sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Manuel Delta de Vênus

bela buceta

necessidade


Manuel desenvolvera uma forma peculiar de se satisfazer que fizera sua família repudiá-lo, de modo que ele vivia como um boêmio em Montparnasse.

Quando não estava obcecado por exigências eróticas, era astrólogo, um cozinheiro extraordinário, um grande contador de casos e uma excelente companhia para uma noitada em um café. Só que nenhuma dessas ocupações era capaz de distrair-lhe a mente da obsessão que dominava sua vida.
Mais cedo ou mais tarde, Manuel tinha de abrir a braguilha das calças e exibir seu membro gigantesco. Quanto maior fosse o número de pessoas que testemunhasse a cena, melhor. Se estava entre pintores e modelos, esperava que todos estivessem um tanto bebados e mais alegres, e então se despia por completo. Seu rosto ascético e sonhador, seus olhos poéticos e seu corpo de monge faziam um contraste tão grande com seu comportamento, que não havia quem não se espantasse. Se virassem o rosto, desviando os olhos, Manuel não sentia prazer. Mas se o olhassem, por um segundo que fosse, ele caía em uma espécie de transe, seu rosto ficava extático e logo ele rolava pelo chão em uma crise de orgasmo. As mulheres tendiam a fugir dele.
Manuel tinha de lhes implorar que ficassem e recorria a todo tipo de truques. Gostava de posar como modelo e só procurava trabalho em estúdios de artistas do sexo feminino. Mas como entrava em ereção assim que as alunas o viam nu, os homens logo o atiravam no olho da rua. Se Manuel era convidado para uma festa, primeiro tentava levar uma mulher sozinha para um aposento vazio ou uma varanda. Então arriava as calças. Se a mulher ficasse interessada, ele caía em êxtase. Caso contrário, saía correndo atrás dela, de pênis ereto, voltava para a festa e se exibia em público, esperando criar curiosidade. Não se podia dizer que fosse uma bela visão, pelo contrário. Como seu pênis não combinava com o rosto austero e o corpo ascético, adquiria proeminência ainda maior, como se fosse algo á parte.
Finalmente Manuel achou a mulher de um pobre agente literário, que praticamente estava morrendo de fome e de excesso de trabalho, e com quem fez a seguinte combinação. Ele iria ao seu apartamento de manhã para fazer o trabalho da casa para ela, lavar a louça, varrer tudo, fazer as compras e coisas desse tipo, com a condição de que quando tivesse terminado pudesse se exibir. Nesse caso ele exigia toda a sua atenção. Queria que ela o observasse desafivelando o cinto, desabotoando as calças e baixando-as.
Ele não usava cuecas. Manuel segurava o pênis e o sacudia como uma pessoa que avalia um objeto valioso. Ela teria de ficar bem perto dele e observar cada gesto. Tinha de olhar para o seu pênis como olharia para um prato de comida de que gostasse muito. Essa mulher acabou por desenvolver a arte de satisfazê-lo por completo. Ficava absorta ante seu pênis, dizendo: ‚Que belo pênis o seu, o maior que já vi em Montparnasse. Tão macio e duro! E lindo! Enquanto ela pronunciava essas palavras, Manuel continuava a sacudir o pênis como uma panela de ouro diante dos olhos dela, e ele próprio ficava com a boca cheia de saliva. Manuel era o maior admirador de seu próprio membro.
Quando ambos se inclinavam para observá-lo, seu prazer se tornava tão intenso que seu corpo tremia todo, da cabeça aos pés, sempre segurando o pênis e sacudindo-o no rosto dela. O tremor aumentava cada vez mais até que ele caía no chão, todo encolhido, rolando sobre si próprio como uma bola até gozar, e ás vezes ejaculava no próprio rosto.
Frequentemente Manuel parava nos cantos escuros das ruas, nu sob um sobretudo. Quando passava uma mulher, ele abria o casaco e se exibia. Mas isso era perigoso e a polícia poderia puni-lo severamente.
Ele gostava mais de entrar no compartimento vazio de um trem, desabotoar dois botões da braguilha e sentar-se recostado no banco como se estivesse bêbado ou adormecido, com o pênis aparecendo um pouco através da abertura. enquanto ia entrando gente em outras estações. Se ele estivesse com sorte, podia ser que uma mulher se sentasse bem á sua frente e ficasse olhando para ele.
Como parecia estar bêbado, geralmente ninguém tentava despertá-lo. As mulheres não costumavam protestar. Se entrasse uma mulher acompanhada de meninas em idade escolar, era o paraíso. Manuel tinha uma ereção e no fim a coisa chegava a tal ponto que a mulher e suas filhas acabavam por ter de deixar o compartimento.
Um dia Manuel encontrou uma alma gêmea em seu divertimento favorito. Ele se sentara sozinho em um compartimento do trem e estava fingindo ter adormecido quando entrou uma mulher que se sentou á sua frente.
Era uma prostituta até meio velhusca, e sua profissão era facilmente denunciável pelos olhos pesadamente pintados, pela verdadeira máscara de pó que lhe cobria o rosto, as olheiras muito acentuadas, os cabelos exageradamente ondulados, os sapatos cambaios e o vestido e o chapéu velhos mas ainda com um certo ar coquete.
Através dos olhos semicerrados, Manuel a observava. Ela deu uma olhada em suas calças parcialmente abertas, e depois olhou de novo. Ela também recostou-se no banco e fingiu adormecer. Quando o trem deu a partida, levantou a saia por completo. Estava nua por baixo. Depois abriu bem as pernas e se expôs, ao mesmo tempo em que continuava olhando para o pênis de Manuel, que estava intumescendo e acabou por ficar totalmente de fora. E assim os dois ficaram sentados um á frente do outro, se observando.
Manuel receou que a mulher resolvesse se adiantar e tentasse empalmar seu membro, o que não era de modo algum o que ele desejava. Mas não, ela era viciada no mesmo prazer passivo. Sabia muito bem que ele estava olhando para o seu sexo. Finalmente os dois abriram os olhos e sorriram um para o outro. Manuel estava entrando em êxtase, mas não teve tempo de notar que ela própria se encontrava no mesmo estado que ele. Ela começou a se mover quase imperceptivelmente para a frente e para trás, como se estivesse se balançando para cair no sono. O corpo dele começou a tremer com imenso prazer, e ela então se masturbou, sorrindo para ele o tempo todo.
Manuel casou-se com ela, que jamais tentou entregar-se a ele como as outras mulheres.


Anais Nin

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Como convencer a mulher a fazer sexo anal





Muitos homens adoram sexo anal, mas convencer sua parceira a fazê-lo pode ser um desafio. Então, como convencê-la a fazer isso por você? Antes de mais nada: converse com ela. Tente entender quais os medos e preocupações dela, demonstre-se empático e acalme-a. Nada de tentar colocar seu pênis no ânus dela de surpresa! Você pode arruinar não só seu desejo, mas qualquer outro tipo de relação sexual entre vocês.
Muitas mulheres fazem sexo anal uma vez e juram nunca mais fazer de novo. Isso geralmente acontece quando essa primeira tentativa foi dolorosa – e, infelizmente, geralmente é mesmo. Algumas sequer tentaram, mas já tem um pavor adquirido de tanto ouvir histórias horríveis a respeito. Afinal, ao menos que sua parceira seja masoquista, ela certamente não vai querer sentir tanta dor!
Contudo, o ânus é repleto de terminações nervosas que, se estimuladas corretamente, podem, sim, causar prazer. Ao tentar convencer sua parceira a fazer sexo anal, você deve certificá-la de que fará tudo com a maior calma e paciência possíveis, respeitando os limites dela e procurando fazer com que a experiência seja prazerosa pra ela também – e de fato cumprir o que diz, não vá se empolgar ali na hora e esquecer de todas essas promessas!
Em primeiro lugar, deve haver uma preparação mínima para o dia em que vocês farão isso. Deve ser um dia em que ambos tenham tempo de sobra e um lugar em que vocês certamente não serão interrompidos. É essencial que sua parceira esteja relaxada e principalmente excitada. Para isso, você deve caprichar bastante nas preliminares e tentar fazê-la gozar antes de propor pôr seu pênis em outro lugar. Conhecendo-a, você deve saber o que mais a excita e do que ela mais gosta. Faça uso de todos os artifícios possíveis pra que ela fique o mais confortável e no clima possível.
Após ter caprichado nas preliminares, tê-la feito gozar e ter certeza de que ela está excitadíssima, dê sinais do que você quer.Vire-a de barriga pra baixo e acaricie e beije sua nuca, suas costas até chegar em seu bumbum e ali permanecer. Trate o bumbum dela como uma peça de porcelana que não pode ser quebrada, com muito cuidado e carinho e, aos poucos, vá se aproximando de seu ânus. Passe bastante lubrificante em seu dedo (bastante mesmo, pois o ânus não possui a lubrificação natural que a vagina possui) e passe no ânus dela, “abrindo caminho” com seu dedo, preparando o terreno para o que vem depois.
É mais que necessário que você use camisinha, pois nem você nem ela vão querer correr o risco de pegarem uma infecção por conta de alguma bactéria intestinal indesejada. Após colocar a camisinha e passar lubrificante também em seu pênis, é hora de começar a penetração. Faça-o lentamente, sempre prestando atenção às expressões de sua parceira. Se perceber que ela está com dor, não tire o pênis, apenas pare de penetrar por alguns segundos. O mais difícil é fazer a cabeça passar pela entrada do ânus, pois é a região que mais causa dor da mulher. Após ter passado a cabeça, continue a penetração lentamente até completá-la. Dê uns segundos para a mulher se adaptar à situação e comece a se movimentar. Aos poucos, você pode acelerar seus movimentos, mas cuide para não fazê-los com força excessiva.
Após a penetração, é essencial que você evite fazer qualquer expressão que expresse nojo – pois pode ser que ao retirar o pênis ele esteja sujo de fezes –, pois qualquer expressão nesse sentido pode fazer sua parceira se sentir envergonhada e não querer repetir a experiência. Também é bom não deixá-la ver a camisinha se ela sair suja dessa forma. Ela própria pode ficar com nojo e desistir de fazer sexo anal de novo.
Por fim, deite-se com ela na cama e lhe dê mais carinho que de costume, como quem mostra que você apreciou o “esforço” que ela fez por você. Se você não for afobado e fizer tudo com calma e delicadeza, é bem provável que ela goste da experiência e que você não tenha mais problemas para convencê-la a fazer sexo anal. Mas lembre-se de repetir esse mesmo procedimento toda vez que fizerem, pois se machucá-la (não importa se na primeira, na segunda ou na décima vez), ela pode não querer se arriscar de novo.


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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

apaixonei-me por minha própria boceta








“Com cuidado, depois cada vez mais freneticamente, torno a explorá-lo, coroado de uma virgindade desprezível e magnífica. Ele quer isso. Não tenho Driss nem a cenoura de Bornia na mão. Pego-o e colho-o, severa. Ele pede mais. A extremidade do clitóris desponta, solta, como uma língua de fogo. Sucumbo. Quero isso. Quero a mim. Com o polegar, provoco a ereção sublime. Meu clitóris se escora no indicador caridoso e compreensivo que sustenta sua rigidez. Sua embriaguez. Comprimo essa massa de água e fogo para puni-la. Meu sexo me venceu. Está feliz e vibro até os dedos dos pés com sua felicidade. Mais que tudo, é a superfície macia e branca que me emociona. Gozo com e por esse sexo nu que caçoa de mim. Ele é tão lindo que compreendo que queiram enfiar a língua nele. Não me masturbo: faço amor com o bicho abençoado que goza sem vergonha nos meus dedos. Ele não pára de escorrer e eu de lhe dizer: “Mais... Mais.” É de morrer de rir: apaixonei-me por minha própria boceta. Em uma noite, dei um passo de sete léguas, atravessei o espelho para finalmente me encontrar”.

Anais Nin

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

01 MILHÃO DE VISITANTES

CAMINHAMOS PARA UM MILHÃO DE VISITANTES, 
VOCES FIZERAM DO 'ORGASMO' UM SUCESSO

gemendo

Quando o desejo acabava por impregnar cada poro de seus corpos, eles se abandonavam a carícias violentas. Ás vezes ela ouvia o estalar de seus ossos quando ele lhe erguia as pernas acima de seus ombros, podia ouvir a sucção de seus beijos, o som de chuva caindo dos lábios e línguas, a saliva se espalhando no calor da boca como se estivessem comendo uma fruta que se dissolvesse.

Depois ela caía, gemendo, vítima de um prazer grande demais, um prazer que era um pouco como uma pequena morte, tão deslumbrante que nenhuma droga ou o álcool poderiam proporcionar, que nada mais poderia gerar que não dois corpos apaixonados um pelo outro vivendo uma paixão implantada no fundo de sua alma em cada célula, em cada nervo e em cada pensamento.


Anais Nin

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

a arte de chupar uma buceta II



 ...) tenha sempre em mente que o sexo oral não se restringe à região genital. O corpo da mulher é todo sensível e merece ser beijado, lambido e chupado por inteiro.
Claro que algumas partes são mais sensíveis que outras e isso varia de mulher para mulher. Portanto, para não correr o risco de desagradar, comece lambendo o pé da cama. Aí não tem como errar.
Falando sério, vá devagar, lambendo pelas beiradas. Em se tratando de assunto tão delicado (sob todos os sentidos) nunca vá direto ao ponto. O grelo é por demais sensível e até mesmo o contato da língua pode ser incômodo se sua parceira não estiver suficientemente excitada.



2 – Os seios e os mamilos são ótimos pontos de partida. Trate-os com carinho, chupe devagar, passe a língua nos mamilos e sinta-os endurecer. Morda bem de leve (a não ser que ela peça o contrário).
Cuidado com a barba por fazer. Embora algumas mulheres gostem, a maioria vai se sentir incomodada. Barba roçando em lugares sensíveis funciona como uma lixa.
3 – Dedique atenção especial à nuca e às costas. Deixe a língua deslizar lentamente de cima para baixo, até a base da coluna.
4 – Beije a bunda, as coxas, as virilhas… Brinque com a língua em torno do ânus, lamba carinhosamente o períneo (aquele pedacinho que fica entre a xota e o cuzinho). Você pode e deve se concentrar durante alguns minutos nessa região extremamente rica em terminais nervosos e, por isso mesmo, super sensível.
EXPERIMENTE!!!!!
Tomar vinho ou champanhe
Derrame lentamente sobre a boceta e vá lambendo, sorvendo cada gota. Não use destilado (uísque, vodka, etc… porque arde).
5 – Bem, finalmente chegou o momento de encarar a coisa de frente.
Ela, a essa altura, deve estar louca para sentir sua boca envolvendo-a por inteiro. Provoque um pouco mais. Toque a xoxota dela com os dedos, introduza um ou dois na vagina, mexa lá dentro, sinta o calor, a umidade. Tire os dedos, lambuzados do caldinho dela e chupe, sinta o sabor… Ela vai adorar ver você fazendo isso.
6 – A xoxota possui uma “arquitetura” complexa, rica em detalhes. Explore todos as dobrinhas. Deslize a língua pelos pequenos lábios, de cima para baixo, de baixo para cima, de um lado, do outro… Se ligue na textura e no sabor.
EXPERIMENTE!!!!Com Gelo
Coloque uma pedrinha de gelo na boca e, ao mesmo tempo, chupe a xoxota dela. A mescla do calor da sua boca com o frio do gelo provoca sensações incríveis.
CUIDADO!!!!
Algumas mulheres são tão sensíveis que não agüentam o contato direto com a ponta do grelo. Nesses casos, concentre-se nas laterais dele ou use a pele que recobre o clitóris como proteção.

sábado, 3 de dezembro de 2011

COMO COMER UM CUZINHO!? III

COMO COMER UM CUZINHO!?


Quem nunca ouviu um marmanjo dizer que um cuzinho limpinho é uma boca? Pois é. Mas também sempre se ouve as mulheres reclamar desses mesmos marmanjos: que eles são uns sujos, que não sabem nem lamber nem comer uma buceta direito, quanto mais comer um cú. Pois é!

Por causa disso, resolvi ensinar uma lição a esses jovens bobos ou apenas idiotas mesmo. Lembro-me do Manson ensinando meninos inexperientes a convencer aos poucos a moça a não apenas ir deixando-os tocá-las, mas também fazendo com que elas desejem isso. A regra é a mesma, minha gente. É preciso fazer a mulher desejar que algum moço que nem tu coma o seu cuzinho.

O grande lance é: como fazer isso?

Passo 1: Até podes ser um idiota, mas não deixes a garota perceber isso. Ela precisa admirar-te. O maior ou menor tesão dela por ti depende muito disso. Precisas tratá-la bem, ser sensível aos seus desejos, saber ouvi-la e até dar conselhos. Tudo isso, sem pareceres o cabeleireiro dela, isto é, tens que ser macho!

Passo 2: Precisas ter um bom início. Deves acariciá-la levemente e, às vezes, deves ser mais arrebatado. De vez em quando pega-a para valer. Abraça-a forte quando estiverem sozinhos, põe a mão bem aberta no meio das costas dela e trá-la até ti com firmeza, mas sem a machucar. De vez em quando esfrega-lhe a piça, que já deve estar dura... não é? Mostra-lhe o teu desejo, o teu tesão, a tua vontade de a comer. Isto é fundamental. Durante os amassos, põe a boca humedecida na nuca, no pescoço e na orelha dela, bafeja-a suavemente enquanto mexes a língua encostada na pele dela.

Saberes beijar bem também é importantíssimo nesta fase. Beija-a com paixão. Não deixes o nariz atrapalhar. Também não fiques só nas beijoquinhas como se fosses um beija-flor. Beija-a com vigor e demoradamente [Dúvidas sobre beijos? Lê o Guia Prático do Beijo Bom. Se ainda assim não conseguires, consulta um filematologista. Depois de tudo isso, se mesmo assim não beijares bem, só rezando.].

Porra, mas quando é que vou chegar no cú?
Calma! É por isso que não consegues nada com mulheres. Pressa não leva a nada. Vai devagar e sempre.

Passo 3: Quando estiveres mais à vontade, começa a acariciar os seios dela, nem muito de leve nem muito forte. Com vigor. De vez em quando mordisca-os, depois volta às orelhas. De vez em quando, pára nos seios e suga-os com vontade. Os dois. Nunca fiques parado em um só, ou o tesão fica pela metade. Nem penses em tocá-la lá em baixo até te certificares de que ela já está doidinha. Os olhos dela estarão um pouco vermelhos quando isso acontecer. Ela estará a acariciar-te e a beijar-te. Presta atenção aos sinais.

Passo 4: Desce a mão e acaricia a bucetinha dela por cima da roupa mesmo. Repete os passos anteriores. Vai devagar. Sem pressa a coisa aquece mais e fica melhor. Sê inteligente! Aos poucos tira a roupa dela. Não toda, que a coisa fica ainda melhor.

Passo 5: Lambe a buceta dela. Se não souberes fazer isso, vai aprender. Não te vou ensinar isto aqui. Lambe e passa o dedo no cuzinho dela pela parte de fora. Se ela reclamar, pára um pouco e depois começa de novo. Enfia o dedo só na portinha e roda-o como se o quisesses abrir um pouco mais. Deixa-a maluca de vez, depois pára e fica só a lamber a bucetinha que já deve estar inchada. Assim que ela gozar, enfia-lhe a piça na buceta com vontade. Bem forte!

Espera aí. Segura. Não gozes ainda. Ainda tem o passo seis.

Passo 6: Põem-na de quatro. Estás a chegar perto. Continua a comer a buceta dela nessa posição e vai tocando de novo o ânus dela. Do mesmo jeito, põe o dedo na portinha do cuzinho dela e roda. De vez em quando vai um pouco mais fundo, mas devagar. Quando sentires que o cuzinho dela já está mais abertinho escorrega de leve o caralho duro e húmido pela zona até ao buraco do desejo. Ele serve bem para isso, aumenta o tesão dela e não machuca o cuzinho na entrada.

Se ela reclamar um pouquinho, não te intimides. Ela já foi até aí e está querendo talvez mais do que tu. Segura-a um pouco mais firme, mas sem a machucares. Se achares estratégico, volta a enfiar o pau na buceta e prossegue a mesma estratégia. Desta vez, sê mais incisivo e mais firme. Diz com uma voz meio rouca e sussurrada no ouvido dela: “Só na portinha, amor.” “Só um pouquinho”. “Ah! Deixas-me louco!”. Enfia mais uma vez o dedo. Roda-o nas beiradas. Escorrega novamente o pau pela zona acima e vai enfiando-o devagar. Pressiona primeiro só a cabeça até entrar. Dá uma parada. Aperta um pouco mais. Outra parada. Depois mexe devagar e enfia cada vez mais. Depois, é só festa!!!

Aprendeste? Não vás errar, hein? Não vás traumatizar a mulher, se não ela nunca mais te deixa chegar perto dela, quanto mais comer o cuzinho dela!




Dudu.Mailbox