minha boca, mordiscava de leve e meu macho se contorcia! Deslizava os lábios por toda a sua extensão e delicadamente colocava um de seus testículos dentro da boca. Enquanto o chupava eu abria bem as minhas pernas para que meu observador pudesse admirar a minha xaninha! Deliciava-me com aquele mastro e de vez em quando olhava de canto de olho para ver a reação do meu observador que a esta altura passava a mão no rosto. Provavelmente estava suando. Renan me colocou de quatro, com as pernas totalmente abertas, senti aquela língua deslizando, entrando na minha xaninha e sugando com toda fome e vontade que meu clitóris rosado e totalmente intumescido de desejo aumentou tanto de tamanho de uma maneira que ficava exposto só esperando por aquela língua gulosa, ele ora sugava colocando-o todo na boca, ora mordiscava causando uma dor prazerosa, ora lambia a pontinha dilatada dele, ora parava de chupar e colocava a ponta do dedo e contornava-o finalizando com um beliscão doloroso, mas extremamente excitante. Ele olhava para o meu clitóris com tanta vontade e desejo como se fosse o mais saboroso dos doces...
Percebi que uma das mãos do meu observador não estava mais na luneta, imaginei-o se masturbando vendo minha xaninha molhada, toda a mostra, ele deve ter sentido como se estivesse me penetrando toda. Eu rebolava no rosto do meu namorado até gozar com uma força que nunca havia sentido, senti um líquido quente escorrendo pelas minhas coxas, não agüentei mais quando senti que meu macho pincelava a cabeça mastro na entrada da minha xaninha, colocava devagar a cabeça tanto na entradinha dela como roçava meu clitóris, não resisti gozei novamente, e lancei-me para trás fazendo aquele mastro duro, enorme entrar todo de uma só vez, Renan segurava meus quadris, puxando-os contra seu mastro dando estocadas cada vez mais fortes como um garanhão em uma égua no cio, senti um prazer que nunca havia sentido.
Por um instante, olhei para a janela e percebi que aquele observador estava prestes a gozar. Rebolei mais ainda, mais forte jogando meu cabelo para trás, pedi ao Renan me chamar de putinha safada e estocar com muito mais força, que me devorasse; arranquei o gozo do meu namorado, de mim mesma e com certeza também do meu voyeur. Caímos sem forças na cama e quando olhei para a janela, meu observador não estava mais lá, acredito que ele deva ter caído após gozar. Não se sustentou...
shelly
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