domingo, 16 de maio de 2010

Flor









me vê,
pede,
provoca,
deseja,
mete ... ...por favor!
e me manda ficar quieta. me segura,
enfia os dedos na minha boca, lambuza meu rosto, puxa meus cabelos,
me morde e me fode, muito, forte, pára e espera
faz o que quiser,
não me ouça,
não,
sim,
não-não-não,
mais eeeeee .... aaaaaaaaaah ... ... ...
mais... ... ...
sim,
mais,
assim,
por favor,
por favor.
deixa eu me esfregar
e me mexer,
( e me abrir
e me rasgar
e te sentir, e me foder,
e te gosar, me saciar, me arrebentar
e te arranhar, me dominar)
(...) sorri pra mim e pergunta "o que foi, menina?" com esse ar doce e safado,
enquanto se diverte me vendo desfalecer,
sorrir boba e entregue como uma flor recém-colhida.


Lorelei

Do conhecimento das mulheres





 " Acaba por nascer o dia em que se torna mais do que evidente que muito pouco são os que merecem o título de "homem". Quanto mais consciência disto temos, menos homens os que encontramos. Se nos agarrarmos tenazmente a tal ideia, acabaremos no vazio do Himalaia, para aí descobrirmos que aquilo a que se dá o nome do homem ainda está por nascer.
Neste processo de adaptação masculino à realidade, o mundo feminino parece sofrer uma deformação prismática. É nesse momento do curso do desenvolvimento de cada um, que aparece alguém que "conhece as mulheres". É o cretino realista, o indivíduo terra-a-terra, que julga que dormir com uma mulher é conhecê-la. Em virtude de inúmeras colisões com o sexo oposto, a sua maquilhagem viu-se acrescentada de algo que passa por conhecimento. Uma espécie de peruca psicológica, se assim podemos dizer. Confrontado com uma mulher real, com esta experiência real, este tipo de indivíduo não poderá deixar de fazer uma figura tão ridícula como a de um velho que tenta parecer jovem. A peruca torna-se o centro das atenções.
Lembro-me de um fulano, que foi meu companheiro de borga, durante este período transitório. Lembro-me das suas poses grotescas perante as mulheres, e de como isso me afectou. Ele estava sempre a exprimir a ideia de que apaixonar-se desesperadamente era o mesmo que correr para a desgraça. Nunca te dês todo a uma mulher! Por isso, fazia questão de me proteger. Mostrava-me como devia fazer para me comportar de um modo natural, como ele dizia, com as mulheres.
O estranho era que, durante as nossas aventuras, acontecia muitas vezes que as mulheres que o tipo tratava tão arrogantemente se apaixonavam por mim. Não levei muito tempo a descobrir que os objectos da sua escolha não se deixavam impressionar por aquela fanfarronice. Era mais do que óbvio, pela maneira como as "presas de caça" o protegiam maternalmente e lhe concediam a sua condescendência, que o facto de ele pensar que "sabia lidar com as mulheres" não passava de uma ilusão. Vi que aquele "homem vivido" era para elas uma simples criança, mesmo que na cama ele as fizesse gritar de prazer, ou gemer e soluçar, ou agarrarem-se a ele com um desespero silencioso. Ele tinha o costume de desaparecer de cena abruptamente, como um cobarde, uma fuga precipitada. "Uma cona é uma cona", dizia ele, tentando esconder o pânico, e depois coçava a cabeça e punha-se a pensar em voz alta se não haveria uma, ao menos uma, que fosse diferente.
Por muita importância que eu tenha vindo a dar à "cona", sempre me interessei mais pela pessoa a quem ela pertencia. Uma cona não tem existência separada e autónoma. Como tudo o resto. Tudo está ligado."


Henry Miller

A fome de ti é tanta









A fome de ti é tanta, amor,

e te mastigo tanto enquanto respiro,

que da solidez dentre as pernas tuas

ao vácuo dentre as pernas minhas,

-entre vens e vãos-

te como,

te sorvo,

engulo,

suspiro.



E por tanto querer-te assim, amor,

meu paladar só de ti se impregna,

tanto, que do mel da arvore tua,

tanto, que do fel da seiva minha,

-entre falos e lábios-

te beijo,

te sugo,

salivo,

deliro.



Morde-me a carne, a pétala, a alma,

lambo-te a pele, o caule, a calma,

delícia entre dentes, entre lábios, entrelinhas...

tuas cores, meus aromas, teus sabores,

sal no corpo... suores...

(con)sumo de ti em mim.

Ah, faminta e esfomeada fantasia,

meu des(a)tino é devorar-te

por entre toda essa poesia



Elise

http://ascartasdeelise.zip.net/

sábado, 15 de maio de 2010

meu homem

sua língua na minha buceta, no meu cu, de quatro, dão calafrios até agora. a mera visão do seu pau duro, pronto pra me comer, me tira do sério. sentir seu cheiro, provar sua saliva, agarrar seus cabelos, lamber seu peito... é tudo que eu desejo a cada dia. seu pau entrando pela primeira vez na noite na minha buceta é uma tortura e uma delícia, tento sair do meu corpo e não sei onde me agarrar. me esfrego na parede, no chão, no lençol, e nenhum deles me devolve a esse mundo. me perco em raios de luz atravessando meu corpo, começando pela minha buceta cheia do seu pau, passando pela minha bunda, agarrada pelas suas mãos deliciosas, as minhas costas úmidas acariciadas por você. meus peitos, meus mamilos duros sendo agarrados, roçando o lençol, meus peitos balançando quando você mete mais fundo. fecho os olhos, pra não deixar que eles me distraiam do espetáculo sensorial que você me proporciona. me concentro no prazer, nas suas mãos, no seu corpo, sua boca, sua língua, seu pau em contato com meu corpo. cada toque é uma descarga elétrica, uma luz, um botão apertado. gozo em cumes, em picos, em ondas, senóides. vêm e voltam, e eu navego, bóio, me deixo levar pelo fluxo. seu ritmo me leva, me trás, controla. me entrego completamente pra você, entrego meu mundo de luz das ondas do meu corpo e escuridão dos meus olhos fechados. minha boca pede mais, minhas mãos procuram onde se agarrar. ou procuram aumentar seu efeito: enfio meus dedos, lambuzo meu cu de saliva pra você me comer de novo, nova onda de dor, prazer, seu pau entrando melado, gostoso, doloroso. não sei se grito, se gemo, se peço mais, MAIS. gozo mais e de novo, até cansar, até não aguentar mais. e nem sempre consigo ver você gozar, meus sentidos já estimulados demais, cansada. mas quando vejo, deliro de novo com a força do seu pau se derramando, quente, viscoso, cheiro de homem, gosto de fim.
 
 
Lorelei

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Uma relação pra lá de erótica.

Jereba e Lady Kidman desfrutam seus gostos mais exóticos. Como febre, a cada carícia, um comprometimento. Suas animalidades vão aflorando pouco a pouco
- Jereba; com lascívia acaricia os mamilos botões e corpo de Kidman. Suas ancas robustas, seu olhar fugidio, uma fêmea encantadora.
- Lady Kidman; em seu leito de alcova, os amantes inundados de líquido mágicos, um suor ardente, sua buceta em êxtase implorava sucções mais ágeis.
A volúpia era a maior virtude deles, eles se esparramavam e se arreganhavam; como num circo. Eram contorcionistas agora, uivavam e fudiam-se sem medo.
ela; salta feito um lençol nos braços do desejo que no ar rodopia, celerava a umidade de sexo leguminoso e lepadiforme.
ele; que puxava seus quadris elétricos, enquanto suas nádegas singelas espancavam sua virilha, como revés o saco batia-lhe consentindo essa ginástica sexual. Com certo priapismo adentra naquela racha, mergulha seu membro ereto, banha-se em seu ventre.
ela; com seus lábios ternos, trêmulos, implora por doses maciças de sêmen – enquanto Jereba esguicha esse bem que tanto faz a ela. Seu monte de Vênus fiel ao trajeto do anjo torto que a penetra e explora sua buça – coita ela implora sussurra e grita seus desejos mais íntimos.
– Jereba; chinelando os culhões centrados em sua colcheta no ponto da cumba,
Kidmam cirandava no colosso erguido de Jereba, enquanto as ancas dela vão se adequando feito chinguiço naquele mastro íngreme, e o vai-e-vem incessante celeríssimo tomou conta de seus sexos.
Então de tanto suor e tantas promessas, iam e vinham sem parar. Foi quando no ménage frenético.
ela; se ergue e pede-lhe um prazer ainda mais repugnante. E de pé, ela se empina mostrando-lhe suas nádegas sombreadas, a silhueta de seu cu, dançando defronte a cabeça do pau dele.
Jereba; arregaçando a cabeça do pau, penetra cuidadosamente o cu dela, enfiando-lhe com destreza a geba envernizada, o que ela mais queria.
ela, implorava e pedia-lhe para enterrar até o talo.
– Jereba seguiu as instruções, fazendo o combinado, enterrou-lhe até o talo, ela pedia com força, ele agarrou em seus quadris e a imprensou de um jeito, que só a soltaria com trovoada. Fustigando seu cu, que piscava feita alerta.
– Lady, chorava de prazer e dizia para ele não parar nunca, aquele prazer, fez dela, uma espécie de animal, onde perdera toda a sua consciência, como rainha de bateria, rebolava na geba em riste dele, que sofria a cada estocada violenta.
Seu pau arregaçado e a cabeça feito um caqui, adentrava aquele cu, sedoso aveludado de Kidman. Ficaram horas xingando, cuspindo um no outro, até que veio vindo o gozo, compulsivamente e... ela diz; - goza na minha boca, quero beber essa porra até engasgar.
e de novo Jereba cumpriu o combinado, colocando a cabeça do pau em sua língua. Esguichou varias vezes.
Ela sedenta, bebia aquele leite quente e lambia a cabeça do pau na esperança de sempre ter mais uma gota de porra para sua sede louca.
Jereba suava e gemia, seu caralho palpitava, como se uma espécie de larva saísse de seu corpo.
Ela punhetava e bebia sua porra, chupava e revirava a língua (...)
Foi um espetáculo deslumbrante, ver no coliseu da libertinagem a batalha das genitálias, onde os guerreiros fortes e saudáveis usam como armas, seus próprios corpos. E como era de se esperar, esses gladiadores incansáveis, fuderiam


Golon

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Quiero...

me olhar


me tocar



Sensação de calor

suada

louca



Sinta o meu cheiro.



Cheiro doce

cheiro selvagem

e...

calor



Sentir

minha linguagem indecente.

Ouvir meu lado depravada







Eu quero ouvir



meus gemidos incontínuos, louco.

Irreconhecível...



Eu quero mais,



mais



Eu quero dar prazer,

Sentir prazer



Sinto minha pele arrepiar

Meu corpo tremer.



Eu exalo,



Meu gosto



Meu cheiro



Aperto meus seios,



Alucinada



prazer ...



Descontrolada ...





Eu quero ficar entalada entre as sua pernas,



Presa, sua presa, sem pressa..

Domada, cheia, saciada..

Fera prostrada,



Montado em meu corpo.





Invadindo meu sexo molhado



Ah ...



Eu queria ...



Este é o texto em espanhol
 
Verme,
tocarme.
Sentirme caliente,
sudada,
enloquecida.Sentir mi olor.
Olor dulce,olor salvaje,
y
caliente.
Sentir
mi lengua indecente.
Quiero oír
mis gemidos incontinuos, locos.
Quiero más,
mucho más,
me quiero dar placer,
quiero sentir mi piel estremecida.
mi olor
Mi gusto
Mi olor
Quiero apretar mis pechos,
Alucinada,
Descontrolada de placer,
Quiero enredarme en entre mis piernas,
Cabalgar en mi cuerpo.
Invadir mi sexo húmedo
Ah...  Yo quiero... Labíos de mujer


http://entremislabiosdemujer.blogspot.com/

segunda-feira, 10 de maio de 2010

a vulva


volta envolta de línguas irrequietas, em braços que apertam
nas mãos que apalpam sem parar.
armadilha em gestos nos pontos da paixão,
de corpo já rendido.
humm .. a nuca,
humm ... o longo do dorso,
humm ... o concavo das ancas,
humm ... o interior das coxas
no movimento tão ritmado de bailado ensaiado, que vontade em mil e uma cores da pele que se toca. sim é agora, é agora que te apalpo nos beijos que percorro cada pedaço, cada espaço em delícia de momento. lábios no humedecer constante do beijo que não pára, dedos em dedilhar perfeito agora na buceta. sim na buceta que corro e percorro no beijo que alongo da língua que tilinta o clitóris. dedos que afastam os lábios no despentear da alma quando a língua entra num vai e vem constante. quero a virilha, quero a cona na minha boca e babar-me dos hálitos já misturados. tesão sem resistir tocar-me ao mesmo tempo que rodo em rodopios de cabeça das investidas repetidas da minha língua. tesão no mergulho, tesão ao rubro no beijo na vulva. quero até ao fim, quero o gozar na minha boca, no gritar dos dedos ao despentear e puxar os meus cabelos.


Ricardo Jorge

sábado, 8 de maio de 2010

Orgasmo, Anaïs Nin

Quando nos deitávamos na cama era fresca, mas depois tornava-se quente e febril. Os seus olhos... É impossível descrever os seus olhos, a não ser dizendo que eram os olhos de um orgasmo. O que lhe acontecia constantemente nos olhos era algo de tão febril, tão incendiário, tão intenso, que por vezes quando olhava directamente para ela e sentia o meu pénis erguer-se e palpitar, sentia também como se algo estivesse a palpitar nos olhos dela. Só com os olhos dela era capaz de dar essa resposta, essa resposta absolutamente erótica como se ondas febris estivessem a tremer naqueles lagos de loucura... Algo de devorador, capaz de lamber um homem de uma ponta à outra como uma chama, aniquilá-lo, com um prazer nunca antes conhecido.

Anaïs Nin Passarinhos

terça-feira, 4 de maio de 2010

Simplesmente Puta


...ergueu uma das minhas pernas lateralmente ao seu corpo, enquanto me penetra novamente, mas agora olhando pra mim... me fodendo com os olhos e com o pau... não consigo explicar, mas foi o gozo mais rápido da minha vida... e você continuava... levou seus dedos à minha boca, me fazendo chupar e só então voltou a descer pelo meu corpo, misturando líquidos... saliva, suor e gozo da minha buceta que você arrancou sem dificuldade... e então assim, me comendo com os olhos senti o seu dedo forçar a entrada do meu cuzinho... hummmmmm... putaqueoparilllll.... aquilo foi demais... fode, fode gostoso... fode muito, pedia sem nem mesmo abrir a boca... forçou, brincou, me deixou com tesão... e com vontade de dar... de dar muito... tirou o dedo sem carinho, me arrancando um outro gemido forte... me empurrou de volta pra parede, de cara pra parede como eu gosto... abriu minhas ancas... voltou a enfiar o dedo... gostoso... um, dois dedos, era o máximo que permitia... a dor era enorme, eu estava com tesão, mas não estava tão relaxada... se abaixou às minhas costas... e meteu a língua... aaaiiii... fico molhada... lambeu, chupou, brincou, bolinou, penetrou o meu cuzinho com a língua quente e áspera... não aguentava mais... gozava de novo com aquilo... escorria pelas pernas e você via... então se levantou e novamente tentou... forçou a entrada com a cabeça... aos poucos, mordendo meu ombro, me fodendo gostoso... em pouco tempo estava todo dentro de mim... e começou assim... devagar, a me provocar, me fazer acostumar... seu pau grosso, gostoso... me fodendo sem pressa... hummmm... eu suspirava, gemia... você continuava, precisava me foder o cu sem pena e forçou... o movimento mais ávido, mais rigoroso... aaiii que tesãoooo nessa hora... me sentia deflorada, uma verdadeira puta... era o que eu queria e o que você me fazia sentir... mordia meu ombro, chupava minha orelha e gemia juntinho de mim... isso me enlouquecia... senti que você ia encher o meu cuzinho de porra... e foi assim, suas mãos me apertando, me arranhando, me deixando marcas que você gozou gostoso... e eu junto de você... gozamos juntos, como a muito eu não gozava com alguém...
Depois disso... simplesmente ficou ali parado... me beijando a nuca, me dizendo palavras obcenas e carinhosas no ouvido até o corpo relaxar... se desencostou de mim, levantou as calças, pegou minha calcinha no chão... e riu com a cara mais filha da puta do mundo, dizendo:
- Brigamos mais uma vez quando você voltar... Cretino... gostoso...safado... muito cafageste... mas foi ótimo... simplesmente saiu do quarto do hotel e me deixou lá... louca de tesão, morrendo de vontade já de trepar de novo...


Menina Intima