domingo, 4 de maio de 2008

De quatro II









DE QUATRO II
Beija me
Toca minha nuca
Agarra-me os cabelos
Morda me
Beija-me o pescoço
E não me diz nada
Me toca me abraça me cata
Pra eu me sentir amada
me sentir mulher
Até que aflore em mim
O cio,
E o arraste por fim
Sem pudor sem roupa
Para a minha casa
Minha cama e ai
Vira me , forte...como sabes
coloca me de quatro
inclinada...bunda pra cima
O rosto levemente de lado
a nuca a descoberto,
a boca em formato de "bico"
as costas umedecidas de suor
o corpo em movimento...
a testa a tocar a travesseiro
coito virgem
umedeceu, encostou , bolinou,
Tempo a tempo... ritmado
penetrou, gemi, gritei...
Entrou; não não não não...
as pernas longas
firmadas no lençol...
e não há nada, ja não sou nada
não sou minha,meu amor,
já nada, quem sou? parte? costela?
apêndice? luz? calor? gozo? aaaaaaaaiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!
Dor? o q é dor? desconheço dor
que não façamos como quem consome...
que faça de fato mulher..
Ajeitei me de quatro assim inclinada...
os meus seios pendentes
em tuas mão fechadas.
faz o que tem que ser feito
Meu amor, me come, direito, tudo...

ERH()S

Um comentário:

Amigas disse...

..........ai ai tesão aqui no blog é o q não falta......vou entrar mais não,eu entro seca saio molhada affff
beijos gostoso...
delicioso este poema.....
Iza!