





Ele tinha chegado de viagem no início da noite. Eu havia prometido que ia dormir no seu apartamento. Cheguei arrumada, mas estava cansadíssima, só consegui dar uns beijinhos e quando ele levantou para ir à cozinha dormi. Uma comédia. Mas na manhã seguinte acordei mais cedo e decidi fazer algo para dar as boas vindas.
Ele ao meu lado dormindo, só de cueca. Levantei o cobertor com toda a delicadeza para não acordá-lo, me movimentava bem devagar. Dei um beijo de leve, ele começou a acordar. Então peguei sua cueca e comecei a tirá-la. Ele ainda com sono, meio sem saber se era sonho ou não. Segurei seu pau e comecei a movimentá-lo para cima e para baixo... Bem devagar, olhando para seus olhos ainda sonolentos. Minha língua começou percorrendo a região ao redor, lambendo a parte interna das coxas... Até chegar na base do seu pau, que já estava duro e pronto para receber todos os carinhos que eu poderia dar. Posicionei-me com o rosto bem em cima de seu quadril, bem na direção onde ele pudesse observar, deixei a bunda bem arrebitada e comecei com longas lambidas, da base até a ponta... Percorrendo todo o comprimento daquele pau, procurando sentir o sangue que corre por dentro dele. Sugando com vontade o líquido que denuncia sua excitação. Chupando primeiro a cabeça, beijando-a, passeando os lábios. Preparei-me para a decida, abri um pouco a boca e deixei que ele entrasse e saísse... Entrava fácil com a ajuda da minha saliva e saía com alguma resistência por causa da pressão que eu fazia, tentando segurá-lo mais tempo dentro da boca. Em intervalos, eu parava de chupá-lo e segurava seu pau com força com umas mãos, procurando manter o ritmo enquanto o assistia se contorcer na cama... Suas mãos tentando alcançar meus cabelos... E sua boca tentando dizer “não pára” entre gemidos. E quanto mais via ele se contorcer, mais eu mexia minha bundinha rebolando... E mais eu brincava com seu pau. Abri a boca mais uma vez e enquanto escorregava seu pau dentro, passava a língua ao redor, deixava-o todo lambuzado... Até o momento em que senti que ele estava mais duro, que seus músculos estavam ficando tensos, aumentei o ritmo e a intensidade das chupadas. E então escutei o gemido profundo, só um. E senti na boca aquele gosto que começa doce na ponta da língua e vai descendo amargo no final, quente e fácil de engolir.
Srta Bia
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