




é de fogo a dor que me consome
o ardor que sinto em mim
(...)
na pele deste homem
assim
(...)
e sede imensa de beber
(...)
diretamente em sua fonte
esta me salva
e mata
e rende
e estanca.
envolver com minhas coxas
suas ancas
beber-lhe o beijo amargo que
me prende
dançar sobre ele qual criança
enquanto deixo que me
chupe os seios lentamente.
é de fome e sede que padeço
é de fogo a dor que me consome
é por causa deste homem
que enlouqueço.
Nalú Nogueira
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